(Sérgio Dal Sasso, consultor
empresarial, palestrante Administração, Empreendedorismo e Educação
Profissional – 30/03/2009)
“A gente não trabalha com o conhecimento
pronto. A gente constrói o próprio conhecimento”.
Por onde anda em importância a analise dos
porquês de uma crise, se sua origem é externa ou não ou se seus efeitos são
de curto, médio ou longo prazo. Talvez esse excesso de informações “on line”
e a tendência de que coisas negativas dão mais ibope, estejam nos levando a
um convencimento que nosso mundo ou o que fazemos necessariamente está
condicionado as regras gerais que procuram ditar modelos comuns a todos.
Pensar não é executar e falar nem sempre está
perto do agir. O mundo exagerou nas suas conceituações de teses e fórmulas
ficando mais próximo dos sonhos do que das realizações.
A realidade das coisas está no criar a sua
própria forma, pois as regras que justificam os modelos de negócios que
funcionam levam em conta os cenários e conjunturas que os rodeiam, mas os
resultados favoráveis dependem na essência do seu acreditar nas bases do
como construiu seus alicerces para o suporte as oscilações. Nos negócios e
nas profissões temos que aprender a desenhar nossos fluxos de atividades,
para que possamos treinar, rascunhar, aperfeiçoar e evoluir dentro das
academias que estamos criando.
Para um futuro coerente, antes de tudo vem o
crédito interno que valida de seguranças ao que queremos. Do mercado, quando
organizado internamente, saberemos obter os recursos necessários, evoluindo
a capacidade de seleção do como e aonde buscar os caminhos, e assim
construir garantias de sucesso pela qualidade das origens e sustentação das
atividades.
O jogo da inteligência está no eliminar todo
dia um pouco das incertezas antecipadas pelo mau humor de um mercado
essencialmente especulativo. A regra é nunca se antecipar assumindo perdas
quando ainda não tentamos de fato, e é por ai que vamos aprender a
distinguir “um ninguém” pelo determinismo de quem busca ser “alguém”.
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