|
Caros
leitores... Venho novamente discorrer sobre as “aventuras”
deste tão falado “Mercado de Trabalho”. Acompanho e sinto
na “pele” os sabores e dissabores deste tão magnífico
mundo... As empresas e seus colaboradores. Esta é minha
linha editorial e faço questão de dissertar com entusiasmo
e com o coração. É um prazer compartilhar com vocês as
experiências e pontos de vista que venho absorvendo ao
longo de meus 20 anos de “chão de Fábrica”, de “trecho”
(Termo popular, utilizado dentro das empresas, que
significa pessoas que já trabalharam em várias cidades,
estados etc) e de Salas de Aula.
Recebo
vários e-mails com sugestões, elogios e críticas e isto é
o que alimenta minha participação neste site. Gostaria que
vocês, caros leitores, continuem participando, me enviem
comentários, sugestões, críticas... Isto fará nossa coluna
ficar cada vez melhor!!! Conto com a participação de
vocês!!!
Esta
semana vou comentar sobre uma das poucas coisas, se não a
única, que uma empresa, por mais que tente, não consegue
copiar de seu concorrente... É o “time” que nela trabalha
e o decorrente clima organizacional.
Nas
organizações modernas, e até por uma questão de
sobrevivência, as palavras de ordem são: produtividade,
qualidade, eficácia e competitividade, e nesse contexto as
pessoas deixam de ser o problema das organizações e passa
a ser a solução, reconhecidas como o fator de
diferenciação e exclusividade, gerador de melhores e
importantes resultados.
Toda
essa situação faz com que as empresas busquem novos
métodos, no sentido de “escalar o seu time” para enfrentar
e vencer o adversário, ou seja, há um despertar
empresarial para a necessidade de conhecer, de verdade, o
seu capital humano e assim trabalhar, com tranqüilidade,
com as características individuais e do grupo.
As
empresas procuram soluções rápidas, simples e eficazes
para a formação de suas equipes, mas essa mágica não
existe. Quando nos referimos as pessoas, o que está
envolvido é conhecimento, sentimentos; as pessoas “casam”
com a empresa, e assim como na vida afetiva, o
envolvimento, a confiança, o respeito se intensificam com
o convívio do dia-a-dia, com a intimidade do
relacionamento; ou não.
O mais
importante na hora de “escalar o time” é fazer um estudo
profundo do capital humano existente na empresa,
considerando fatores como aptidão e características
comportamentais e sempre avaliar o perfil da pessoa x o
perfil do cargo; se as características do indivíduo são
adequadas para o papel profissional que vai desempenhar e
sua relação com o grupo de colaboradores; se isso não for
considerado, em pouco tempo, virá à tona a famosa frase
“contratamos a pessoas errada”.
Um
exemplo de empresa que investe no seu capital humano é o
Fran’s Café, que numa iniciativa inédita no segmento de
franquias contratou a Arquitetura Humana para a realização
de um trabalho junto aos franqueados da rede, com o
objetivo de conhecer o perfil comportamental de seus
funcionários, buscarem a estrutura humana mais adequada
para cada ponto-de-venda e conseqüentemente diminuir o
alto índice de turn-over.
Segundo
declarações do sócio-diretor do Fran’s Café, Lupércio
Fernandes de Moraes, ‘este tipo de iniciativa é
fundamental, pois cada vez mais temos que conhecer as
pessoas com as quais trabalhamos, suas habilidades, pontos
fortes e pontos fracos. “As organizações modernas já
entenderam que quem faz a diferença nos resultados são as
pessoas”.
Citei
acima um exemplo de uma empresa estrangeira, mas temos
sim, aqui no Brasil, em Minas e em Varginha empresas que
se enquadram no mesmo perfil. Tomo a liberdade de citar,
entre várias, a empresa GW PNEUS, que através dos
Srs. Nivaldo (Gerente) e Gilmar (Comercial), são um belo
exemplo de “TIME”.
Uma boa
semana a todos!!! |