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Creio que os
leitores deste conceituado site devem se lembrar (ou ouvido falar) da famosa
PIRÂMIDE DAS NECESSIDADES DE MASLOW.
Costuma-se afirmar que nenhum comportamento humano é gratuito, isto é, que
toda atitude é meramente fruto da busca da satisfação de uma necessidade.
Praticamente, vive-se para satisfazer necessidades e a própria dinâmica da
vida é conseqüência disso. Mas as necessidades não são as mesmas nem ocorrem
no mesmo período para todos os indivíduos.
Abraham Maslow sugeriu uma teoria sobre a ordem específica de
desenvolvimento das necessidades humanas, em função da história de sua
satisfação. Propôs que as necessidades se desenvolvem numa ordem, das
“inferiores” às “superiores”. É o que se denomina PIRÂMIDE de MASLOW.
Acontece que, no desenvolvimento do indivíduo, uma necessidade “inferior”
precisa ser satisfeita adequadamente antes de surgir a necessidade
“superior”. Após a pessoa ter saído de um nível inferior de necessidade e
estar num nível superior, as necessidades de nível inferior assumem um papel
menos importante. Não obstante, pode, outra vez, tornar-se temporariamente
dominante por causa das privações que a vida pode causar.
Uma destas privações é a do direito ao emprego, que leva o indivíduo a
“descer rolando” até o primeiro degrau desta pirâmide, o degrau das
Necessidades Básicas e isto, convenhamos, é um GRANDE problema!
Faço agora uma pergunta aos Internautas:
Será que existe Problema sem Solução?
Encontrei um antigo texto em meus arquivos, que gostaria de compartilhar com
vocês para tentar solucionar ou, até mesmo, amenizar este impasse.
Não sei se esta história, que circulou pela Internet no fim do ano de 1998,
é verdadeira. Se não for, não faz mal. Ela ilustra o fato de que, por mais
complicado que seja um problema, sempre tem solução. Basta colocar a cabeça
para funcionar.
Eis a história:
Um homem comprou um carro, que tinha um defeito curioso. Mandou uma carta à
fábrica relatando seu problema: “Não os culpo se não responderem. Sei que
parece loucura. Toda noite, depois do jantar, pego o carro e vou tomar
sorvete. Quando compro sorvete de Creme, o carro não funciona. Quando compro
de outro sabor, liga na hora. Por que isto ocorre?”
A carta foi parar na mesa do presidente da empresa, que destacou seu melhor
Engenheiro para desvendar o mistério. Incrédulo, o Engenheiro chegou à casa
do homem na hora em que ele saía para comprar sorvete. Os dois foram juntos
a sorveteria. Pediram de Creme. Voltaram ao carro. Ligaram... Nada. No dia
seguinte, repetiram o passeio. Pediram de Baunilha. O carro pegou. No
terceiro dia, de Nozes. Tudo bem. No quarto, Cereja. O motor perfeito. No
quinto, Creme, de novo. O motor não deu sinal de vida. Inacreditável. A
única conclusão possível: O carro era alérgico a sorvete de Creme. O que
fazer diante dessa constatação? Trocar o óleo por creme antialérgico?
O engenheiro não podia acreditar naquilo. Passou uma semana cruzando dados e
comparando hipóteses. Um dia, olhando suas anotações, achou uma pista: O
homem levava menos tempo para comprar sorvete de Creme. Como era um sabor
bastante pedido, o latão com Creme ficava à mão do atendente. Para pegar os
outros sabores, tinha de lavar a concha, enxugá-la, dar alguns passos para
pegar o sorvete e mais outros para entregá-los ao cliente. Além disso, o de
Creme custava R$ 1,00. Os outros sabores, R$ 1,20. Como o homem nunca tinha
20 centavos trocados, quando comprava de Chocolate ou de Morango tinha de
esperar para receber e conferir o troco. Isso representava 01 minuto a mais.
Com isso, o mistério ganhou nova configuração. Não se tratava de o carro
gostar ou não de sorvete de Creme. A questão agora era: Por que ele não
funcionava quando se levava menos tempo? O engenheiro abriu o motor,
conectou aparelhos a várias peças e descobriu que havia um relé com uma
ventoinha defeituosa, que causava um problema de resfriamento. Touché! (ou
Eureka, se preferirem). Quando o homem comprava sabores como Flocos ou
Pistache, a peça tinha mais tempo para se resfriar. Quando pedia de Creme, o
serviço era mais rápido, o relé ainda estava quente e não funcionava. Estava
esclarecido o mistério. Era só não embarcar nas aparências, estudar o
problema com cuidado e encontrar o caminho certo.
Moral da história: Se você, caro amigo (a), se encontra desesperado, sem
encontrar uma solução para seu problema, tenha calma. Coloque a cabeça para
funcionar e analise os fatos. Por mais complicado que seja, não há problema
sem solução.
E não se esqueçam:
“Se você se contentar com menos do que pode ser, será infeliz pelo resto
da vida” (Abraham Maslow)
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