Estacionar na vida é como uma doença. Deve
ser encarado de forma séria e grave. É necessário a intervenção com um
tratamento eficaz. Pois além do doente sucumbir pela tristeza, contamina também
quem convive ao lado dele.
O princípio básico é entender que como seres humanos
estamos sempre querendo mais. Esta é a nossa maneira de ser. Não basta conseguir
e parar, queremos descobrir o que fazer, além do que já fomos capazes. É uma
inquietação, um avançar.
O que dominamos não empolga tanto. Por isso é
profundamente natural este apetite pela vida e pelas novidades, faz parte do
processo de crescimento.
Quando por alguma razão somos obrigados a sufocar o
impulso interior de ir adiante, o preço que pagamos é a frustração.
Quem tem capacidade e talento, mas não tem apoio, corre
o perigo de sentir-se culpado pelos sonhos e projetos incríveis ,que não pode
dar vazão.
Neste ponto nos aproximamos da rota de colisão.
Colidimos ao sufocar nossos sonhos.
A doença inicia silenciosamente no exato momento em que:
Dizemos não, querendo dizer sim.
Desistimos sem ao menos termos tentado.
Sabemos o que queremos, mas insistimos em não ver...
Escolhemos os sufocadores de sonhos para desabafar...
Acreditamos que emocionar-se é perder o controle sobre a
vida...
E, que os pequenos acontecimentos, não alimentam mais a
alma...
Para evitar uma epidemia, consideremos uma premissa
básica e fácil de equacionar: Somos únicos, criativos e capazes de realizar,
portanto caso alguém queira convencê-lo do contrário, este alguém pode ser você
mesmo, desconsidere e siga em frente... Estacionar na vida é ser prisioneiro da
dor e da frustração.
" Podemos ser doença ou cura. A escolha é nossa "