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Com o iniciar deste
terceiro milênio, enfrentamos múltiplos desafios; um deles é a acirrada
competitividade. O mercado exige que sejamos ótimos, caso contrário
seremos literalmente esmagados. Vivemos em um mundo globalizado, na era
da incerteza, e esta traz consigo grandes mudanças, sendo uma destas a
de não permitir que sejamos mais ou menos.
O investimento pesado,
nos Recursos Humanos e na tecnologia da informação, se tornou o grande
aliado da organização que deseja pelo menos, sobreviver no mercado, pois
o conhecimento e a informação passam a ter uma nova conotação, passando
a ser os pilares da organização, gerando o rebento denominado
produtividade.
Neste mercado,
inovação é uma palavra de conotação muito forte, e esta aparece atrelada
ao conhecimento e à informação, que juntas, são capazes de gerar
vantagem competitiva.
Neste cenário, o foco
organizacional deverá ser verificado, analisado e alterado, pois vivemos
em um mundo recheado de mudanças e incertezas, exigindo do colaborador e
da organização a capacidade de compreensão e adequação no que tange a
este momento de transição. Algumas palavras deverão ser de fato
implementadas, não podendo ficar de fora do vocabulário organizacional,
tais como: integração, inter-relação e interação.
Em meio a tantas
mudanças, incertezas e desafios, surge um novo perfil do profissional, e
o profissional tem que se adequar, isto se quiser também sobreviver
nesse mercado.
Este profissional tem
que estar mais do que comprometido com a organização para o qual exerce
suas funções; este profissional deverá estar envolvido, antevendo-se aos
fatos. Além de preocupar-se com suas competências, buscando o
conhecimento, atualizando-se e qualificando-se sempre, tendo em vista a
sua contribuição para com a melhoria contínua da organização, agregando
valor em tudo que faz, e fazendo assim o diferencial, este profissional
deverá preocupar-se com suas habilidades técnicas e gerenciais, zelando
por valores éticos, pela integridade e pela transparência no que faz,
avaliando sempre suas atitudes, comportamentos e condutas, fazendo da
reflexão sua rotina diária.
Gostar do que faz é
pouco. Este profissional tem que realmente amar o que faz e assim,
tornando-se leve, o que poderia ser de fato, um fardo. É preciso ter
sede em querer fazer e fazer bem feito.
É necessária uma
conscientização de que, nada mais é previsível, certo e/ou estável; por
isso, administrar uma organização se tornou um desafio extraordinário e
constante; portanto, a adaptação a este cenário se tornou fator
imprescindível para qualquer profissional e/ou organização, que queira
pelo menos, sobreviver neste mercado.
Em meio a este cenário
competitivo, humildade, ousadia e energia se tornaram a trilogia do
momento, pois é preciso que se tenha humildade para reconhecer os erros
e realizar os acertos; humildade para reconhecer que não é dono da
verdade e que precisa atuar dentro da organização de forma mais amena,
realizando parcerias com todos os envolvidos no processo, procurando
sempre realizar o trabalho em equipe, pois assim terá um resultado
grandioso. É preciso que se tenha ousadia para alcançar as realizações,
para fazer de fato acontecer, e é preciso também que se tenha energia,
disposição e muito fôlego para atuar com afinco, dedicação e muita
sabedoria, e assim alcançar a eficiência e eficácia; caso contrário,
correr-se-á sério risco de ser literalmente esmagado pelo mercado,
degolado e engolido pelo cenário que aí está.
É preciso romper com
o passado e se predispor a mudar.
05/10/2007
Marizete Furbino,
com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG,
especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela
UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na
UNIPAC - Vale do Aço.
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