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Nos
últimos dias venho lendo reportagens, notícias e pesquisas sobre tudo o que
engloba a educação a distância, e às vezes fico impressionada em como as
informações podem ser altamente influenciadoras no processo de decisão, por
exemplo, da carreira de um indivíduo.
- Vamos
quebrar alguns paradigmas?
Quando
optei por realizar um curso a distância, tive que primeiro me atentar “às
possibilidades”.
Não
podemos nos enganar, pensando que este modelo segue caminhos totalmente
normatizados, visto que o grande diferencial deste tipo de ensino é
justamente a flexibilidade que o envolve.
Devido
à necessidade de nos encontrarmos uma vez por semana na Universidade, meu
primeiro dia de aula foi incrivelmente “divertido e rodeado de perguntas”.
Acredito que não só eu, mas a grande maioria dos presentes naquele momento
se via em dois grandes extremos: o que nos remetia à surpresa e à
curiosidade de como tudo seria; e aquele que nos levava à insegurança pelo
algo até então “desconhecido”.
A
receptividade que tivemos era um tanto quanto acolhedora, recebendo palavras
de incentivo de todos aqueles que fariam tudo acontecer: reitoria,
coordenação, tutoria e monitoria.
Mas da
mesma forma que recebíamos todas aquelas informações e palavras amigáveis,
todos nós que estávamos ali sentados sabíamos que “algo novo” iria acontecer
em nossas vidas.
A
primeira grande necessidade era a de nos adaptarmos às inúmeras ferramentas
que tínhamos pelo site. Enviar e receber mensagens, realizar atividades pelo
portal da Universidade, interagir com os colegas por Chat e Fórum
despertava, em todos, a idéia de uma “nova descoberta”. Estávamos sendo
desafiados a descobrir um novo método de ensino e aprendizagem!
O tempo
passou e hoje posso detalhar com maestria tudo o que vivemos dia após dia,
pois muito se equivoca quem pensa que a distância nos separa da
Universidade; pelo contrário, ela nos faz querer interagir ainda mais, com
aqueles que estão multiplicando informações para nosso estudo (nossos
professores e todos aqueles que fazem a Educação a Distância parecer tão
próxima), até porque, aprendemos que como não podíamos ter um professor ali
conosco, sem ser apenas virtualmente, tínhamos que ser interlocutores desse
processo.
Percebendo isso, começamos a utilizar as ferramentas de trabalho dispostas
pela Universidade de forma acentuada, e então, descobrimos o primeiro grande
poder de comunicação de um aluno: “ser questionador”.
Posso
falar com propriedade, que diante destas descobertas, percebemos que
independente do modelo de educação, seja presencial ou a distância, era
possível compreender que o diferencial se apresentava apenas na forma como
contextualizávamos o conhecimento, ou seja, caso nosso intuito fosse o de
almejar sermos profissionais de “diferença no mercado”, teríamos que optar
pela busca incessante do aprendizado e da interpretação de situações que nos
exercitaria às práticas concretas no diagnóstico e solução de problemas;
mas se apenas quiséssemos obter um conhecimento de “gaveta”, qualquer curso
que realizássemos, representaria apenas um mero diploma.
É
evidente que o ensino a distância só tem funcionalidade para aqueles que,
como pré-requisito básico, utilizem de “disciplina”, pois só através dela é
possível conciliar atividades diárias, com as tarefas propostas durante a
semana.
Para
reforçar, é preciso compreender que a distância só existe no nome da
modalidade, pois o comprometimento diário, a necessidade de comunicação com
os professores, as trocas de experiências nos fóruns abertos e as
aprendizagens em grupo, nos unem pela tecnologia que praticamos, através de
novas perspectivas de interação e comunicação, que acontecem por nossas
próprias escolhas.
- “O
grande diferencial é se destacar utilizando a interatividade como ferramenta
de aprendizado, e compreender que a tecnologia só tem efeito, a partir do
momento em que existe comunicação”.
Contudo, caso você ainda não tenha optado por esta modalidade de educação,
devido às diversas dúvidas que permeiam este assunto, objetivamente posso
esclarecer que a Educação a Distância é:
·
Desafiadora, à medida que é um processo de Educação que nos
permite “investigar” e “vasculhar” respostas.
·
Altamente capacitadora, pois enriquece a construção do
conhecimento. Os vários temas propostos deixam de ser meros textos para
leitura, e passam a ser motivo de reflexão e busca de maior aprendizado.
·
Fator que influencia o debate e a discussão, pois à medida
que trocamos experiências, estamos alinhando a teoria à prática.
Devemos
desta forma nos socializar aos novos padrões que vão surgindo em nossa
sociedade, com necessidades de visões empreendedoras, objetivando a
necessidade cada vez maior de “interagir” e ser um profissional de atitude
no mercado.
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