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Muitas vezes enquanto estamos estudando ou até mesmo nas reuniões periódicas
das organizações onde atuamos, ouvimos falar sobre análise global e a
interação do todo.
Mas será que é tão fácil
compreender que a melhor ótica de uma corporação só acontece quando existe a
sistematização de forças aliadas projetando o melhor funcionamento da
empresa?
- Parece um tanto quanto
confuso tudo isso, não acham?
Vamos substituir todos
estes termos usados acima e vamos falar de “movimento”!
Precisamos de movimento
para dar dinamismo aos processos internos e externos; um exemplo real é
como nosso cliente precisa de nossa pró-atividade. Aliás, são eles que fazem
nossas potencialidades serem demonstradas e aperfeiçoadas, pois nos remetem
ao desafio de termos que ser “influenciadores”. Precisam de nossa persuasão,
acompanhada do marketing que demonstre a qualidade do que estamos
oferecendo, e que subsequentemente comprove a transparência e excelência nos
processos corporativos.
Da mesma forma, podemos
citar os processos de informatização das organizações que crescem em um
ritmo desenfreado e são catalisadores de soluções não apenas para um setor
corporativo, mas para vários deles! Estou falando da implementação de
processos facilitadores que transcendem oportunidades, além de representar a
utilização de ferramentas como significativa transformação na multiplicação
de informação!
E porque usar a palavra
“multiplicar”?
- Sabemos que falar de
sistematização sem abordar o aspecto de conjunto, estrutura e objetivos
pré-definidos é o mesmo que traçar um projeto que nunca sairá do papel.
Através destes fatores, podemos compreender que a coordenação de processos
corporativos deve representar como podemos lidar com o fluxo de informações
à medida que se transformam em necessidades táticas no contexto
organizacional.
Questionamentos são
comumente usados:
- Como fazer valer a visão
da empresa no que diz respeito a qualquer tomada de decisão?
- A base de sustentação
organizacional é comumente avaliada compreendendo interpretar todos os
processos organizacionais?
- A cultura organizacional está alinhada com a percepção que seus
colaboradores têm dos sistemas corporativos?
Diante destas perguntas,
podemos diagnosticar que não é possível nos movimentarmos com a destreza
necessária, quando não conhecemos o espaço onde iremos atuar!
Quando falamos de visão
sistêmica devemos compreender que gerar informação é também difundi-la,
lembrando que os processos corporativos acontecem continuadamente, ao
contrário dos projetos, que são temporários e consequentemente passíveis de
reformulação e ajustes.
Diante destes fatores, não
é possível entendermos as organizações como sistemas fechados, pois o
momento exige ações práticas, flexibilização dos processos e interação com o
todo. Não há visão sistêmica sem percepção e gerenciamento de resultados!
Podemos inclusive dar um
exemplo básico:
- Imaginem só um
palestrante abordando o assunto “empreendedorismo” com explanações
simplistas sobre seus princípios, esquecendo, no entanto, de realizar
paralelos ou expor vertentes que serviriam de discussão sobre o assunto? De
que adianta termos uma apostila de conceitos se não sabemos aplicá-los!
- Como seria viver em um
mundo com falta de pessoas inovadoras, criativas ou determinadas ao alcance
de objetivos pré-definidos? Seria possível vivermos neste filme preto e
branco?
Realmente não! Aliás, a
previsibilidade não faz parte do encadeamento de possibilidades que
representam o exercício da flexibilização, sempre lembrando que os
colaboradores devem representar os principais recursos de investimento da
organização, partindo do princípio de que os resultados são determinados
principalmente, pela forma como seu capital humano é conduzido na
compreensão de que seus interesses estão alinhados com os de sua empresa.
Não dá para falarmos de
prioridades se é em primeiro lugar não pensarmos nas “pessoas” que compõem
as organizações; da mesma forma que não podemos falar de estratégias sem
citar as tomadas de decisões!
Não existe
sustentabilidade sem capacitação, desenvolvimento e mudanças pautadas na
melhoria contínua!
Não há visão sistêmica sem
dinamismo, coletividade e quebra de paradigmas!
Simone do Nascimento da
Costa
Graduada pela Universidade
Metodista de São Paulo em Gestão de Recursos Humanos
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