Turismo de massa ou de “alto-padrão” pode gerar infraestrutura que a
população local não necessita. São necessárias práticas racionais e
sustentáveis.
O Laboratório de
Tecnologia e Desenvolvimento Social da COPPE/UFRJ em parceria com o
Ministério do Turismo lançou este ano o livro “Turismo de Base
Comunitária: diversidade de olhares e experiências brasileiras”. A
publicação, organizada por Roberto Bartholo, Davis Gruber Sansolo e Ivan
Bursztyn é formada por duas partes. A primeira, intitulada “Diversidade
de olhares”, com enfoque é teórico, conceitua o turismo de base
comunitária. “Experiências brasileiras”, segunda parte da publicação,
descreve algumas iniciativas que foram apoiadas pelo Ministério do
Turismo. O filósofo e jornalista Enrique Blanco foi um dos pesquisadores
que fez parte desse projeto. “O turismo rural em áreas de agricultura
familiar: as 'novas ruralidades' e a sustentabilidade do desenvolvimento
local" é o capítulo de sua autoria. Em entrevista concedida à Agência
Notisa, Enrique esclarece porque, para ele, as diversas experiências
voltadas ao turismo de base comunitária são importantes para o
desenvolvimento das comunidades residentes.
NOTISA –
Como
surgiu o
convite
para
participar desse
projeto?
E
como
foi a experiência?
Enrique Blanco –
Trabalhei
durante alguns meses como pesquisador do Instituto Virtual de Turismo (IVT),
do Laboratório de Tecnologia e Desenvolvimento Social (LTDS), da
Coordenação dos Programas de Pós-graduação em Engenharia (COPPE/UFRJ).
Fui
convidado
pelo
IVT,
por
parte
de
um
dos
organizadores
do
livro,
Ivan Bursztyn, para participar do
projeto.
Publiquei
originalmente
o
artigo
"O
turismo
rural
em
áreas
de
agricultura
familiar:
as 'novas
ruralidades' e a sustentabilidade do
desenvolvimento
local"
no
Caderno
Virtual
do IVT.
Este
artigo
foi
resultado
de
um
aprofundamento de uma
pesquisa
de
campo
que
fiz
para
uma
matéria
publicada na
Revista
Senac &
Educação
Ambiental.
NOTISA –
Por
que
considera
importante
falar
sobre
turismo
de
base
comunitária?
Enrique Blanco –
Entender
as diversas
experiências
voltadas ao
turismo
de
base
comunitária
é
fundamental
para
colaborar
com
a
difusão
dessas
práticas,
tão
importantes
para
o
desenvolvimento
de
comunidades
que
têm
em
seu
patrimônio
histórico,
artístico,
cultural e
geográfico
uma possibilidade
real
de
melhorar
as
condições
de
vida
de
seus
moradores.
Em
muitos
desses
locais,
a
vocação
turística pode e deve
ser
fortalecida,
mas
de
forma
racional
e
não
predatória.
O
turismo
de
base
comunitária
tem o
objetivo
de
envolver
a
comunidade
na
implantação
de
projetos
e
ações
de turismo
que
respeitem a
realidade
local,
de
modo
que
as
vantagens
trazidas
pela
chegada
dos turistas nessas
regiões
revertam
em
benefícios
concretos
para
os moradores.
NOTISA
–
Em
seu
texto,
você
afirma
que
a
presença
de turistas
urbanos
pode
estimular
a
produção
e o
desenvolvimento
local.
Pode
explicar
como
isso
ocorre?
Enrique Blanco
– A
principal
forma
de participação dos turistas
urbanos
no
desenvolvimento
local
é a melhoria das
condições
de
vida
da
população
residente que ocorre com o
incremento
da
rede
de
comércio
e de
prestação
de serviços, por meio do
consumo
que
a
população
flutuante
de turistas traz
para
esses
locais.
Todo
o
desenvolvimento
de infraestrutura
que
tem o
objetivo
de
atender
o turista,
como
hospitais,
supermercados,
farmácias,
rede
de
transporte,
esgoto,
iluminação,
pavimentação, serve
também
à
população
local.
Desse
modo,
tais
regiões
passam a
ter
no
turismo
uma de
suas
principais
fontes
de
geração
de
emprego
e
renda
e de melhoria das
condições
de
vida
da
população.
Contudo,
para
que
a
comunidade
local
seja
realmente
beneficiada, deve
haver
uma
constante
articulação
entre
o
poder
público,
comércio,
associações,
cooperativas
e outras
entidades.
NOTISA
– Quais as
dificuldades desta estratégia?
Enrique Blanco
– O
problema
é
definir
o
limite
da
influência
positiva
que
o
turismo
traz
para
determinada
região.
Esse
limite
pode
ser
ultrapassado de duas
formas,
que
podem
acontecer
simultaneamente
ou
de
maneira
isolada. Uma delas, a
mais
nítida,
é a transformação do
que
era
considerado
um
“paraíso”,
em
espaços
degradados do
ponto
de
vista
ambiental e
urbano.
Um
exemplo
é
Arraial
do
Cabo,
localizada na
Região
dos
Lagos,
no
Rio
de
Janeiro.
Conhecida
como
a “Pérola
do
Atlântico”,
se transformou,
em
pouco
mais
de uma
década,
numa
cidade
degradada
com
crescimento
desordenado,
consumo
de
drogas,
comércio
desorientado, favelização, focos de
poluição
e violência,
devido
à
desorganização
provocada
por
um
turismo
predatório.
Parte
da areia da Prainha está
ocupada
por
centenas
de
cadeiras
e
quiosques
que
preparam
toda
sorte
de
alimentos
e
bebidas.
O início da Praia Grande foi loteado por trailers e demarcado com cordas
que se estendem pela areia definindo a área de atuação dos vendedores,
que para animar os turistas, aumentam o volume das caixas de som ao
sabor de ritmos variados. O
impacto
negativo
do
turismo
de
massa
desestruturou a
cidade
em
diversos
setores,
não
apenas
no
aspecto
desorganizado de
ocupação
das
praias.
Todavia,
não
apenas
a
degradação
urbana
e ambiental transforma a
vida
das comunidades.
NOTISA –
Há outras
faces negativas de crescimento turístico?
Enrique Blanco
– Outra
forma
de
ultrapassar
a
influência
positiva
do
turismo
é o
crescimento
exacerbado da infraestrutura,
que
vai
muito
além
das
necessidades
da
população
local.
Algumas
regiões
passam a
sustentar
uma infraestrutura
que
atende o
nível
de
luxo
e
conforto
de uma
elite
de turistas,
que
se convencionou
chamar
de “alto-padrão”. Refiro-me,
entre
outros
exemplos,
à
praia
de Jurerê
Internacional,
em
Florianópolis,
onde
o
próprio
nome
já
transformou o
local
em
uma
marca
de
status.
Do
luxo
dos
automóveis
e
motos
importadas desfilando pelas
ruas,
das
mansões
de
centenas
de
metros
quadrados
construídas a
poucos
metros
da
areia,
dos shopping-centers, restaurantes de luxo,
concessionárias
de
automóveis
e
clubes
privê, a
própria
população
local
aproveita
muito
pouco,
ou
quase
nada.
Tais
símbolos
de
conforto
e
requinte
mais
parecem
corpos
estranhos
incrustados à
força
nesses
locais.
Mesmo
os
impostos
arrecadados servem
mais
para
fortalecer
a infraestrutura desses espaços, do
que
realizar
benfeitorias
realmente
necessárias à
comunidade.
Assim, seja
pela
degradação
urbana
e ambiental, seja
pelo
desenvolvimento
de uma infraestrutura
incoerente
com
as
necessidades
locais,
algumas
regiões
são
efetivamente
prejudicadas
pelo
turismo
de
massa
ou
de “alto-padrão”.
NOTISA –
Qual a
solução para tais problemas?
Enrique Blanco
– De fato, para a
implantação
de
práticas
racionais
e sustentáveis de
turismo
deve
haver
um
planejamento
realista
em
relação
ao
que
a
comunidade
efetivamente
precisa,
com
o envolvimento do
poder
público
integrado
com
as
entidades
representativas da
população
local.
Nesses
exemplos
que
fiz
referência,
o
foco
foi
atender
unicamente o turista e
não
à
comunidade,
tanto por
ações
desorganizadas e predatórias, como
por
intervenções
extremamente
ambiciosas e
desproporcionais.
A ideia é
fazer
exatamente
o
contrário.
NOTISA –
O
turismo
quando
não
é
bem
pensado e organizado pode
trazer
danos
para
os
locais.
Poderíamos
dizer
que
pode
ter
efeitos
negativos
diretos
sobre
a
natureza
(desmatamento,
assoreamento,
poluição
do
solo
e da
água)
e
indiretos
sobre
a
população,
por
exemplo,
um
fluxo
grande
de turistas atrai
capital
e muitas
vezes
pode gerar
violência,
consumo de drogas e,
portanto,
descaracterização
da
cultura
local.
Você
fala
da
experiência
da
agricultura
rural
no
Rio
Grande
do
Sul.
Que
medidas
podem
ser
adotadas
para
impedir
que
o
turismo
traga
esses
prejuízos?
Você
vê
na
prática
que
há
um
cuidado
nesse sentido?
Enrique Blanco –
Eu defendo a
perspectiva
do
controle
sobre
o
desenvolvimento
de infraestrutura
em
certos
locais,
de
modo
que
o
limite
seja o
que
a
população
local
de
fato
precisa,
e
não
apenas
a
oferta
de
conforto
ao turista.
Evidentemente,
não
se
trata
de
manter
o
local
em
uma
redoma,
mas
sim,
evitar
a transformação de
certas
comunidades
em
verdadeiros resorts de
alto
luxo,
descaracterizando
quase
por
completo
a
geografia
e o
modo
de
vida
local.
O
que
acontece é que
esse
processo
de
desenvolvimento
para
atender
o turista
não
tem
fim,
ou
seja,
quando
mais
você
constrói
autopistas,
viadutos,
comércio
de
todos
os
tipos,
condomínios,
clubes
e outras “facilidades”,
que
fazem o turista se
sentir
em
casa,
mais
pessoas
afluem
para
esses
locais e
mais
se
precisa
de infraestrura
para
atendê-las, e o
ciclo
vicioso
não
acaba. O
ciclo
de melhorias contínuas
em
regiões
que
eram conhecidas
como
paraísos,
exatamente
porque
eram de
determinada
maneira,
acabam
por
descaracterizar
esses
locais,
transformando-os
em
extensões
artificiais
dos
centros
urbanos.
Mesmo
que
o turista
passe
a
fazer
parte
da
população
permanente,
ele
deve
respeitar
o
modo
de
vida,
a
estrutura
geográfica
e
constituição
histórica
daquele
local
–
aliás,
foram
esses
atributos
que
levaram os turistas
para
essas
regiões.
NOTISA –
Por exemplo?
Enrique Blanco
– No
exemplo
de
Dois
Irmãos,
na
Serra
Gaúcha
(Rio
Grande
do
Sul),
houve o envolvimento
direto
dos moradores
com
o
poder
público
local,
por
meio
de
suas
entidades
representativas
para
que
o
turismo
revertesse
em
benefício
da
comunidade.
Foi identificada a
vocação
turística
local
que,
no
caso,
é o
modo
de
vida
dos
agricultores
familiares.
Criou-se a
Rota
Colonial (secundária), vinculada à
Rota
Romântica (principal),
que
traz turistas
para
a cidade ao
mesmo
tempo
em
que
serve
para
interligar
outras
rotas
temáticas
que
cruzam
toda
a
Serra
Gaúcha.
A ideia de
rotas
temáticas
é
apenas
uma
forma
de
concretizar
um
objetivo
comum.
Na
verdade,
houve uma
integração
muito
bem
pensada,
que
foi
além
dos
limites
locais,
abrangendo uma
política
consistente de
turismo
regional
em
prol
da
comunidade.
Aliás,
quando
digo
benefício
da
comunidade,
não
me
refiro
apenas
aos
recursos
financeiros,
mas,
principalmente,
ao
não
desrespeito
ao
modo
de
vida
local,
ao
espaço
geográfico,
ao
patrimônio
ambiental e cultural.
Como
comentei,
não
se
trata
de
preservar
a
comunidade
numa
redoma
protegida das
influências
externas,
como
num
museu,
mas
sim,
avaliar
a
qualidade
dessa
influência.
A
cultura
é viva e as
trocas
de
conhecimentos,
hábitos
e
costumes
entre
os turistas e os moradores
são
altamente
enriquecedoras
para
ambos.
NOTISA –
Na
sua
opinião,
qual
é o
papel
do
poder
público,
da
iniciativa
privada
e dos
sindicatos
regionais
de
trabalhadores
rurais,
respectivamente,
no
turismo
rural?
Enrique Blanco
– Se
eu
pudesse
resumir
o
papel
desses
atores,
não
apenas
no
turismo
rural,
mas
em
outras
formas
de
turismo,
diria:
integração.
Em
nada
adianta
forçar
o
diálogo
com
base
unicamente
em
interesses
corporativistas. O consenso e a equalização mínima de interesses ocorrem
quando todos os atores percebem que houve ganhos, apesar das concessões
e das mudanças de rumo. Quando estive no V
Fórum
Social
Mundial, ocorrido
em
Porto
Alegre,
em
2005 (o
último
sediado no Brasil), participei
como
ouvinte
de diversas
apresentações
que
formaram
um
eixo
temático,
criado
com
o
seguinte
objetivo:
como
pensar
o
turismo
de
forma
abrangente, envolvendo e engajando os
cidadãos
com
o
objetivo
de
promover
o
desenvolvimento
socioeconômico
local
e
fortalecer
as
culturas
tradicionais, a
partir
da
perspectiva
da sustentabilidade. A
criação
de microrredes de
turismo
de
base
comunitária
em
todo
Brasil contou
com
algumas
experiências
internacionais
e privilegiou,
exatamente,
a
proposta
de
integrar
as
necessidades
das
comunidades
locais
com
a
afluência
do
turismo.
NOTISA –
Como assim?
Enrique Blanco
– O
que
ficou demonstrado é
que
para
equalizar
ações
voltadas ao
desenvolvimento
do
turismo
local,
os
princípios
do
turismo
de
massa
têm
que
ser
evitados,
pois
essa
forma
de
turismo
tem transformado as
experiências
de
turismo
local
em
sérios
problemas
para
as
comunidades
receptoras. Na
verdade,
as
dificuldades
enfrentadas
pelo
turismo
de
massa
são
soluções
para
o
turismo
de
baixo
impacto.
Como
já
citei,
um
dos
exemplos
é a infraestrutura. Obviamente, o turista necessita de
toda
infraestrutura
necessária
para
sua
segurança
e
bem
estar,
mas
o turista
que
se envolve
em
comunidades
que
promovem o
turismo
solidário
ou
de
base
comunitária,
não
espera
nem
deseja
pousadas
altamente
sofisticadas, shopping-centers,
boates,
cybers-cafés,
ou
coisas
do
gênero.
Agir
em
comunidades
tradicionais
com
o
mesmo
modelo
do
turismo
de
massa
provoca
um
impacto
altamente
negativo
para
essas
regiões,
devido
ao
grau
de
sensibilidade
e
fragilidade
do
modo
de
vida
das
populações
locais
e dos
recursos
naturais
da
região.
NOTISA –
Quais são as
conseqüências disso?
Enrique Blanco
– Esse
processo
produz a segregação
espacial
e
social
dos moradores, a
perda
da
posse
de
terra
devido
à
especulação
imobiliária,
a
concentração
de
renda
nas
mãos
de
quem
explora o
comércio
e os
serviços
locais,
a
perda
da
identidade
cultural das
populações
tradicionais,
enfim,
a
drástica
diminuição
da
qualidade
de
vida
local.
Outro
fator
perverso
trazido
pelo
turismo
de massa ressaltado
pelos
participantes do V FSM foi o
uso
da
mão-de-obra
local.
Como
os
serviços
prestados
por
esse
modelo
de
turismo
demandam
conhecimentos
mais específicos do
que
são
oferecidos
pela
população
local,
os
empregadores
dão
preferência
por
mão-de-obra
de outras
regiões
por
causa
da
baixa
formação
técnica
local.
Todavia,
isso
forma
um
círculo
vicioso,
pois
nem
o
poder
público
local,
nem
os
empregadores
investem na
formação
e
capacitação
técnica
da
comunidade,
achando
mais
fácil
e
econômico
importar
mão-de-obra
de outras
regiões.
Quando
muito,
a
mão-de-obra
local
serve
para
executar
funções
menos
qualificadas e
com
baixo
rendimento.
O
poder
público
se omite
em
relação
a
esse
fato,
e o
resultado
é o
aumento
da
pobreza
e da
exclusão
social
dos moradores dessas
localidades.
A
conclusão
é
que
o
turismo
de
massa
é
excludente
e segregador,
quando
sua
lógica
é aplicada
em
locais
que
têm
potencial
para
o
turismo
solidário
ou
de
base
comunitária.
Para
o
desenvolvimento
local
sustentável,
a
lógica
de
implementação,
produção
e
gestão
dos
recursos
humanos
e
naturais
tem
que
ser
totalmente
diversa.
NOTISA –
O
livro
traz na
segunda
parte
a
experiência
de
projetos
de
turismo
comunitário
fomentados
pelo
Ministério
do
Turismo.
Muitos
projetos
são
organizados
por
ONGs e
associações.
Em
sua
opinião,
a
população
local,
de
forma
geral,
realmente é beneficiada
com
as
atividades
de
turismo?
Sabendo
que
há
recursos
financeiros envolvidos nesses
projetos,
não
há a
preocupação
de
que
o
dinheiro
acabe centrado
nos
organizadores
e
que
efetivamente
não
chegue à
população?
Enrique Blanco
– Os
benefícios
diretos
ou
indiretos
que
podem
reverter
para
população
local
dependerão da
forma
de
gestão
dos
projetos.
Assim,
cada
caso
dever
ser
analisado. A
integração
entre
poder
público
e a
comunidade
poder
ser
mediada
por
Ongs,
associações
locais,
institutos,
sindicatos,
ou
por
organismos
como
a Emater,
sem
maiores
problemas.
O
fundamental
é a possibilidade de fiscalização dos
recursos
e a
transparência
das
ações
por
conselhos
de
bairros
que,
de
preferência,
não
tenham
influência
do
organismo
responsável
pela
gestão
dos
recursos.
É
difícil,
mas
a
dificuldade
não
pode
impedir
a
tentativa
de
estabelecer
rotinas
de fiscalização dos
recursos
e das
ações,
por
meio
de
conselhos,
associações
ou
centros
comunitários.
Entendo
que
as
universidades
públicas e
particulares
devem
participar
ativamente
da
integração
entre
comunidade,
poder
público
e
turismo.
Se
não
houver essas
instituições
nas
comunidades,
a
parceria
deve
ser
buscada
com
outros
municípios
que
tenham essa
estrutura,
ou
até
em
nível
estadual.
Linhas
de
pesquisa,
estágios
para
disciplinas
como
turismo,
engenharia
ambiental,
sociologia,
antropologia
e outras
áreas
do
conhecimento
que
estejam envolvidas
direta
ou
indiretamente
com
o
turismo.
A ação deve ser integrada e abrangente, indo além dos limites físicos da
região onde se pretende implantar projetos e ações turísticas.