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Tiago
de Mello, poeta amazonense
Silêncio e Palavra, Edições
Hipocampo, Rio de Janeiro, 1951.
Narciso Cego, Editora José Olympio, Rio de Janeiro, 1952.
A Lenda da Rosa, Editora José
Olympio, Rio de Janeiro, 1956.
Vento Geral (reunião dos livros
anteriores e mais dois inéditos: Tenebrosa Acqua e
Ponderações que faz o defunto aos que lhe fazem o velório), Editora José Olympio, Rio
de Janeiro, 1960.
Faz Escuro mas eu Canto, Civilização
Brasileira, Rio de Janeiro, 1965. 14a edição, 1993.
A Canção do Amor Armado,
Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1966. 7a edição, 1993.
Poesia Comprometida com a Minha e a
Tua Vida, Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1975. 7a edição, 1991.
Os Estatutos do Homem(com desenhos de
Aldemir Martins), Editora Martins Fontes, São Paulo, 1977. 6a edição, 1991.
Horóscopo para os que estão Vivos,
Edição de luxo, ilustrada e editada por Ciro Fernandes, Rio de Janeiro, 1982.
Mormaço na Floresta, Civilização
Brasileira, Rio de Janeiro, 1984. 3a edição, 1993.
Vento Geral, Poesia 1951-1981,
Civilização Brasileira, Rio de Janeiro 1981. 3a edição, 1990.
Num Campo de Margaridas, Civilização
Brasileira, Rio de Janeiro, 1986.
De uma vez por todas, Civilização
Brasileira, Rio de Janeiro, 1996.
Prosa:
Notícia da Visitação que fiz no
Verão de 1953 ao Rio Amazonas e seus barrancos, Ministério da Educação, 1957. 2a
edição, Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1989.
A Estrela da Manhã, Estudo de um
poema de Manuel Bandeira, Ministério da Educação, Rio de Janeiro, 1968.
Arte e Ciência de Empinar Papagaio,
BEA, Manaus, 1984, edição de luxo. 2a edição, Civilização Brasileira, Rio de
Janeiro, 1985.
Manaus, Amor e Memória, Suframa,
Manaus, 1984, edição de luxo. 2a edição, Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 4a
edição, 1989.
Amazonas, Pátria das Águas, Edição
de luxo, bilíngüe (português e inglês), com fotografias de Luiz Cláudio Marigo.
Sverner-Bocatto, São Paulo, 1991.
Amazônia, a Menina dos Olhos do
Mundo, Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1992.
O Povo Sabe o Que Diz, Civilização
Brasileira, Rio de Janeiro, 2a edição, 1993.
Borges na Luz de Borges, Pontes
Editores, São Paulo, 1993.
No Exterior:
Madrugada Campesina, Arco CEB,
Santiago do Chile, Tradução de Armando Uribe, 1962.
Poemas, Tradução de Pablo Neruda,
ilustração de Eduardo Vilches, edição de luxo, fora do comércio, 1962.
Horóscopo, Edição Mario Toral,
Santiago do Chile, 1964.
Os Estatutos do Homem, Edições ITAU,
Lisboa, 1968.
Los Estatutos del Hombre, Club de
Grabado, Montevideo, 1970.
What Counts is Life, Geo Pflaum
Publisher, USA, 1970. 2a edição, 1972.
Canto de Amor Armado, Ediciones
Crisis, Buenos Aires, 1973.
Poesia Comprometida com a Minha e a
Tua Vida, Moraes Editora, Lisboa, 1975.
A Canção do Amor Armado, Moraes
Editora, Lisboa, 1975.
Dio Statuten des Menschen, Peter
Hammer Verlag, Wuprttal RFA, 1976.
Gesang der Bewffneteten Lieben, Peter
Hammer Verlag, Wuperttal, RFA, 1984.
Os Estatutos do Homem, divulgação do
Correio da Unesco, tradução para mais de trinta idiomas, 1982.
Poesia de Thiago de Mello, Casa de Las
Américas, La Habana, Cuba, 1977.
Chant de l'amour Armé, Cerf, Paris,
1979.
Amazonas, Land of Water, Tradução de
Charles Cutler, In The Massachusets Review, USA, 1986.
Statutes of Man, Selected Poems,
Tradução de Richard Chappel, Spenser Books, London, England, 1994.
Traduções:
Antologia Poética de Pablo Neruda,
Letras e Artes, Rio de Janeiro, 1963.
A Terra Devastada e os Homens Ocos, de
T.S. Eliot, edição bilingue, fora de comércio, Santiago do Chile, 1964.
Salmos, de Ernesto Cardenal,
Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1983.
Poesia Completa de Cesar Vallejo,
Philobiblion, Rio de Janeiro, 1985.
Sóngoro Cosongos e outros poemas, de
Nicolás Guillén, Philobiblion, Rio de Janeiro, 1986.
Debaixo dos Astros, Poesia de Eliseo
Diego, Hucitec, São Paulo, 1994.
Versos do Capitão, de Pablo Neruda,
Bertrand Brasil, Rio de Janeiro, 2a edição, 1994.
Cântico Cósmico, de Ernesto
Cardenal, Hucitec, São Paulo, 1996.
Discos:
Poesias de Thiago de Mello, Discos
Festa, Rio de Janeiro, 1963.
Die Statuten des Menschhen, Cantata
para orquestra e coro, música de Peters Jansen, RFA, 1976.
Thiago de Mello

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