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Poesias e Crônicas |
Ano I - Nº8 - novembro de 2000 |
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Pó Raul Prates Rua, lixo,
esgoto abandono Mulheres,
crianças e velhos abandonados Caras, bocas e
prantos Jogados,
jorrados marcados Sol, chuva,
frio Tempo imperdoável Praças,
limbos Ruas e
labirintos esquecidos Cheiro de
pneus queimados Fumaça,
nuvens poluição O que não
recicla (é vida?) Cicla o ciclo Da era do pó (que somos
e viemos) Raul Prates, é poeta?
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Leia as crônicas: Quem guarda o sono do vigilante?
O guerreiro de cabelos espetados Poesias: |