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Poesia |
Ano I - Nº12 - março de 2001 |
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Carnaval A carne maluca treme e geme na avenida. Quebra de tradição, mocidade e velhas guardas unidas num
ritmo alucinante. Em passarelas, quesitos e alegorias Difusão de destaques, Baco e plumas se somam Odiar e não amar puro pecado... Sempre
tem aquele que quer entrar no trenzinho. O diabo está apenas no detalhe... Raul Prates é
poeta e sempre que pode pula carnaval.
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