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Estamos sendo observados de longe,
pela solidão. Ela
procura parceiros
para
aumentar sua área
de atuação. É importante
que nos
próximos
anos ela
consiga
captar o maior
número
possível de interessados, pois
isso
ampliará ainda mais o
seu poder.
A meta
é agressiva. Estima-se conquistar
interessados nas pequenas e grandes
organizações. Também
há um projeto
para
atingir as pequenas e pacatas
cidades,
além de acelerar a
solidão
nas grandes metrópoles.
O trabalho promete ser intenso,
o sonho da solidão é
atingir
o maior número
possível
de adeptos. O foco
são
as pessoas. O plano
estratégico
inclui pessoas fragilizadas, ocupadas
demais
com o trabalho,
senhores
de suas convicções,
teimosos,
arrogantes e principalmente
aquelas pessoas que
insistem em esquecer de
si
mesmas.
Nada
mais
fácil
do
que
conquistar
êxito
nessa
meta,
afinal
as
estatísticas
comprovam
que
cada
vez
mais
o
planeta
está sendo habitado
por
pessoas
desavisadas
sobre
sua
real
missão.
A
maioria,
não
perde
tempo
em
olhar
para
si
mesmo,
dessa
forma
não
ficará sabendo,
tão
cedo,
do
que
realmente
precisa.
Um
dia,
porém,
não
saber
sobre
si
mesmo,
poderá
significar
ser
um
imenso
imã,
ideal
para
atrair
a solidão!
O
objetivo
da
solidão
é
diminuir
o nível
de
energia,
de
vitalidade
e,
portanto
de produtividade dos
seus
adeptos.
Isso
significa,
que
na
grande
maioria
das
vezes,
as
pessoas
estarão reclusas, confusas,
distantes
e
fora
do
eixo.
O
resultado,
para
as
organizações
é
desastroso.
Todos
os
departamentos
já
contaminados
pela
solidão,
independente
do
número
de colaboradores, estão correndo
risco.
Para
muitos
empresários,
esse
é
um
assunto
quase
ridículo.
Para
outros,
no
entanto,
é
um
assunto
que
define o
momento
certo
de uma
intervenção.
A
prevenção
cabe a
cada
um
de
nós.
Onde
quer
que
estejamos, o
que
quer
que
façamos,
tudo
refletirá no
futuro.
A solidão
é, pois,
uma
colheita,
que
poderemos
escolher
não
colher.
Irlei Wiesel -
blog: http://irleiwiesel@blogspot.com
Antes
de qualquer
coisa,
somos gente,
e depois
somos profissionais!
Irlei Wiesel
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