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Parece que algumas pessoas
vieram para este mundo com a função específica de dificultar
as coisas. Para elas prevalece a idéia do quanto pior,
melhor. Se ocupam em estragar tudo, colaborando com afinco
para piorar as coisas, tentando provar para outras pessoas
de que tudo é péssimo, que nada dá certo, mesmo quando a
realidade mostra o contrário.
São pessoas condicionadas para destruir, desestabilizar,
apontar defeitos, nem que sejam inventados. Mostram-se
incapazes de conviver com o sucesso alheio e partem para o
ataque, levantando suspeitas sobre quem querem destruir, não
medindo as conseqüências de seus atos. Vale qualquer
artifício, mesmo os mais sórdidos, desde que isso contribua
para atingir o alvo, a pessoa que deseja destruir. A inveja
as transforma em monstros travestidos de seres humanos. Não
importa a que custo!
Quando direcionam seu ódio e despeito, simplesmente embarcam
em qualquer proposta malévola. São capazes de criar as mais
absurdas estratégias para atingir o foco de seu ódio. A
missão de vida é denegrir aqueles que elegem como inimigos
ou adversários, passando a agir freneticamente, até mesmo de
forma caricata, perdendo a noção do ridículo, o senso ético.
Não raro acabam sendo motivo de chacota, pois, proporcional
ao ódio que destilam, mostram-se frágeis e, invariavelmente,
são desmascarados, passando por situação vexatórias, que ao
invés de influenciar para que abandonem este comportamento
negativo, acabam amplificando a usina de rancor que
instalaram dentro de si.
Nunca elogiam, porque são incapazes de sentimentos nobres.
Tentam ganhar credibilidade e admiração, não por méritos
seus (talvez por terem plena consciência que não existem),
mas sempre apontando (muitas vezes de maneira mentirosa e
inescrupulosa) as falhas dos outros. Nos meios políticos, há
grande concentração deste tipo. Em ano de eleição, se
multiplicam. De uma hora para outra, como num passe de
mágica, aparecem milhares delas. Sempre se apresentam como
oposição. Com freqüência aparecem na imprensa com acusações
bombásticas, fazendo declarações, na imensa maioria das
vezes inverídicas.
Classificam-se como defensores do povo, mas sua plataforma
política é construída na mentira, no jogo sujo, na
desagregação, criando mal estar e insegurança nas pessoas
comprometidas com o bem da população, preocupadas com o
destino do dinheiro público e empenhadas em fiscalizar a
qualidade dos serviços. Sempre demonstram que, para elas,
quanto pior, melhor! Interessante, é que muitos deles já
estiveram do outro lado, fizeram parte de administrações
passadas, e naquela ocasião, não demonstraram preocupação
alguma. Nunca fiscalizaram nada, nem mesmo quando foram
feitas denúncias comprovadamente verdadeiras a respeito do
mau uso do dinheiro público. Responsabilidade, honestidade,
ética e comprometimento com o bem comum, são características
inerentes do caráter e da personalidade. Elas não podem de
maneira alguma, oscilarem por conveniência, dependendo do
lado em que estão, ou dos objetivos que querem alcançar!
Neste ano de eleição, convém ficarmos atentos e precavidos!
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