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ISSN 1678-8419         última atualização em: quinta-feira, 02 de dezembro de 2010 21:05:53                                               

 
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Socioambiental

Mudanças climáticas brasileira: impactos ambientais e as nossas expectativas para este novo século

SILVA, M.A1; KAYSER, A. M2; CARDOSO, E3.

publicado em 02/12/2010

  

RESUMO


 

Ao decorrer dos anos é constatado o aumento da temperatura por meio da emissão de gases de efeito estufa (GEE), segundo pesquisadores seriam prejudiciais a atmosfera e ao seu ecossistema, causando alguns impactos ambientais como também a agressão da saúde humana. Hoje as Mudanças Climáticas e os Impactos Ambientais são temas amplamente discutidos por todas as comunidades internacionais, por acreditarem em se tratar de temas fundamentais para uma mudança de mentalidade consumista, capitalista sem nenhuma responsabilidade social para com o ecossistema. A intenção deste artigo é refletir sobre as mudanças climáticas ocorridas no Brasil.
 

Palavra Chave: Mudanças Climáticas; Meio Ambiente; Sociedade; Educação

ABSTRACT

Over the years, is found the temperature rise through the emission of greenhouse gases (GHG), according to researchers would be harmful to the atmosphere and its ecosystem, causing some environmental impacts but also the aggression of human health. Today Climate Change Impacts and Environmental issues are widely discussed by all the international communities, they believe it is fundamental issues for a change of mentality of consumerism, capitalism without social responsibility to the ecosystem. The intention of this paper is to discuss climate change that occurred in Brazil.


 

Keyword: Climate Change, Environment, Society, and Education


 


 

Introdução:

O referido artigo surge com a finalidade de reflexão sobre as mudanças climáticas ocorridas no Brasil. Sabemos que no artigo 225 da Constituição Federal Brasileira de 1988, da Lei da Política Nacional do Meio Ambiente (Lei Federal 6.938/81) diz:

“todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para às presentes e futuras gerações.”

Porém, na maioria das vezes o fenômeno de destruição, agressão ao meio ambiente, é de cunho cultural, político e principalmente econômico.

REFLITAMOS A CARTA: Do Cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce) no ano 1855, depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz mais de um século e meio. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade.

    

"O grande chefe de Washington mandou dizer que quer comprar a nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também da sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade. Nós vamos pensar na sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará a nossa terra. O grande chefe de Washington pode acreditar no que o chefe Seattle diz com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na mudança das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas, elas não empalidecem. Como pode-se comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia é estranha. Nós não somos donos da pureza do ar ou do brilho da água. Como pode então comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre as coisas do nosso tempo. Toda esta terra é sagrada para o meu povo. Cada folha reluzente, todas as praias de areia, cada véu de neblina nas florestas escuras, cada clareira e todos os insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na crença do meu povo. Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um torrão de terra é igual ao outro. Porque ele é um estranho, que vem de noite e rouba da terra tudo quanto necessita. A terra não é sua irmã, nem sua amiga, e depois de exaurí-la ele vai embora. Deixa para trás o túmulo de seu pai sem remorsos. Rouba a terra de seus filhos, nada respeita. Esquece os antepassados e os direitos dos filhos. Sua ganância empobrece a terra e deixa atrás de si os desertos. Suas cidades são um tormento para os olhos do homem vermelho, mas talvez seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que nada compreende. Não se pode encontrar paz nas cidades do homem branco. Nem lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem na primavera ou o zunir das asas dos insetos. Talvez por ser um selvagem que nada entende, o barulho das cidades é terrível para os meus ouvidos. E que espécie de vida é aquela em que o homem não pode ouvir a voz do corvo noturno ou a conversa dos sapos no brejo à noite? Um índio prefere o suave sussurro do vento sobre o espelho d'água e o próprio cheiro do vento, purificado pela chuva do meio-dia e com aroma de pinho. O ar é precioso para o homem vermelho, porque todos os seres vivos respiram o mesmo ar, animais, árvores, homens. Não parece que o homem branco se importe com o ar que respira. Como um moribundo, ele é insensível ao mau cheiro.Se eu me decidir a aceitar, imporei uma condição: o homem branco deve tratar os animais como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo que possa ser de outra forma. Vi milhares de bisões apodrecendo nas pradarias abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais valioso que um bisão, que nós, peles vermelhas matamos apenas para sustentar a nossa própria vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem os homens morreriam de solidão espiritual, porque tudo quanto acontece aos animais pode também afetar os homens. Tudo quanto fere a terra, fere também os filhos da terra. Os nossos filhos viram os pais humilhados na derrota. Os nossos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio e envenenam seu corpo com alimentos adocicados e bebidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos os nossos últimos dias. Eles não são muitos. Mais algumas horas ou até mesmo alguns invernos e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nestas terras ou que tem vagueado em pequenos bandos pelos bosques, sobrará para chorar, sobre os túmulos, um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso. De uma coisa sabemos, que o homem branco talvez venha a um dia descobrir: o nosso Deus é o mesmo Deus. Julga, talvez, que pode ser dono Dele da mesma maneira como deseja possuir a nossa terra. Mas não pode. Ele é Deus de todos. E quer bem da mesma maneira ao homem vermelho como ao branco. A terra é amada por Ele. Causar dano à terra é demonstrar desprezo pelo Criador. O homem branco também vai desaparecer, talvez mais depressa do que as outras raças. Continua sujando a sua própria cama e há de morrer, uma noite, sufocado nos seus próprios dejetos. Depois de abatido o último bisão e domados todos os cavalos selvagens, quando as matas misteriosas federem à gente, quando as colinas escarpadas se encherem de fios que falam, onde ficarão então os sertões? Terão acabado. E as águias? Terão ido embora. Restará dar adeus à andorinha da torre e à caça; o fim da vida e o começo pela luta pela sobrevivência. Talvez compreendêssemos com que sonha o homem branco se soubéssemos quais as esperanças transmite a seus filhos nas longas noites de inverno, quais visões do futuro oferecem para que possam ser formados os desejos do dia de amanhã. Mas nós somos selvagens. Os sonhos do homem branco são ocultos para nós. E por serem ocultos temos que escolher o nosso próprio caminho. Se consentirmos na venda é para garantir as reservas que nos prometeste. Lá talvez possamos viver os nossos últimos dias como desejamos. Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará a viver nestas florestas e praias, porque nós as amamos como um recém-nascido ama o bater do coração de sua mãe. Se te vendermos a nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca esqueça como era a terra quando dela tomou posse. E com toda a sua força, o seu poder, e todo o seu coração, conserva-a para os seus filhos, e ama-a como Deus nos ama a todos. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é querida por Ele. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum. (Cacique Seattle, 1855).



 

Desde o século XIX, já era percebido mudanças climáticas, a nível global causadas por ações humanas e pela evolução industrial. Ao decorrer dos anos é constatado o aumento da temperatura por meio da emissão de gases de efeito estufa (GEE), segundo pesquisadores seriam prejudiciais a atmosfera e ao seu ecossistema, causando alguns impactos ambientais como também a agressão da saúde humana. Hoje as Mudanças Climáticas e os Impactos Ambientais são temas amplamente discutidos por todas as comunidades internacionais, por acreditarem em se tratar de temas fundamentais para uma mudança de mentalidade consumista, globalizada sem nenhuma responsabilidade social para com o ecossistema. Já sabemos que o planeta Terra pede socorro! Pois, não agüenta mais com a emissão de gases de efeito estufa, queimada de matas, desmatamento, o aquecimento global, ou seja, tudo com finalidade de destruição do ecossistema. Porém, grande parte da população como de empresas irresponsáveis e algumas mídias insistem em não dar a devida importância às mudanças climáticas ocorridas nos últimos séculos. Apesar de já existir políticas internacionais, com diretrizes que visam instalar uma comissão e uma política de redução de poluentes ambientais percebe-se ainda é pouco o que tem sido feito contra as agressões ao meio ambiente. Verifica-se OMS/ECO-92, convenção sobre mudanças climáticas.

Cientistas de 120 países, pertencentes ao Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Começaram a se preocuparem efetivamente com os acontecimentos recentes como o furacão Katrina, que destruiu grande parte de Nova Orleans; ainda a onda de calor na Europa quando foi registrado mais de 35 mil mortes, o Catarina, que atingiu o sul do Brasil, e outros tantos acontecimentos climáticas em escala global. Portanto; é constatado que não são fatos isolados exclusivos de países pobres.

A grande questão hoje é: como nos relacionar com as tecnologias industriais sem agredir o meio ambiente? Quais seriam as políticas sociais desenvolvidas pela sociedade sobre a conscientização educacional referente ao ecossistema e meio ambiente local? Quais seriam as políticas adotadas para redução do efeito estufa por países de primeiro mundo?

Quais são as contribuições da sociedade brasileira referente as mudanças climáticas e seus impactos? Os políticos brasileiros têm desenvolvido políticas eficazes para o combate das mudanças climáticas visando a saúde o bem estar da sociedade?

A intenção não é ter um consenso entre indústrias, sociedade, setor público, referente a agressão ambiental, mas sim levantar questionamentos pertinentes a contribuição, dada por cada setor no combate, da agressão ambiental, no combate do efeito estufa. Temos sim o objetivo em avaliar, todo o cenário de mudanças climáticas e ambientais em escala global, mas principalmente suas incertezas para o Brasil. No mais! Temos a intenção te tentar identificar recursos que podem ser desenvolvidos e utilizados como forma de diagnóstico, e intervenção sobre as interferências humanas no processo natural do planeta Terra.

Segundo pesquisa do “IBGE 2000” é precário e existem poucos Aterros Sanitários e os lixões em todo Brasil. Ainda alertam que de forma geral são depósitos de resíduos altamente contamináveis para o solo, e podem trazer muitos prejuízos para a saúde pública. Não nos esqueçamos da recente tragédia ocorrida no Estado do Rio de Janeiro “2010”. Portanto antes mesmo fomentar a constituição de um fórum nacional, ou amplas discussões referentes às mudanças climáticas ocorridas no Brasil, devemos sim, nos preocupar com o básico, com as comunidades de base e com a educação da sociedade, pois é verificável que todo problema esta na produção di lixo familiar, ou seja, precisamos investir significativamente na educação ambiental, na educação do sujeito, conscientizando-o da sua participação e co-responsabilidade com o ecossistema.


 

O clima e seus ciclos


 

Muitas variações climáticas são fenômenos naturais. Porém a outra grande maioria destas variações climáticas são fatos produzidos pela ação e interferência humana. Muitas destas ações ocorrem quando o sujeito joga uma sacola de lixo na rua entupindo o bueiro, quando o sujeito joga uma lata de cerveja em um terreno baldio, quando a queimadas, não programas que atingem o meio ambiente, quando há despejo de lixo industrial em um rio, ou lago ou até mesmo no litoral brasileiro. “A preservação do meio ambiente é essencial para a qualidade de vida. Não se pode falar em qualidade de vida humana sem uma adequada conservação do ambiente”. (PRADO, 2001, P.25) Portanto chega-se a uma pré-conclusão que para combater estes vícios deveríamos trabalhar efetivamente a educação ambiental, seja a nível acadêmico, no âmbito social, público ou ainda no setor privado.

A questão é devemos como desenvolver uma política eficaz que conscientiza a sociedade da sua responsabilidade para o meio ambiente. Acredito que não devemos ficar buscando dados em fenômenos ocorridos, mas devemos implantar diretrizes educacionais capazes de mudar o hábito da sociedade perante o meio ambiente. Segundo as orientações do Programa para o Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP), o clima do planeta estará comprometido no próximo século, conseqüentemente a o futuro da humanidade, pois o bem estar da humanidade depende fundamentalmente do desenvolvimento sócio-econômico que este intimamente ligado ao desenvolvimento ambiental e seus possíveis impactos.


 

A Convenção do Clima: Porque que não é um sucesso?


 

O homem, ao mesmo tempo, é criatura e criador do meio ambiente (Conferência Estocolmo – 1972)

 

No Brasil existe a lei 6.938, regulamentada pelo decreto 99.274, de 6 de junho de 1990, institui também o Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA), constituído por órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos municípios e pelas fundações instituídas pelo poder público, responsáveis pela proteção e melhoria da qualidade ambiental, conforme a seguinte estrutura:

____Órgão superior: conselho de governo

____Órgão consultivo e deliberativo: Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA)

____Órgão central: Ministério do Meio Ambiental (MMA)

____Órgão executor: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA)

____Órgãos seccionais: órgãos ou entidades estaduais responsáveis pela execução de programas, projetos e pelo controle e fiscalização de atividades capazes de provocar a degradação ambiental;

____Órgãos locais: órgãos ou entidades municipais, responsáveis pelo controle e pela fiscalização dessas atividades, nas suas respectivas jurisdições.

Princípio da Intervenção Estatal Obrigatória na Defesa do Meio Ambiente, Esse princípio está inscrito no item 17 da Declaração de Estocolmo de 1972 e no art. 227, caput, da Constituição Federal(24) e decorre da natureza indisponível do meio ambiente, acima referida.

Princípio da Participação Popular na Proteção do Meio Ambiente, 10 da Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento de 92.

Princípio da Garantia do Desenvolvimento Econômico e Social Ecologicamente Sustentado, Conferência das Nações Unidas de 1992.

Princípio da Função Social e Ambiental da Propriedade A função social da propriedade foi reconhecida expressamente pela Constituição de 1988, nos arts. 5º, inc. XXIII, 170, inc. III e 186, inc. II. Código Florestal (Lei Federal 4.771/65).

Princípio do Respeito à Identidade, Cultura e Interesses das Comunidades Tradicionais e Grupos Formadores da Sociedade Esse Princípio decorre de previsão expressa no item 22 da Declaração do Rio de 1992 sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento e no art. 216 da Constituição Federal.

Ainda encontramos a nível mundial a Convenção do Clima (UNFCCC), assinada por mais de 150 países durante a Conferência Rio-92, foi implementada utilizando-se o Princípio da Precaução devido aos possíveis impactos sobre a vida no planeta.

As convenções, como diretrizes teriam como princípio apoiar a implementação de projetos, como investimento na educação ambiental, e conscientizar a sociedade no processo do cuidar da terra. Porém não é muito eficaz a prática da Lei, talvez a lacuna para o não cumprimento da lei esta na conscientização do sujeito, na concepção de educação ambiental que o sujeito tem.


 

Quais são os Impactos das mudanças climática no Brasil.


 

Sabemos que no Brasil de forma especial as conseqüências climáticas mais conhecidas são a seca, tempestades com inundações, como acontece freqüentemente na região Sul, Sudeste do Brasil. Porém estes fenômenos estão interligados a queimadas sem planejamento, o uso da terra sem o devido cuidado com a terra, na produção agrícola, ainda temos o uso das barrancas de nossos rios de forma irregular, o uso de rios para irrigação. Ainda temos a poluição urbana, esta feita por indústrias e seus lixos industriais, lixos hospitalares, lixos domésticos depositados sem o devido manejo e cuidado, e por fim a falta de planejamento urbano.

Portanto; devemos ter um cuidado muito especial com a saúde publica, quando não bem cuidada a saúde publica poderá ficar exposta a doenças como a malária, febre amarela, encefalite etc., as quais poderão sim começar a fazer parte do cotidiano do Brasil. Isto fica mais evidente quando observamos as previsão atual do (IPCC), baseada num aquecimento de 3 - 50 C para os próximos 100 anos, e uma destas conseqüências do aquecimento climático é a qual foi relatada a cima. O (IPCC) ainda informa que apesar da tendência mundial de redução da mortalidade infantil, o mundo urbanizado de forma especial o Brasil deverá se preocupar com doenças infecciosas como malaria, dengue e cólera, pois são doenças que estão associadas ao aquecimento global, pois se não haver medidas preventivas eficazes haverá sérios problemas ambientais urbanos caso isto não ocorra. Hoje existe a necessidade da sociedade global se sensibilizar para os problemas das mudanças climáticas, pois é preciso que imediatamente aconteça uma mudança de postura é claro que esse planejamento deverão ser contemplar com programas e projetos os quais visam melhorar as condições urbanas, e suas infra-estruturas. No Brasil existe uma conscientização educacional da preservação ao meio ambiente muito positiva perante ações adotadas por outros países.

Conclusões

O Brasil já deu os primeiros passos! Pois estabeleceu dentro da Constituição Federal Lei o combate eficaz aos crimes ambientais. Porém, os desafios são grandes, as mudanças climáticas acontecem diariamente existindo uma exposição a diversos fatores de riscos como a questão da acumulação de gases do efeito estufa, ou seja, qualquer ação que visa à construção de um ambiente saudável acontece contra o próprio tempo, pois a agressão dada ao meio ambiente é tão grande que devemos combatê-la constantemente. Sabemos que não é possível em curto prazo evitar mudanças climáticas como ocorridas nos últimos anos. Precisamos sim! De políticas públicas cônscias com uma intervenção de "adaptação" apropriada. Para que exista uma redução ao máximo dos impactos ambientes. As mudanças e discussões no combate do crime ambiental devem acontecer a nível das três esferas “municipal, estadual, federal”. Cada qual assumindo a sua devida responsabilidade e todas as três esferas assumindo a responsabilidade de conscientização da sociedade, havendo debates abertos e eficaz, visando sempre o bem estar da sociedade. Em nossas discussões deverão estar presente dois temas fundamentais as mudanças climáticas e o processo de globalização. Guimarães aponta; que as populações de classe média baixa, ou seja, pobres teriam maior capacidade de adaptarem-se por se tratar de pessoas excluídas dos sistemas, pois estas pessoas buscam formar uma rede de solidariedade mútua.

Portanto; as três esferas do governo deveriam olhar para esta massa e buscar desenvolver um processo de educação ambiental, conscientizando-os das suas responsabilidades para com o meio ambiente.

 

Referências:

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Marengo. J A. Mudanças climáticas globais e seus efeitos sobre a biodiversidade: caracterização do clima atual e definição das alterações climáticas para o território brasileiro ao longo do século XXI. Brasília: MMA; 2007.

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1Marco Aurélio da Silva (UFSM/UFRGS/UNICID) Graduado em Filosofia, Especialização em Educação Ambiental/Gestão Municipal/Gestão Educacional

Aristéia Mariane Kayser (UFSM/FACISA/UNICID) Graduada em Enfermagem, Especialização em Educação Ambiental/Urgência Emergência e Trauma/Gestão Educacional

Evandra Cardoso (FASB) Mestre em Psicologia Clínica; Professora de Graduação do Curso de Psicologia

E-mail:ma22@zipmail.com.br;k0132@hotmail.com; evandracardoso@fasb.edu.br
 

 

 
  

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Aristéia Mariane Kayser (UFSM/FACISA/UNICID) Graduada em Enfermagem, Especialização em Educação Ambiental/Urgência Emergência e Trauma/Gestão Educacional

Evandra Cardoso (FASB) Mestre em Psicologia Clínica; Professora de Graduação do Curso de Psicologia

 
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