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RESUMO
Deste o descobrimento do Brasil em 1500, sofremos a degradação do meio
ambiente. Sabemos; que não existe uma política educacional efetiva, uma
vez que o sistema educacional não prioriza a educação ambiental. Tendo
como propósito educar e conscientizar o indivíduo ou a sociedade quanto
urgência de preservação do Meio Ambiente, foi instituída a lei
9.605/98 “Vida ou Lei dos Crimes Ambientais” de forma positiva pune o
infrator que comete Crimes Ambientais, percebe-se a legislação é
moderna, sabemos que tem falha, mas quando bem aplicada à mesma reduzirá
em muito os déficits Ambientais.
Palavra Chave:
Educando; Educação Ambiental; Preservação; Valores
ABSTRACT
Therefore the discovery of
Brazil in 1500, suffered the degradation of the environment. We know,
that there is an effective educational policy, since the educational
system does not prioritize environmental education.
With the intent to educate and educate the individual or society as
urgency of preserving the environment, was introduced to the law 9605/98
"Life or the Environmental Crimes Law" in a positive way that punishes
the offender committing environmental crimes, we see the legislation
is modern, we know that is at fault, but when properly applied to the
same potentially reduce the environmental deficits.
Keyword: Parenting; Environmental Education;
Preservation;Values
A práxis do
homem não é atividade prática contraposta à teoria; é determinação da
existência humana como elaboração da realidade.
Karel Kosik
INTRODUÇÃO
O
artigo 225 da Constituição Federal Brasileira de 1988,
da Lei da Política Nacional do Meio Ambiente (Lei Federal 6.938/81) diz:
“todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de
uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao
Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para
às presentes e futuras gerações.”
Na sociedade capitalista do século XXI a questão da Educação Ambiental
como da Gestão Ambiental é um paradigma emergente, pois vem discutir as
questões complexas do Meio Ambiente e conseqüentemente a contribuição
dos formadores na formação do sujeito. Pois a Educação Ambiental tem
como ponto de partida uma reflexão critica da contribuição do sujeito
para com o Meio Ambiente. O presente texto propõe reflexões sobre a
formação ética, social e profissional do sujeito. Esta formação que é
transmitida por meio do Educador/Orientador ambiental na perspectiva
sócio-ambiental, em uma visão interdisciplinar e multidisciplinar.
Existe uma necessidade emergencial de desenvolver um trabalho reflexivo
e que contribua na formação dos Educadores sejam estes de Rede Pública,
Privada, e os que atuam diretamente com a Educação Ambientais.
Entende-se a educação como um processo que forma sujeitos conscientes da
sua participação efetiva no ecossistema. Sabemos que a sociedade esta
sedenta de novos caminhos de um novo olhar reflexivo, de um saber cuidar
segundo Leonardo Boff, porém nos propomos a refletir a cerca do
problema assim desencadeando ações e reflexões acerca da promoção e
prevenção do problema. Percebe-se a necessidade de identificar e
estudar os problemas surgidos pelas ações dos homens e assim propor uma
ação-reflexão-ação, ou seja, uma conscientização a cerca dos problemas.
O que percebemos é a fragmentação do Ser
Humano e de seus valores! Neste sentido percebe-se que
muitas pessoas têm se mostrado preocupadas, com a decadência e atual
crise que o na qual o sujeito se encontra. A reflexão a cerca da teoria
de (Brandão, 2007) poderá auxiliar na nossa interpretação sobre o
fenômeno considerado exploração da natureza. Dentro da reflexão de
Brandão e da minha proposta de pesquisa o Educador é fundamental na
formação do sujeito. Pois, este educador tem uma função social dentro
da Educação Ambiental (EA), o mesmo é portador de uma visão mais
adequação do mundo a qual deverá automaticamente estar em sintonia com a
proposta da Educação Ambiental.
Hoje é necessário que reflitamos e re-pensamos a nossa contribuição com
o ecossistema. A intenção na é propor
mudanças para a população mundial. Neste sentido os Programas, como o
Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNEA), nos oportuniza uma
maior compreensão da mobilização social existente entre educadores
ambientais, educandos e conseqüentemente sociedade a nível de sociedades
locais e suas realidades as quais visam subsidiar a elaboração ou
implementação das Políticas e Programas estaduais de EA.
Acredita-se ainda ser possível investigar os
problemas que norteiam a Educação Ambiental dando formas efetivas para a
humanização do Ser Humano. Para que o mesmo possa refletir sobre a sua
contribuição para a (EA). Busca-se identificar ações e fatores que
contribuam para conscientização critica do sujeito dentro das
perspectivas da (EA) refletindo sobre a relação entre Ciência e
Tecnologia e Sociedade. Para que o sujeito possa desenvolver uma
reflexão critica da sua contribuição para com o ecossistema faz se
necessário que analisemos as grades curriculares das nossas escolas e
dos nossos Centros Acadêmicos. Segundo Riojas (2003) “o debate
sobre o apreender a apreender a complexidade ambiental no espaço
universitário sucede em analisar o paradigma subjacente à forma em que
se propõem os temas de pesquisa e aos programas de docência e de serviço
que são oferecidos”.
A proposta deste artigo é refletir a preservação do solo da água, dentro
do currículo escolar. Pois, sabemos que
existe na sociedade atual uma necessidade de preservação do solo e da
água e seus recursos. Porém, deparamos com uma questão de crime contra a
fauna, crime contra o meio ambiente, visando sempre atividades
econômicas com base no capitalismo, desrespeitando o ecossistema. Estas
atividades econômicas muitas vezes surgem por parte de empresas
irresponsáveis.
Mas, observamos que existe uma política forte no combate as crimes
ambientais, visando revitalizar a fauna brasileira, principalmente solos
de algumas regiões que são explorados, não sendo respeitado o clima
local, o relevo, as plantas regionais, enfim existe uma degradação do
solo. Não há como dissociar o solo da água. ambos depende um do outro e
o meio ambiente depende de todo este ecossistema. Portanto; devemos
desenvolver políticas eficazes que dê ao ecossistema equilíbrio, o qual
venha a garantir sustentabilidade do ambiente. Mas antes de tudo,
devemos estabelecer diretrizes as quais garantam uma ocupação do meio
físico.
Assim é que surge a Educação Ambiental, a qual tem uma de suas funções à
conscientização da sociedade, e esta conscientização se da na forma de
reeducação do sujeito. Para isto estamos refletindo uma nova proposta de
inserção/implantação desta temática dentro dos currículos escolares por
meio de pré-projetos ambientais, de revitalização do ambiente como um
todo. Sabemos que é um processo lento, porém este processo educativo
deve sim ser tão logo aderido, pois ao contrário as conseqüências, ao
meio ambiente poderão se tornar devastadoras, e conseqüentemente o homem
sofrerá este impacto.
CARACTERÍSTICAS DOS SOLOS E SUAS RELAÇÕES AMBIENTAIS
A minha explanação será pautada na, ECO-92 e no decreto n° 99.274, de
6 de junho de 1990
que regulamenta a Lei n° 6.902, de
27 de Abril de 1981,
e a Lei n° 6.938, de 31 de Agosto de 1981,
que dispõem, respectivamente, sobre a criação de Estações Ecológicas e
Áreas de Proteção Ambiental e sobre a Política Nacional do Meio
Ambiente, e dá outras providências.
Artigo 35 - Serão impostas multas de 308,50 a
6.170 BTN, proporcionalmente à degradação ambiental causada, nas
seguintes infrações:
(...) II - causar poluição do solo que torne uma área, urbana ou rural,
imprópria para a ocupação humana;
Quando falamos em características do solo, devemos também refletir a
resposta da vegetação às condições ambientais que é constituído o
ambiente regional daquele solo. Sabemos que o clima tem sua participação
fundamental na formação do solo!
Depois, de várias pesquisas chega-se a conclusão que: o solo é capaz de
reciclar o seu ambiente. Porém, isto não nos autoriza a agredir, a
destruir o meio ambiente local. A Lei nº 6.938/81, já define poluição
como a degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que,
direta ou indiretamente prejudicam a saúde, a segurança e o bem estar da
população. O conceito de poluição é amplo e abrange todos os tipos de
poluição da água, do ar, da terra, visual e sonora. Baseado na teoria de
Freitas (1998) podemos dizer que a poluição do solo se caracteriza pela
contaminação da terra por rejeitos perigosos, que sejam líquidos, ou
sólidos, como: lixo, produtos tóxicos, agrotóxicos dentro outros.Como
cidadão consciente da sua responsabilidade com o meio ambiente, e com o
bem estar da sociedade, deveríamos adotar a seguinte postura: Depois de
usar um determinado produto deveríamos remeter a embalagem ao fabricante
assim estaríamos cumprindo como cidadãos, e conseqüentemente chamando o
fabricante a assumir a sua responsabilidade para com o ecossistema.
Ainda deveríamos nos alertar ao
excesso de fertilizantes, pois o mesmo pode reduzir a produção e a
qualidade de muitas plantas que por sua vez irá deterioração.
Reflitamos a teoria de Prado (2005, p. 513) ensina que a ordenação do
território visa ao desenvolvimento sócio econômico equilibrado das
regiões, à melhoria da qualidade de vida, à gestão responsável dos
recursos naturais e à proteção do meio ambiente, através da utilização
racional do território. Como cidadãos preocupados com o ecossistema,
especificamente com a erosão “destruição do solo” deveríamos discutir ou
tema que é os “Impactos ambientais causados pela agricultura”, mas, por
se
tratar de um tema polêmico que envolve a necessidade da produção de
alimento para o consumo humano, ou seja, requer uma pesquisa mais
elaborada e fundamentada por este motivo discutiremos em outra ocasião.
Neste momento cabe a nós refletir sobre a nossa real contribuição para a
preservação do ecossistema.
No mesmo sentido devemos adotar políticas mais agressivas, eficaz para
com a agressão ao meio ambiente. Acredita-se que uma forma eficaz seria
através do sistema educacional, ou seja, da reeducação da sociedade, a
qual se encontra fragmentada, em crise e decadência, ou seja, a
sociedade perdeu a sua identidade. Portanto; devemos conscientizar esta
sociedade da importância da preservação do meio ambiente.
Devemos ainda nos perguntar se estamos realmente desenvolvendo atitudes
que protegem o meio ambiente ou se nossas atitudes só agridem e destrói
o meio ambiente.
Quando falamos na construção da educação, não podemos desconsiderar a
relação intrínseca homem e natureza! Somos responsáveis pelos
acontecimentos climáticos ocorrido em nosso planeta.
Hoje há uma necessidade de preservação do solo e da água e seus
recursos! Porém, deparamos com uma questão de crime contra a fauna,
crime contra o meio ambiente, visando sempre atividades econômicas,
desrespeitando o ecossistema como já mencionado. Mas, observamos que
existe uma política forte no combate as crimes ambientais, visando
revitalizar a fauna brasileira, principalmente solos de algumas regiões
que são explorados, não sendo respeitado o clima local, o relevo, as
plantas regionais, enfim existe uma degradação do solo. Não há como
pensarmos separadamente o solo quanto à água. Pois, são indissociáveis,
ambos depende um do outro e o meio ambiente depende de todo este
ecossistema, ou seja, devemos desenvolver políticas eficazes que de ao
ecossistema equilíbrio o qual veja a garantir sustentabilidade do
ambiente. Mas antes de tudo devemos estabelecer diretrizes as quais
garantam uma ocupação do meio físico de forma consciente.
Neste sentido é que surge a Educação Ambiental, a qual tem uma de suas
funções à conscientização da sociedade, e esta conscientização se da na
forma de reeducação do sujeito. Para isto devemos propor ao sistema
educacional que sejam implantados nos currículos escolares pré-projetos
ambientais, de revitalização do ambiente como um todo. Sabemos que é um
processo demorado, porém este processo educativo deve sim ser tão logo
aderido, pois ao contrário as conseqüências, ao meio ambiente poderão se
tornar devastadoras, e conseqüentemente o homem sofrerá este impacto.
Então fica um alerta para nós sobre a nossa contribuição para com o meio
ambiente.
POR QUE INSISTIMOS EM CONTAMINAR OS NOSOS RIOS?
“É aí que mora o problema. A ação do homem é perigosa”
Observamos que depois de anos de agressão ao solo, começamos a refletir
sobre nossas atitudes e atividades de contaminação ao solo. Porém, ainda
fazemos pouco para recuperar os solos das nossas regiões. A poluição do
solo é a contaminação da camada superficial da
crosta terrestre. Esta
contaminação se dá pela irresponsabilidade dos seres humanos, os quais
acreditam que podem causar malefícios ao meio ambiente em geral através
de elementos químicos, resíduos, lixos, esgotos industriais, garrafas,
enfim resíduos de forma geral. Devemos especificar que existem muitos
tipos de poluição do solo, porém iremos mencionar dois tipos que seriam
a contaminação urbana, e a contaminação do solo em áreas rurais. Temos
como exemplo de contaminação ao solo rural os agrotóxicos, curtumes,
cana-de-açúcar que são considerados subprodutos. Aqui nos encontramos em
um dilema, pois sabemos que uma produção agrícola sem agrotóxicos, esta
seria mais saudável, além de proteger o solo e ainda estaria visando o
bem estar da saúde humana. O que devemos faz? Quais políticas de
prevenção alimentar deveríamos adotar? São reflexões que não podemos
deixar de fazer, além disto devemos tomar medidas concretas no combate
contra o crime ambiental, como um todo.
CONCLUSÃO
Conclui-se que muito já foi feito para reeducar a sociedade na
perspectiva da temática educação ambiental. Mas, sabemos, que um fator
para esta falta de conscientização é o crescimento urbano populacional
de forma desenfreada sem políticas públicas de conservação e prevenção
do meio ambiente, conseqüentemente do solo regional. A sociedade vive
uma crise ambiental jamais vista pelo fato que esta mesma sociedade
propõe medidas paliativas de inibição ao crime contra o ecossistema. Mas
a mesma sociedade precursora desta destruição ambiental, em busca de um
prazer instantâneo. Portanto somos convidados a refletirmos sobre a
nossa contribuição para a preservação do meio ambiente através de ações
públicas coerente com a proposta da educação ambiental.
BIBLIOGRAFIA
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Mediante o Enfoque CTS: Desafios a Serem Enfrentados na Educação de
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