RESUMO
O Parque Estadual Massairo Okamura é uma Unidade
de Conservação de Proteção Integral com permissão para visitação
e que possuí verdadeiro potencial para uso pedagógico e para a
promoção de Programas de Educação Ambiental através da
utilização de Trilhas Ecológicas Interpretativas. Localiza-se
entre, situado Avenida Rubens de Mendonça (Avenida do Centro
Político Administrativo - CPA), no Município de Cuiabá, no
estado de Mato Grosso – Brasil. Objetivamos identificar temas
ambientais para a elaboração de Programas de Educação Ambiental,
a partir da caracterização in locus de Trilhas Ecológicas
Interpretativas. Identificamos e caracterizamos estas como temas
potenciais para Programas de Educação Ambiental, entre eles:
Impactos Ambientais, Caracterização e Interpretação da
Biodiversidade (Fauna e Flora), Espaços Culturais, Recursos
Hídricos e Lazer. Pensamos ser de extrema relevância realizar
estudos sobre o uso humano das Unidades de Conservação, tendo em
vista a possibilidade de aumentar o número de impactos sobre os
ecossistemas naturais destinados a conservação e preservação. As
Trilhas Ecológicas Interpretativas vão de encontro com os
objetivos da proposta de criação do referido. Através de
estratégias previamente elaboradas, estas são verdadeiras “salas
de aula” ao ar livre para a execução da Educação Ambiental e
conseqüentemente a conservação da natureza, no Parque e no seu
entorno.
I – INTRODUÇÃO
O conceito de Unidade de
Conservação (UC) surgiu com a criação do Parque Nacional de
Yellowstone, nos EUA, em 1872. Os objetivos que levaram à
criação desse Parque foram: a preservação de atributos cênicos,
a significação histórica e o potencial para atividades de lazer.
A partir da criação do Parque Nacional de Yellowstone
houve uma racionalização no processo de colonização do oeste
americano, quando inclusive, ocorreu à criação de diversas
outras unidades de conservação.
No Brasil a primeira iniciativa
para a criação de uma área protegida ocorreu em 1876, como
sugestão do Engenheiro André Rebouças (inspirado na criação do
Parque Yellowstone) de se criar dois parques nacionais:
um em Sete Quedas e outro na Ilha do Bananal. No entanto, data
de 1937 a criação do primeiro parque nacional brasileiro: o
Parque Nacional de Itatiaia.
Um momento histórico e importante
para as questões ambientais brasileiras foi a regulamentação do
Artigo 225 da Constituição Federal de 1988, que através da Lei
nº 9985/2001 cria o Sistema Nacional de Unidades de Conservação
– SNUC. Nesse contexto muitos foram as criações de UsC no
Brasil.
Especificamente em Mato
Grosso, o Parque Massairo Okamura foi designado atualmente como
sendo uma Unidade de Conservação e está de acordo com o
Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC – Lei
9985/2000). Baseado nesta Lei Federal e em seu Capítulo IV,
Artigo 22 e § 5º a Unidade de Conservação foi criada pelo poder
Público Estadual.
Segundo Guarim e Vilanova (2008 p.26) a primeira
designação como Unidade de Conservação foi datada de 6 de julho
de 1989, através da Lei Municipal Nº 2.681, sendo composta por
terras de domínio público pertencentes ao Estado e ao Município.
Muitas mudanças foram efetuadas na sua
categorização, entre elas, por meio da Lei Municipal Nº
3.351/1994, passando a ser denominada de Reserva Ecológica
Massairo Okamura, neste momento com 86,14 hectares, e inserida
definitivamente como Área de Proteção Permanente. Finalmente, em
21 de setembro de 2001 foi transformada em Parque Massairo
Okamura, através da Lei Nº 7.506/2001, regulamentado pelo
Decreto Nº 3.345/2001, e neste momento, com 53,75 hectares,
destes em dois Setores: Setor Norte, aberto à população,
abrangendo 11,93 hectares; e o Setor Sul que foi transformado em
Área de Proteção Integral, com 42 hectares (GRUARIM E VILANOVA,
2008 p. 26-27).
Aberta em parte a visitação pública e ao uso
indireto de sua área, apresenta-se como um importante tributo
Socioambiental Municipal, Regional e Nacional. Muitos foram às
alterações causadas pelo uso indevido e não permitido que levou
a sérios impactos aos seus ecossistemas naturais. Na área
propriamente dita e no seu entorno observa-se edificações e
ações humanas que comprometeram a biodiversidade, os recursos
hídricos e o solo. Fazem-se necessários estudos mais detalhados
e um Plano de Manejo adequado para o uso indireto de seus
“recursos”. Salientamos que neste breve histórico houve redução
drástica de sua área e alterações significantes de seus
“recursos naturais”.
Pensamos nesse sentido que através de Programas
de Educação Ambiental neste Parque venhamos a contribuir, de
forma significante, para a conservação da vida e um Manejo
Sustentável para a área em questão.
Como instrumento pedagógico de Educação Ambiental
sugerimos neste trabalho a utilização e definição de Trilhas
Ecológicas Interpretativas. Definimos esta como sendo áreas,
percursos ou caminhos pré-definidos em temas e com todo um plano
de ações, com o intuito de promover a busca por informações,
promovendo o aprendizado e sua compreensão. Entendemos que
através dela, possamos estar contribuindo para a construção
socioambiental, induzindo a sensibilização de usuários e
conseqüentemente, atingindo os verdadeiros objetivos de sua
criação.
As Trilhas Ecológicas Interpretativas não podem
continuar sendo instrumento passivo de educação. Elas, nas
Unidades de Conservação, devem ser percebidas pelos
profissionais da educação, do turismo, do lazer, dos poderes
públicos, como sendo mais valioso. Não um mero caminho a ser
utilizado para caminhadas. Torna-se relevante haver uma
programação e preparo e planejamento educativo. Assim, desse
modo, estaremos de acordo com os objetivos e princípios da
Legislação em vigor, que é normatizado pelos Artigos 4º e 5º da
Lei 9985/2000.
II – OBJETIVOS
II.1 – Objetivo Geral
Definir e identificar áreas, caminhos, percursos
ou trilhas ecológicas interpretativas potenciais a prática da
educação ambiental no Parque Estadual Massairo Okamura e Cuiabá,
no Estado de mato Grosso – Brasil.
II.2 – Objetivos Específicos
II.2.a – Identificar áreas potenciais para a
prática educação ambiental;
II.2.b – Caracterizar e identificar possíveis
Trilhas Ecológicas Interpretativas;
II.3.c – Propor temas específicos para cada
Trilha Ecológica Interpretativa identificada.
III – Considerações a cerca da Prática de
Educação Ambiental em Unidades de Conservação por intermédio da
utilização de Trilhas ecológicas Interpretativas
Conforme Branco (1980:43) o meio ambiente é
definido como o “conjunto de elementos e fatores indispensáveis
à vida”. Logo, o meio ambiente é o local onde se desenvolve a
vida, é nele que encontramos os elementos e as condições para o
desenvolvimento de diversas espécies de organismos.
O meio ambiente sendo o conjunto de todas as
condições e influências externas circundantes, que interagem com
os organismos, as populações ou comunidades, pode ser
considerado o espaço físico onde ocorrem as inter-relações entre
o meio e os seres vivos.
Para Vidal (apud Oliveira, 1996:96) o meio
ambiente é “constituído de inúmeros ecossistemas habitados por
incontáveis organismos vivos, que vêm
Evoluindo há bilhões de anos, com milagroso
equilíbrio sob a dinâmica de fluxos energéticos, em que usa e
recicla moléculas de ar, dos solos, dos mares, das rochas”. Essa
concepção de meio ambiente refere-se ao sistema natural que é
denominado de primeira natureza, onde não há a intervenção
humana.
Desde o seu aparecimento na Terra, o homem se
apropria dos recursos
naturais para sua sobrevivência. Por isso existe
uma estreita relação entre homem e meio ambiente.
Essa relação tem variado através do tempo e do
espaço, bem como entre regiões e culturas. De acordo com
Oliveira (1996 p. 96 apud Escolto, 2003) “as
características ambientais, durante um prolongado processo
histórico, condicionam a cultura, os costumes, os estilos de
vida e os conhecimentos técnicos de uma sociedade”.
Dessa forma, o meio ambiente influencia o modo de
vida de uma sociedade de diversas maneiras. No decorrer do
processo histórico as atividades humanas produzem ambientes que
são criados e recriados através do desenvolvimento tecnológico e
dos diferentes modos de produção.
Assim as atividades humanas produzem um ambiente
que no processo
histórico é criado e transformado, apresentando
uma dinâmica como na natureza, a dinâmica
sócio-política-econômica.
Diz Leis (1991 p. 7) que “com a ajuda dos grandes
avanços tecnológicos, a civilização moderna foi gradualmente
distanciando os seres vivos humanos do domínio real de seus
meios de subsistência mais básicos, fazendo-os acreditar
paradoxalmente que cada vez dependem menos do ambiente natural”.
O constante aprimoramento tecnológico levou a exploração
predatória dos recursos naturais ocasionando a escassez de
alguns recursos. Deste modo o homem percebeu que a natureza é
finita, mais ainda, que sua própria sobrevivência depende de uma
relação sociedade/natureza mais equilibrada.
A modernidade, os avanços tecnológicos e a
urbanização trouxeram a tona o problema da degradação ambiental.
Diante disso, a sociedade despertou para um maior compromisso
com a preservação e conservação dos ecossistemas. Inicialmente
foi pensado o conceito de intocabilidade dos recursos naturais.
Depois descobriu-se que essa postura radical
criaria outros problemas, surgindo assim, os conceitos de
proteger e recuperar, culminando com os conceitos de preservação
e conservação e da necessidade de se preservar determinadas
áreas de interesse ecológico, como as unidades de conservação. E
hoje, já se discute a questão do desenvolvimento sustentável.
Segundo Reigota (1994:10) a educação ambiental
“deve ser entendida como educação política, uma vez que prepara
os cidadãos para exigir justiça social, cidadania global e
planetária, autogestão e ética nas relações sociais e com a
natureza”. Com a finalidade de preparar cidadãos, conscientes de
seus direitos e deveres, e de sua participação nas definições e
soluções dos problemas ambientais, a educação ambiental perpassa
a política. Política consciente e com uma nova ética, na qual a
sociedade passa a ser ator do processo de definições das
políticas públicas visando um desenvolvimento mais equilibrado e
uma sociedade mais igualitária.
As atividades de Educação Ambiental (EA) podem
cooperar no sentido de subsidiar a implantação e implementação
de políticas públicas de ecoturismo na área da gestão ambiental
participativa, no tocante aos programas de uso público das
Unidades de Conservação (UCs), bem como propiciar estratégias de
sustentabilidade para as diversas comunidades envolvidas.
As atividades que envolvem a sensibilização e
conscientização sobre as diferentes realidades ambientais do
entorno e de visitantes de uma Unidade de Conservação, enquanto
trabalhadas como processos de interferência e modificação dos
níveis de interpretação e compreensão ambiental, levam à
evolução de um grau mais profundo da percepção ambiental. Ao
provocarem um processo de estimulação da acuidade perceptiva,
através da experiência direta ou indireta, podem proporcionar o
desenvolvimento de condutas pró-ecológicas, de modo que as
populações não somente sejam influenciadas, como também venham a
influenciar positivamente nas mudanças cotidianas no âmbito da
proteção ambiental.
Assim ao conduzirem à gênese de outros níveis
perceptivos, tanto o meio ambiente como suas paisagens não se
restringem apenas ao que está em nosso redor, tendo em vista uma
simples conotação de cenários ou de elementos componentes, mas
lembram-nos de que somos suas partes integrantes e
integradoras ao mesmo tempo. Por intermédio é de verdadeira
interpretação ambiental é que se faz a Educação ambiental, onde
o objeto passa a ser sujeito de suas relações sócio-ambientais.
Há uma nítida Interpretação Ambiental.
Esta Interpretação Ambiental se
fundamenta na captação e tradução das informações do Meio
Ambiente. Contudo, não lida apenas com a obtenção de
informações, mas com significados, buscando firmar conhecimentos
e despertar para novos, exercitar valores cognitivos, criar
perspectivas, suscitar questionamentos, despertar para novas
perspectivas, fomentando a participação da comunidade e
trabalhando a percepção, a curiosidade e a criatividade humana
(Santo, s.d. p. 1)
Como instrumento da Educação
Ambiental visa a integração socio-ambiental através do
conhecimento dos recursos naturais e da valorização do meio
ambiente, da transformação do ser humano em agente transformador
e multiplicador das concepções obtidas e absorvidas e da
melhoria da qualidade de vida.
Segundo Sofia Vilarigues, um dos
meios divulgados na interpretação ambiental é o dos percursos
interpretativos. Estes podem ser temáticos, com a predefinição
de um tema antes da caminhada, ou de descoberta, ou turísticos e
de lazer.
As trilhas ecológicas
interpretativas se enquadram dentro dos percursos
interpretativos orientados
metodologicamente e, não devem ser confundidas como meras
picadas abertas na mata.
Trilhas, como meio de
interpretação ambiental, visam não somente a transmissão de
conhecimentos, mas também propiciam atividades que revelam os
significados e as características do ambiente por meio do uso
dos elementos originais, por experiência direta e por meios
ilustrativos, sendo assim instrumento básico de programas de
educação ao ar livre (Pádua & Tabanez, 1997)(Tilden 1967,
Ashbaugh & Kordish 1971 apud Possas, 1999).
Assim, as trilhas constituem um
instrumento pedagógico importante, por permitir que em áreas
naturais sejam criadas verdadeiras salas de aula ao ar livre e
verdadeiros laboratórios vivos, suscitando o interesse, a
curiosidade e a descoberta e possibilitando formas diferenciadas
do aprendizado tradicional.
São em geral estruturadas em
Parques Urbanos e Unidades de Conservação
abertas a visitação publica. Seus
grupos-alvos podem constituir de crianças a adultos no âmbito
urbano e rural, nas escolas e Universidades, enfim, em qualquer
segmento da sociedade.
As trilhas possibilitam uma
grande diversidade de eixos temáticos e abordagens ecológicas
tanto com finalidades acadêmicas (no ensino fundamental, médio e
superior bem como em atividades de pesquisa e investigação
científica); com finalidades de fornecer conhecimento e
esclarecimento lúdico a comunidade em geral.
IV – PROCEDIMENTOS METODÓGICOS
IV.1 – Abordagens e universo
da Pesquisa
A pesquisa tem uma abordagem
qualitativa de acordo com os pressupostos de Lüdke e André
(1986), onde procuramos identificar, definir e propor Trilhas
Ecológicas Interpretativas para a prática de educação ambiental.
Utilizamos de pesquisa bibliográfica especializada. O dados
foram coletados e trabalhados através de três visitas in
locus ao Parque Estadual Massairo Okamura. Procuramos
acompanhar os trajetos de Trilhas já existentes, visando sua
interpretação e os potenciais para propor temas sócio-ambientais
para a prática da educação ambiental ativa. As Trilhas foram
fotografadas e catalogadas de acordo com seu tema potencial.
IV.2 – Área de Estudo
A área de Estudo compreende o
Parque Estadual Massairo Okamura, localizado no Centro Norte de
Cuiabá, Mato Grosso – Brasil, sito a Avenida Rubens de Mendonça,
também conhecida como Avenida do CPA. Veja foto abaixo.

Regulamentada pelo Decreto 3.345,
de 8 de novembro de 2001, possuindo 53,75 ha.
Segundo Guarim e Vilanova está
área está localizada em região de divisor de águas, entre os
córregos barbado, Quarta-feira e Moinho. É drenada pelo alto
curso do córrego Barbado e comporta parte da nascente dos
córregos Barbado e Gumitá (GUARIM & VILANOVA, 2008 p. 27)
Ainda segundo Guarim e Vilanova
(2008 p. 27) é caracterizada por espécies de cerrado e mata
ciliar bem definida. Possuí grande diversidade de espécies de
mamíferos, anfíbios e répteis. (GUARIM & VILANOVA, 2008 p. 27).
IV.3 – Definição dos temas x
trilhas ecológicas interpretativas
Procuramos identificar,
através da observação direta as possíveis trilhas ecológicas
interpretativas com seus respectivos temas sócio-ambientais.
Buscamos atender a necessidade de criação de temas relacionados
a: Caracterização e Interpretação da Biodiversidade
(Fauna e Flora), Espaços Culturais, Recursos Hídricos e Lazer.
V – APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO
DOS RESULTADOS
Definimos como trilhas Ecológicas
Interpretativas potenciais para a prática de Educação Ambiental
as seguintes áreas (trajetos e espaços):
TRILHA 1 – Diversidade
Biológica I (flora)
Trilha destinada à caracterização
do bioma cerrado (espécies vegetais de cerrado e suas
importâncias medicinais e para o uso humano com necessidade de
conservação).
TRILHA 2 – Diversidade
Biológica II (fauna)
Trilha que possuí potencial
temático para a visualização e tradução (interpretação) dos
recursos faunísticos e suas necessidades para a conservação.
TRILHA 3 – Impactos Ambientais
pela Urbanização
Área propícia para a discussão do
processo de urbanização e seus impactos sobre a Unidade de
Conservação Parque Estadual Massairo Okamura, promovendo
reflexões sobre as interferências e danos possíveis as condições
naturais causados pela construção do bairro Morado do Ouro.
Trilha (espaço) 4 – Espaço
Cultural
Área edificada no interior do
Parque com características adequadas à promoção de atividades
culturais e de lazer (recreação) - Arena cultural.
Trilha 5 – Recursos Hídricos –
Nascente do Córrego Barbado
Local de nascente assoriada pela
edificação de habitações e desmatamento da cabeceira. Muito
interessante para resgatar a necessidade para definição de
espaços destinados a proteção integral, sem permissão para usos
diretos e indiretos.
VI – REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
DEL RIO, V. & OLIVEIRA, L. Percepção ambiental:
a experiência brasileira. 2ª ed. São Paulo: Studio Nobel. 1999.
MILANO, M. S. Por quê existem as unidades de conservação?
In: MILANO, M. S. (org.) Unidades
de conservação: atualidades e tendências. Curitiba, PR:
Fundação O Boticário de Proteção à Natureza. 2002.
PADUA, S.M. 1997. Cerrado Casa
Nossa: um projeto de educação ambiental do jardim botânico de
Brasília. Brasília. UNICEF. 35pp.
ESPIRITO SANTO, A P.; GON ÇALVES,
T. V. O; FERRARI, M. A L.; ALMEIDA, L. F.; ZORROM. C. 2001. A
Interpretação Ambiental através de Trilhas Ecológicas e do
estudo Ecológico dos Lagos Água Preta e Bolonha no Parque
Ambiental de Belém. Projeto deEnsino, Pesquisa e Extensão (em
implantação).
POSSAS, I. M. 1999. Programa
GUNMA: Integrando Parque Ecológico e Comunidade nomunicípio de
Santa Bárbara do Pará. Dissertação de Mestrado. Universidade
Federal doPará. 73pp.
TABANEZ, M. F. & PADUA, S.M. (orgs.)
1997. Educação Ambiental: caminhos trilhados no Brasil.
Instituto de Pesquisas Ecol ógicas - IP Ê. Brasília. 283 pp.
TABANEZ, M. F. & PADUA, S.M.
1997. Uma abordagem participativa para a conservação de áreas
naturais: Educação ambiental na mata atlântica. Anais do
Congresso brasileiro de comunidades de conservação.
Curitiba-Paraná. Vol.02.
Interpretação Ambiental.
Texto de Sofia Vilarigues (Internet).
VASCONCELLOS, J. M. O. Educação e
Interpretação Ambiental em Unidades de Conservação. Fundação
O Boticário de Proteção à Natureza. Cadernos de Conservação, ano
3, nº 4, 2006.