.ISSN 1678-8419  

Revista Partes - Ano V - 05/04/2006 20:43:58

 PRINCIPAL

 Agenda

 Colunistas

 Cultura e Humor

 Editorial

 Educação

 Em Questão

 Em Rhede

 Entrevistas

 Notícias

 Poesias e Crônicas

 Política e Cidadania

 Reportagens

 Reflexão

 Sócio Ambiental

 Turismo e Lazer

 Terceira Idade

 Outras edições

 

   Participe

 Cartas

 Expediente

 Fale Conosco

  

   Especiais

 SP 450 anos

 Gilberto Freyre

 Igrejas

 Meio Ambiente

 Assédio Moral

 Terceira Idade

Cresce o uso de próteses para artrose

 

Hoje, até idosos podem enfrentar uma cirurgia e a reabilitação é rápida, o que oferece maior qualidade de vida aos pacientes e põe fim à dor

Novas técnicas em cirurgias, próteses e tratamentos permitem que doenças complicadas, como a artrose, sejam tratadas de maneira prática e segura, proporcionando assim uma vida de qualidade aos pacientes. Sintomas como dor, dificuldade ao executar movimentos e problemas nas articulações são mais comuns do que pensamos, principalmente para a parcela idosa da população. A artrose, por exemplo, já atinge 20% da população com 40 anos de idade e quase 100% quando tomamos como referência a população com mais de 80 anos. Mas, hoje as técnicas de tratamentos e cirurgias existentes estão muito evoluídas, o que permite que pacientes possam se tratar e ter uma vida normal em pouco tempo.

O ortopedista Sidney Schapiro, especializado em joelho, esclarece alguns mitos que cercam esse assunto, como riscos da cirurgia e reabilitação demorada. “Todos devem buscar tratamento adequado, pois as conseqüências de dores constantes podem ser mais dramáticas que qualquer cirurgia”, diz o ortopedista.

“A dor e a limitação causadas pela artrose  podem vir acompanhadas de depressão e essa pode ter conseqüências sérias em pessoas de idade avançada, até com chances de morte, um risco maior que o de uma cirurgia. As novas técnicas cirúrgicas, como substituição da cartilagem articular por uma prótese, são bem seguras e permitem uma reabilitação rápida: o paciente sai da cama e anda em três dias”.

São muitos os tratamentos disponíveis, como medicamentos, fisioterapia especializada e cirurgias. “Faz-se necessária uma avaliação com um bom especialista que indicará o procedimento mais adequado”, alerta o ortopedista Dr. Sidney Schapiro. “A artrose, por exemplo, pode se apresentar em diferentes graus. O médico indicará o tratamento específico para cada caso”.

Hoje, há aparelhos que agem de forma seletiva nos locais afetados pela doença, sem tocar em áreas saudáveis.

“O que vai predominar no diagnóstico é o grau de dor e as limitações que o paciente sofre. O tratamento deve ser o mais preciso para que ele tenha qualidade de vida”, finaliza Dr. Sidney Schapiro.

 

 

 

DR. SIDNEY SCHAPIRO é ortopedista, cirurgião, especializado em traumatologia do esporte, artroscopia, cirurgia do joelho e artrose.

É o médico responsável pela preparação do maratonista Adriano Bastos, campeão da 10ª Maratona da Disney (EUA) e do lutador de boxe Fábio Garrido.

Trabalha no Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Oswaldo Cruz, Hospital Maternidade São Luiz

É Diretor Médico da Confederação Brasileira Macabi e Coordenador do Conselho de Esportes da Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo. Foi médico da Seleção Paulista de Futsal.

É Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, da Associação Paulista de Ortopedia e Traumatologia, da Sociedad Latino-americana de Ortopedia y Traumatologia, da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Joelho, da Internatonal Society of Arthroscopy - Knee Surgery and Orthopaedic Sports Medicine e das Sociedades Brasileiras de Artroscopia e de Traumatologia Esportiva.

 



 

© copyright Revista P@rtes 2000-2006
Editor: Gilberto da Silva (Mtb 16.278)
São Paulo - Brasil