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ISSN 1678-8419         última atualização em: segunda-feira, 30 de junho de 2008 18:30:00                                               

 
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TERCEIRO SETOR

::Notícias::

   

 AHPAS realiza palestra para candidatos ao voluntariado da entidade [ler]
 Patrões e empregados da área de limpeza e conservação se unem para criar escola de capacitação em Curitiba [ler]

 

 

Apresentação gratuita de teatro

pelo Dia do Cooperativismo

 

A Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp) promoverá, em 1, 3 e 5 de julho, a peça de teatro “Cooperativismo ao alcance de todos”, que discute o consumo sustentável na vida cotidiana, em uma performance da Cia de Teatro Era Uma Vez.

 

As apresentações são gratuitas e ocorrem às 19h (em 1º e 3/7) ou 16h (5/7). O evento é em comemoração ao 86º Dia Internacional do Cooperativismo, que este ano cai em 5 de julho.

 

Teatro “Cooperativismo ao alcance de todos”

Dias 1, 3 e 5 de julho

Local: sede da Ocesp/Sescoop-SP (R. Treze de Maio, 1376)

Mais informações e inscrições pelo telefone (11) 3146-6200

 

Projeto “Dose de Leitura” abre inscrições para doação de três mil livros
para 15 hospitais em todo o país


Com o objetivo de incentivar o hábito da leitura e levar entretenimento aos pacientes, o projeto “Dose de Leitura” do escritor Laé de Souza, em execução desde 2004, com o apoio do Ministério da Cultura, abre inscrições pelo site www.projetosdeleitura.com.br para 15 hospitais em todo o país receberem gratuitamente livros de sua autoria, que ficarão disponíveis nos quartos e recepções para os pacientes, acompanhantes e visitantes durante a permanência no local.
Cada hospital inscrito receberá 200 livros de Laé de Souza que são “Acredite se Quiser!” e “Espiando o Mundo pela Fechadura”, ou seja, 100 exemplares de cada título, e um questionário de avaliação que será preenchido e encaminhado ao “Projetos de Leitura” pelo responsável pela implantação do projeto. Conta com a participação dos funcionários das instituições para a facilitação de acesso às obras e eventuais reposições. Atualmente o projeto é aplicado em vários hospitais do Estado de São Paulo, Pernambuco e Mato Grosso do Sul.
Laé de Souza é autor de vários projetos de leitura, implantados há dez anos, focados em escolas da rede pública, parques, praças, hospitais, hipermercados, transportes coletivos e outros, apoiados pelas leis de incentivo à cultura, sempre com o intuito de formar leitores de todas as etnias, faixas etárias, credos e classes sociais. Segundo o escritor, “é uma grande inverdade o estigma de que o brasileiro não gosta de ler. O resultado dos projetos e a manifestação dos envolvidos me levam a crer que podemos fazer do Brasil um país de leitores.”
Além dos projetos de leitura, é autor das obras Nos Bastidores do Cotidiano (edição regular e em braile), Acredite se Quiser!, Acontece..., Espiando o Mundo pela Fechadura e Coisas de Homem & Coisas de Mulher, publicados pela Editora Ecoarte. São crônicas que retratam o cotidiano de pessoas comuns, situações inusitadas, personagens marcantes, com abordagem bem-humorada, leve, embora crítica, e linguagem coloquial, o que facilita a compreensão dos textos.

Sobre o autor: Cronista, dramaturgo, produtor cultural, bacharel em Direito e Administração de Empresas.

Serviço:
Inscrições e informações: www.projetosdeleitura.com.br
(11) 2743-9491 e 2743-8400

 

 

Aquecimento solar, calor humano e sustentabilidade ambiental

 

Empresas ‘doam’ energia solar a entidades assistenciais

 

Projeto Calor Solidário beneficiará mais de 1,2 mil pessoas em todo o Brasil

 

Birigüi (SP) – Energia renovável não é apenas uma questão de sustentabilidade ambiental. A Transsen Aquecedor Solar, maior fabricante brasileiro de equipamentos solares para banho e piscina, mostra que a solidariedade também pode fazer parte dessa tecnologia, emergente no País.

 

Com o apoio de outras dez empresas, a Transsen lidera uma iniciativa com o objetivo de prover entidades assistenciais brasileiras com equipamentos solares de banho e piscina – mais econômicos, eficientes e sob medida às necessidades de crianças e velhinhos.  Desde o final do ano passado, o projeto Calor Solidário já contemplou 19 entidades assistenciais no território nacional (veja relação ao final e fotos).

 

“O resultado do projeto é emocionante. Estamos, em muitos casos, levando água quente para lugares nos quais a estrutura para banho estava ficando insuficiente para atender à demanda e, principalmente, cara”, conta Edson Pereira, presidente da Transsen Aquecedor Solar. De acordo com Pereira, somados, os equipamentos já doados são suficientes para aquecer cerca de 26 mil litros de água, e beneficiar em torno de 1,2 mil pessoas.

 

A viabilização do projeto tornou-se possível graças a uma aliança entre a Transsen e as empresas Adrimar, Belmetal, BR Vidros, Eluma, Inox Tec, Novo Horizonte, Politivos, Rodonaves e Tecnosil. Com as parcerias, a Transsen fabrica os insumos para doação mediante custo zero no tocante a aplicação de matérias-primas, transporte para entrega e instalação nos locais.

 

Entidades beneficiadas pelo projeto

  • Sociedade Eunice Weaver de Florianópolis - São José - SC
  • Lar dos Velhinhos – Iturama - MG 
  • Lar Ester – Cotia - SP
  • Casa Pia de São Vicente de Paulo de Sertãozinho – Sertãozinho - SP
  • Carmelo da Sagrada Família - Pouso Alegre - MG
  • Lar dos Velhos - Presidente Bernardes - SP
  • Associação Beneficente Rosanna Cattalini – Colombo - PR
  • CIELO – Louveira - SP 
  • Lar Batista de Crianças - Inúbia Paulista - SP
  • Sociedade Beneficente Padre Victor – Baependi - MG 
  • Lar dos Bebês – Cascavel - PR
  • Associação Comunitária Beneficente de Cláudio – Cláudio - MG 
  • Grupo Beneficente Divino Amigo - São Paulo - SP
  • Asilo Santo Antônio – Oliveira - MG
  • Creche Nossa Senhora da Conceição - Foz do Iguaçu - PR 
  • Creche São Jerônimo – Uberaba - MG
  • A.B. Injuv – Camaquã - RS
  • Associação Pestalozzi de Alagoinhas – Alagoinhas - BA 
  • Fundação Varginhense de Assistência aos Excepcionais – Varginha - MG 

  

 
 
Famosos vestem a camisa do Projeto Felicidade em evento no Parque da Mônica
 
 
Carla Perez, Luciano Faccioli, Negritude Jr estavam entre os famosos que prestigiaram a festa em comemoração aos sete anos do Projeto Felicidade e se divertiram na companhia da Turma da Mônica

 
Carla Perez veste a camisa do Projeto Felicidade
 
 
No dia 30 de outubro, terça-feira, das 11h00 às 16h00, o Parque da Mônica recebeu com exclusividade o Projeto Felicidade pelo sétimo ano consecutivo, para um dia inteirinho de diversão. Cerca de 1.500 crianças que foram assistidas durante o último ano pelo Projeto, promovido pela entidade Beit Chabad do Brasil, estiveram nesta visita tão esperada por todos.
 
 Os pequenos que estão em tratamento de câncer, tiveram a oportunidade de aproveitar o dia todo de lazer, brincando e se divertindo nas atrações do Parque. Um encontro especial marca o dia da visita! Mônica, Magali, Cebolinha, Cascão e Chico Bento receberam os amiguinhos do projeto, Kiko e Kika; também prestigiaram a garotada, o jornalista Luciano Faccioli; a cantora Carla Perez; o cantor Pedro, da dupla Pedro e Thiago; o grupo Negritude Jr., entre outros. “Para o Parque da Mônica é uma honra receber o Projeto há sete anos, esta é uma iniciativa que cultivamos e preservamos”, assegura a gerente de marketing do empreendimento, Raquel Felício.
 
O Projeto Felicidade teve início em abril de 2001 e envolve crianças e jovens de quatro a 18 anos. Toda semana, 50 crianças carentes com câncer de diversos pontos do Brasil que estão em tratamento em hospitais de São Paulo e outros Estados, visitam gratuitamente parques, shoppings e outros locais de lazer, dentre eles, o Parque da Mônica.
 

 

Centro de Voluntariado de São Paulo ajuda quem quer demonstrar seu amor pela cidade

 
Todo paulistano sabe dos problemas da cidade e, ao mesmo tempo, consegue identificar as inúmeras coisas boas que São Paulo oferece. Entre elas está o Centro de Voluntariado de São Paulo (CVSP), uma organização que reúne um exército de pessoas empenhadas na construção de uma cidade melhor e mais solidária..

 

O CVSP acredita na força transformadora do voluntariado, e, por isso, há dez anos orienta e capacita pessoas, organizações sociais e empresas de São Paulo para o trabalho voluntário.

 

Por definição, voluntário é aquele que, motivado por valores de solidariedade e cidadania, doa seu tempo, trabalho e talento, de maneira espontânea e não remunerada, para causas de interesse social e comunitário. E São Paulo está repleto dessas pessoas.

 

O CVSP oferece uma palestra gratuita, com duas horas de duração, que acontece varias vezes por semana na Avenida Paulista. Mantém, também, um portal atualizado, com 770 ongs cadastradas - organizadas por CEP e área de atuação - possibilitando ao usuário encontrar o trabalho voluntário mais lhe interesse, nas proximidades de onde mora ou trabalha.

 

Mais informações pelo telefone (11) 3284-7171 ou no site www.voluntariado.org.br

 

PROJETO DE RESGATE DA CULTURA BRASILEIRA BENEFICIA

JOVENS E CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN

 

INSTITUTO OLGA KOS INAUGURA PROJETO DE RESGATE DA CULTURA BRASILEIRA COM LANÇAMENTO DE UMA SÉRIE DE LIVROS DE ARTE DE RENOMADOS ARTISTAS PLÁSTICOS

 

Livro Ilustrado de Arte: Vida e Obra de Eduardo Iglesias é o primeiro livro da série “Resgatando Cultura”, editado pelo Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural; o projeto alia divulgação da cultura brasileira à promoção da inclusão cultural por meio da realização de oficinas de arte para portadores de Síndrome de Down. 

 

O Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural - organização da sociedade civil de interesse público voltada à inclusão cultural de crianças e jovens com Síndrome de Down – acaba de lançar o “Livro Ilustrado de Arte: Vida e Obra de Eduardo Iglesias”. É o primeiro de uma série de livros ilustrados de arte denominada “Resgatando Cultura” que tem como objetivo registrar a vida e obra de renomados artistas plásticos brasileiros. A realização deste projeto viabilizou, em paralelo, a realização das primeiras oficinas de arte para jovens e crianças com Síndrome de Down do programa Pintou a Síndrome do Respeito.

 

Segundo Wolf Kos, fundador do Instituto Olga Kos, concretizar em reportagens e registros a vida e a obra de artistas plásticos brasileiros, impede, definitivamente, que toda essa riqueza desapareça ao longo do tempo. Isso é o que justifica a elaboração da série de livros de arte ilustrados “Resgatando Cultura” (já estão programadas cerca de 12 publicações).  “Por meio desta iniciativa, desejamos contribuir para o enriquecimento cultural dos indivíduos de todas as classes socioculturais, colaborando para a democratização de acesso da sociedade aos bens artísticos nacionais”, acrescenta Kos.

 

O primeiro livro da série, que tem como curadora e autora a artista plástica Ida Zami, contando com a assessoria da também artista plástica Silvana Gualda, também proporcionou o início da oficina de arte “Pintou a Síndrome do Respeito”. O projeto permite aos jovens e crianças com Síndrome de Down exercitar habilidades motoras, perceptivas e sociais. A equipe de profissionais do projeto é composta de artistas plásticos, educadores, pedagogos, psicólogos e pediatras. “O trabalho oferece a esses jovens e crianças a oportunidade de descobrir sua própria beleza, e também sua capacidade de realizar um trabalho”, afirma Silvana.

 

SERVIÇO

 

Páginas: 160

Preço sugerido: R$ 99,00 a R$ 149,00

Distribuição: nas principais livrarias

Patrocínio: Banco Daycoval, Tecnisa, Esser, Tower e Triunph

 

Energias do Brasil apoiará 28 projetos sociais em 2008


Investimento em programas selecionados via Edital Social  passa de R$ 1,59 milhão,  em 2007, para R$ 2,27 milhões, em 2008

São Paulo, 08 de janeiro de 2008 – A Energias do Brasil selecionou 28 entre os mais de 200 projetos inscritos para patrocínio por meio de seu segundo Edital Social (seis deles serão aplicados na área de concessão da Bandeirante). Os projetos escolhidos receberão apoio financeiro do grupo em 2008, num total de R$ 2,27 milhões, valor 42% superior aos R$ 1,59 milhão investidos em 2007, quando foram apoiados 16 projetos. No próximo ano, o investimento total da Energias do Brasil, em iniciativas ligadas à educação, assistência social e cultura, deve alcançar a marca de R$ 6,5 milhões, equivalentes a 0,12% de sua receita líquida.
Além do aumento do investimento e do número de projetos apoiados, o Edital Social 2008 registrou avanços também na qualidade do processo de inscrição e seleção. No primeiro edital, somente 43 projetos (21% dos inscritos) atenderam aos critérios estabelecidos. No segundo, esse número subiu para 162, 80% do total de inscrições.

Confira os projetos que serão aplicados nas cidades do Alto do Tietê, Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo (concessão da Bandeirante Energia):

1. Projeto Aluno Cidadão, do Instituto Crescer Para a Cidadani
2. Aprendendo e Educando com Robótica, do Grupo de Assistência ao Menor Trabalhador
3. GACC Vai à Escola: Inclusão e Prevenção de Mãos Dadas na Luta pela Vida , do Grupo de Apoio à Criança com Câncer
4. Meio Ambiente e Cidadania, da Associação de Apoio ao Programa Capacitação Solidária
5. Promotoras Legais Populares Módulo II, do Centro Dandara de Promotoras Legais Populares
6. Materiais para Sala de Integração, do Lar Fabiano de Cristo - UPI de Cirilo

Sobre a Energias do Brasil – A Energias do Brasil é uma holding que consolida ativos de energia elétrica nas áreas de geração (Energest, Enerpeixe e EDP Lajeado), comercialização (Enertrade) e distribuição (Bandeirante, Escelsa e Enersul). É controlada pela Energias de Portugal.

 

ReCivitas vai garantir Renda Básica para moradores de Paranapiacaba

 

 

Evento de lançamento terá presença do Senador Eduardo Matarazzo Suplicy, criador do projeto Renda Básica de Cidadania

 

 

 

São Paulo, junho de 2008 – O ReCivitas - Instituto pela Revitalização Cidadania lança dia 11 de julho, às 8 horas, no hotel Tryp Iguatemi by Sol Melliá, o Projeto pioneiro no Brasil para implantação do Fundo Permanente da Renda Básica de Cidadania do Terceiro Setor, e conta com o apoio do autor da lei, o Senador Eduardo Matarazzo Suplicy, e do Prof. Luiz Carlos Merege, do GVcets Centro de Estudos do Terceiro Setor da Fundação Getúlio Vargas.

 

O Projeto sugere uma alternativa não-governamental para a viabilização imediata da Renda Básica através da criação de um Fundo Permanente de Investimento para a localidade piloto, a Vila de Paranapiacaba.

 

Neste modelo a Renda Básica de Cidadania será provida através do do Rendimento deste Fundo, composto pelo investimento de empresas compromissadas com os valores sócio-ambientais que contribuirão para esta ação do Terceiro Setor, de acordo com a Lei 9.249/95 das OSCIPs. Este fundo será gerido democraticamente por investidores e representantes da comunidade.

 

Seguindo a lei 10.835/2004, esta Renda Básica do Terceiro Setor também beneficiará irrestrita e incondicionalmente a todos os cidadãos residentes na vila histórica de Paranapiacaba, localizada na Grande São Paulo. Porém os benefícios econômicos não ficarão restritos a localidade, uma vez que o dinheiro arrecadado deverá ser aplicado no Mercado Financeiro, visando o desenvolvimento econômico de toda a região.

 

A escolha de Paranapiacaba se deve principalmente pelo impressionante capital social presente na vila, além de sua importância que transcende as fronteiras municipais, estaduais e até federais, uma vez que a vila é tombada em três níveis (Comdephaapasa, Condephaat e IPHAN) e em breve deverá ter sua importância reconhecida mundialmente.   

 

 

O ReCivitas também defende a instauração de Fundos Permanentes não apenas para a viabilização imediata da Renda Básica, mas como, modelo de sustentabilidade para projetos do Terceiro Setor. Além do uso das redes de solidariedade em substituição aos modelos de agenciamento atualmente muito empregados na captação de recursos.

 

Por conta destas propostas que tratam da garantia de um direito universal, o ReCivitas espera que empresas e cidadãos invistam no Fundo um valor suficiente para o provimento da renda.

 

Contudo, o Fundo será criado independentemente do valor arrecadado, pois a instituição juntamente com a população local entende que a formação dos Conselhos Gestores de investimento e rendimento previsto pelo Projeto, são instrumentos de poder tão importantes quanto o próprio fundo e a renda, à medida que permitem o exercício democrático da cidadania e estimulam as relações de igualdade cívica.

 

A iniciativa também prevê ações educativas de capacitação ao exercício deste direito, mas sem obrigatoriamente condicioná-las a nenhuma contrapartida para ao recebimento da renda, o que por si só representa uma importante ruptura nos vínculos de dependência e assistencialismo.

 

Paranapiacaba, que foi pioneira no Brasil na instituição do trabalho assalariado, está prestes a ser precursora também de outra revolução na economia com a instauração deste direito já garantido por lei: a Renda Básica de Cidadania.

 

 

ENTIDADES QUE APÓIAM O PROJETO:

 

  • Movimento Voto Consciente
  • Mapa do Terceiro Setor
  • Revista Integração
  • GVcets – Centro de Estudos do Terceiro Setor da FGV
  • Partners of the Américas São Paulo – Illinois
  • TVONG Produtora e Distribuidora LTDA
  • Matéria Primma Assessoria de Imprensa
 
  

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::artigos::

PROJETO GURI EM BUSCA DE PATROCINADORES

 PARA SUAS INICIATIVAS DE APRIMORAMENTO

 

 A informatização de pólos e a criação de acervo de literatura e música são algumas das iniciativas com foco

no aprimoramento do sistema de ensino do Projeto

 

O Projeto Guri, organização que promove a inclusão sociocultural de crianças e adolescentes por meio da música, e que conta com aproximadamente 40 mil atendimentos em todo o Estado de São Paulo, acaba de lançar um programa de aprimoramento de seus serviços que será implantado durante este ano.  

 

Os destaques do programa ficam por conta da informatização dos mais de 337 pólos abertos a comunidade e do incentivo de uma formação complementar à sala de aula por meio da criação de acervos infanto-juvenis de literatura e música, para serem utilizados por alunos e familiares. Para a implantação dos programas, o Projeto Guri busca parcerias com organizações sustentáveis e conscientes de sua responsabilidade social empresarial (RSE).

 

Em todos os locais em que está presente, o Projeto Guri utiliza os mesmos procedimentos administrativos e didáticos que o tornam uma instituição sociocultural responsável, com resultados concretos. Para tanto, a sobrevivência e o sucesso do Projeto, seja na implantação  ou manutenção de seus pólos e programas,  só são possíveis devido às parcerias estabelecidas com o Governo do Estado de São Paulo, Prefeituras Municipais, organizações do Terceiro Setor e empresas privadas, além da doação de pessoas físicas. Atualmente, o Projeto conta com o apoio de 20 empresas privadas, 291 prefeituras, 20 entidades parceiras e 50 sócios colaboradores.

 

Os patrocinadores podem colaborar com recursos financeiros ou doação dos itens previstos nos projetos, desde que estejam novos. As empresas que têm interesse em associar-se ao Projeto podem fazê-lo por meio da doação de equipamentos tecnológicos, os quais serão utilizados para a informatização de Pólos, ou CDs, DVDs e livros – que irão contribuir para o aumento do repertório cultural dos alunos do Projeto, seja dentro ou fora da sala de aula.

 

Segundo Alessandra Costa, diretora-executiva do Projeto, depois da expansão contínua de pólos e alunos desde sua fundação, em 1995, agora é a vez de aprimorar os trabalhos desenvolvidos. “A informatização dos pólos servirá como ferramenta para incrementar a gestão do projeto em diversos aspectos: o administrativo, o educacional e o social. Será um facilitador para traçarmos melhor o perfil do público que atendemos e para avaliar a eficiência de nosso desempenho nestas três áreas. Já o projeto dos acervos faz parte de um programa mais amplo de atividades com foco na formação complementar, que tem por objetivo se expandir para fora das salas de aula, permitindo aos alunos e seus familiares acesso a outras formas de expressão cultural”, observa.

 

As empresas interessadas em colaborar com a efetivação desses projetos devem acessar o site: www.projetoguri.org.br/colabore

   

Informatização de pólos

A falta de equipamentos básicos de informática impede agilidade no fluxo de informações entre os 337 pólos do Projeto Guri abertos à comunidade e sua sede em São Paulo. Informações como fichas de inscrição, lista de presença, controle de instrumentos e patrimônios, entre outras, são fundamentais para o gerenciamento e aprimoramento do trabalho desenvolvido na organização. Por isso, o objetivo é construir um sistema informatizado e integrado de gestão que facilitará, por exemplo, o atendimento social e pedagógico oferecido, além do levantamento de dados gerais e pesquisas sobre o Projeto.

 

Dentre as informações que serão gerenciadas pelo sistema, destacam-se: cadastro e matrícula de alunos; controle de patrimônio; gestão financeira e contábil, gestão de compras e recursos humanos; calendário de eventos e acompanhamento de instrumentos sociais, como ficha de saúde, ocorrências e dados familiares, entre outros.

 

Os equipamentos necessários para cada um dos pólos são: microcomputador; caixa de som; gravador de CD; leitor de DVD; impressora jato de tinta e no break. Para alcançar a totalidade prevista de implantação desta iniciativa, o Guri necessita ainda de 65% dos equipamentos.

 

Acervo infanto-juvenil de literatura e música

Como parte específica das diversas iniciativas de aprimoramento de suas atividades, o Projeto Guri inicia um trabalho de desenvolvimento e criação de um vasto acervo cultural para cada um dos 337 pólos abertos da Organização.

 

O acervo inicial contará com livros sobre música e artes em geral (biografias e teoria, entre outros), CDs e DVDs, e será acompanhado de uma apostila com sugestões de atividades a serem desenvolvidas em sala de aula pelos professores.

 

Os educadores serão verdadeiros “agentes de leitura”, incentivando alunos e também seus familiares a utilizarem os recursos disponíveis no acervo como forma de expandir conhecimentos culturais. “A ampliação do repertório cultural dos jovens atendidos potencializará a missão do Projeto Guri, que visa à inclusão sociocultural de crianças e jovens, por meio da música. O estímulo à literatura e ao aprofundamento na música, que será proposto aos alunos e seus familiares no seu tempo livre, contribuirá com o aprimoramento do seu processo educacional e sua integração com a comunidade”, avalia Alessandra Costa, diretora-executiva do Projeto Guri. Para a implantação do Projeto Acervo na sua totalidade serão necessários 29.710 livros; 42.847 CDs e 300 DVDs.

 

Sobre o Projeto Guri

O Projeto Guri é uma Organização Social de Cultura, sem fins lucrativos, que tem como missão promover a inclusão sociocultural de crianças e adolescentes por meio do ensino musical. Criado em 1995 pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, o Projeto Guri avançou por etapas fundamentais até chegar ao alcance hoje reconhecido. A primeira, em 1997, foi a criação da Sociedade Amigos do Projeto Guri, hoje, Associação Amigos do Projeto Guri. Em 2004, a Associação foi qualificada como Organização Social de Cultura, e passou a gerenciar o projeto. A entidade conta com diversos parceiros, patrocinadores e colaboradores, sendo seu principal mantenedor o Governo do Estado de São Paulo. Atualmente, o Guri atende cerca de 40 mil crianças e jovens, está presente em 384 pólos e configura-se como um dos mais bem sucedidos projetos da área sociocultural. Empresas privadas que queiram colaborar com o Projeto Guri podem usufruir da Lei de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura. 

 

 

 

 
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Projeto do Ceará é o vencedor da 3º Feira de Inovação Social que terminou hoje em Porto Alegre

 

Programa Trevo de Quatro Folhas reduz mortalidade de mães e bebês durante o período do pré-natal, parto e pós-parto

 

O projeto social da cidade de Sobral, Ceará, "Trevo de Quatro Folhas" foi o grande vencedor do concurso "Experiências em Inovação Social" que escolheu as melhores práticas sociais da América Latina, promovido pela Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal), da Organização das Nações Unidas (ONU), em parceria com a Fundação W.K. Kellogg . O projeto recebeu o prêmio de US$ 30 mil.

 

A cerimônia de premiação do concurso foi realizada hoje (sexta-feira), no Palácio Piratini, em Porto Alegre. A proposta do concurso é identificar e promover a réplica criativa de iniciativas sociais inovadoras. Com quatro iniciativas sociais, o Brasil foi o país com o maior número de participantes entre os 12 finalistas.

 

"O projeto escolhido possui todos os elementos importantes para um projeto social bem sucedido, melhora as condições sociais de uma localidade, contribui para o desenvolvimento econômico e social e pode ser facilmente replicado em outras cidades", afirmou o secretário-geral da Cepal, José Luis Machinea.

 

O segundo colocado recebeu o prêmio de 20 mil dólares, o terceiro 15 mil dólares, e o quarto e quinto, 10 mil dólares e 5 mil dólares, respectivamente. Além disso, as experiências finalistas serão amplamente difundidas na região. A inscrição para o ciclo 2007-2008 estão abertas a partir de hoje.

 

A 3ª Feira de Inovação Social começou no dia 4 de dezembro. As práticas sociais finalistas foram expostas na Praça da Alfândega, no centro de Porto Alegre. O evento contou com a participação do secretário-executivo da Cepal, José Luís Machinea, do secretário-geral Ibero-Americano, Enrique Iglesias, que deu uma aula magna no dia 5, e do diretor-geral da Fundação W. K. Kellogg para a América Latina, Francisco Tancredi.

 

Sobre o projeto vencedor:

A Estratégia "Trevo de Quatro Folhas", desenvolvida pela Secretaria da Saúde e Ação Social de Sobral, Ceará, tem como meta reduzir a

morbimortalidade materno-infantil a partir da reorganização da atenção à

saúde das mães e crianças durante as etapas: pré-natal, parto, puerpério e

período neonatal. Estas etapas constituem cada uma das quatro folhas do

trevo.

A Equipe do Trevo assume a organização do Comitê de Prevenção da Mortalidade Materna, Perinatal e Infantil, que atua como uma rede interinstitucional, contando com a participação das instituições de ensino e dos Conselhos Municipais: de Saúde, dos Direitos da Criança e do Adolescente e dos Direitos da Mulher. No referido Comitê são investigados todos os óbitos maternos, fetais e infantis para identificação e análise dos seus fatores determinantes. Os óbitos são classificados segundo os critériosde evitabilidade para a proposição de medidas de intervenção, que visam a melhoria da qualidade da atenção materno-infantil. O monitoramento permanente dos indicadores da atenção materno-infantil é realizado a partir da avaliação do uso da Caderneta de Saúde da Mãe e da Criança e das entrevistas às puérperas nas maternidades. Também são identificados os casos de alto-risco que necessitam de acompanhamento do Trevo. Segundo solicitação das equipes de saúde da família, a equipe do Trevo de Quatro Folhas realiza visitas domiciliares para abordagem de gestantes resistentes ao pré-natal e elaboração de plano de cuidados para gestantes, puérperas e crianças em situação de risco clínico e social. Este plano é elaborado e implementado, em parceria com a família acompanhada, pela equipe de saúde da família da área e outros setores.

 

A participação das "mães sociais" é um ponto chave para o êxito da estratégia. Elas são mulheres da própria comunidade cuja função é acompanhar as mães ou as crianças em risco e sem apoio familiar. Para isso recebem capacitação para atuarem como cuidadoras no domicílio ou no hospital. Visam a promoção da saúde, a prevenção de agravamentos e da prematuridade, o apoio à amamentação, o fortalecimento da auto-estima e dos vínculos familiares, além da melhoria do auto-cuidado, da maternidade  e  da paternidade. A participação da comunidade através da contribuição mensal de "padrinhos e madrinhas sociais", que se solidarizam com as mulheres e as crianças em risco, viabiliza o apoio social às famílias acompanhadas. Além disso, destaca-se a atuação das "articuladoras sociais" que são pessoas voluntárias que participam das ações permanentes de divulgação, eventos sociais e captação de recursos.

 

Em 2006 a estratégia atendeu 1.148 famílias a um custo de US$175 anuais/família. Desde seu início em 2001, conseguiu aumentar o número de atendimento pré-natal e reduzir a taxa de mortalidade infantil de 29,7 a  16,5 por mil nascidos vivos em 2006.

 

Mais informações poderão ser solicitadas a:

 

Noraney Alves Lima

Secretaria da Saúde e Ação Social de Sobral - Ceara

noraneylima@gmail.com

Tel. (55-88)-3611-6639 o 3611-2171

 

Programa social auxilia na recuperação de moradores de rua em Guarulhos

 

Atividades esportivas e de lazer, teatro, oficinas de artesanato e de terapia ocupacional, atendimento psicológico, além de aulas de informática e auxílio para emissão de documentos são alguns dos serviços oferecidos pelo projeto Bom Samaritano, da Associação SOS Família São Geraldo, em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo.

A iniciativa tem como objetivo restabelecer os vínculos sociais dos moradores de rua do município. O programa de recuperação funciona diariamente, das 8h às 16h, e é realizado por duas equipes. A primeira fica no Centro de Referência ao Morador em Situação de Rua (CMR), que conta com refeitório e salas de TV e para aulas. Lá, educadores, arte-educadores, psicólogos, cozinheiras e assistentes sociais fornecem oficinas de terapia ocupacional, atendimento psicológico e aulas de computação.

A segunda turma promove trabalhos de campo por meio de abordagens com a população de rua. Ela se encarrega da realização de encaminhamentos médicos e para postos de trabalho, albergues e casas de internação, emissões de segunda via de documentos e orientação para quem quiser retornar à cidade de origem.

O projeto Bom Samaritano oferece cerca de 60 refeições diárias e atende, em média, 130 moradores de rua por mês. A Associação SOS Família São Geraldo desenvolve ainda atividades de esporte, lazer, teatro e oficinas de artesanato.

 

REPÚBLICAAlém das iniciativas já em andamento, a instituição pretende construir uma república para a população de rua em processo de socialização. Há um projeto-piloto em andamento, desde fevereiro de 2007, realizado em uma casa adaptada dentro das dependências do CMR. Entre as pessoas atendidas na república, 90% conseguiram restabelecer a vida financeira e o convívio social — elas conquistaram emprego, conseguiram alugar casa, abandonaram o alcoolismo e retomaram a convivência familiar.

De acordo com a entidade, o perfil dos moradores de rua de Guarulhos não é uniforme: 60% são homens e 40%, mulheres. O principal problema enfrentado é a exclusão social, seguido por problemas relacionados a transtorno mental, abandono, drogas e álcool.

As atividades desenvolvidas pela Associação SOS Família São Geraldo contam com apoio da Secretaria de Assistência Social e Cidadania de Guarulhos, que repassa R$ 9,2 mil mensais à instituição por meio do Fundo Municipal de Assistência Social (FMAS). O projeto Bom Samaritano está aberto a todo tipo de doação, aceitando inclusive parceiras com a iniciativa privada.

 

 

 

 

 

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