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Resumo
A investigação dos atributos estéticos da
paisagem remete ao estudo da percepção e
representação espacial, qualificando, assim, os
espaços. O presente trabalho tem como ideal
apresentar análises de dados metodológicos do
Livro Planejamento do Espaço Turístico de
Roberto C. Boullón, ocorrendo uma reflexão no
ato de apreciar e vivenciar a paisagem.
Palavras-chave: metodologia, paisagem e
percepção.
Resumen
Investigación atributos estéticos de paisaje se
refiere al estúdio de la percepción y
representación espacial, calificación los
espacios. El presente trabajo tienes el regalo
ideal metodología de análisis de datos del libro
Planificación del Espacio Turistíco, Roberto C.
Boullón, que ocurren uma reflexión em acto de
apreciar y la experiencia de la paisaje.
Palabras-clave: metodogía, paisaje y la
percepcíon.
INTRODUÇÃO
Os signos da paisagem são atributos qualificados
pelo indivíduo que percebe o espaço, isto é,
subjetivamente representa a paisagem e, em base
a sua matriz sociocultural, impondo valores e
sentidos ao espaço.
Destacadamente, o ato de apreciar e vivenciar a
paisagem inclui também variáveis estéticas
(inerentes ao indivíduo, mas também
culturalmente condicionados) marcantes na
definição de atrativos turísticos. Portanto, a
investigação dos atributos estéticos da paisagem
remete ao estudo da percepção e representação
espacial, qualificando, assim, os espaços.
No momento a intenção é de verificar itens da
bibliografia utilizada do livro Planejamento do
Espaço Turístico, de Roberto Boullón, que possam
engrandecer a pesquisa de pós-graduação
em geografia, no Mestrado em “Gestão do
Território”. Para que assim, com a discussão
teórica e a metodologia consiga assegurar o quão
importante é este estudo do Boullón para o
Turismo.
Há a necessidade de detalhar questões
problemáticas que são feitas a todo o momento na
pesquisa, como: a avaliação da paisagem pode vir
a ajudar no desenvolvimento de cidades junto aos
órgãos públicos e privados? O que toda a
pesquisa pode trazer a qualquer comunidade e até
mesmo o turismo?
Justifica-se que este trabalho é de extrema
importância para a academia e para os
municípios, pois apóiam no engrandecimento
local, tanto no viés do planejamento municipal
quanto do turismo e da geografia. Tentando
sempre se encaixar idéias e ações para a
comunidade local, meio e os turistas.
DEBATES TEÓRICOS
Boullón (2002, p.116) caracteriza a paisagem
como “(...) uma qualificação estética outorgada
aos elementos que constituem o meio ambiente
natural.” Avaliando com alguns critérios sua
beleza e elementos que chamam mais atenção.
Boullón (2002, p. 119) salienta que existem dois
tipos de paisagem a natural ou virgem e a urbana
ou cultural e que
a existência de ambos os tipos de paisagem [...]
depende da presença de um observador sensível
colocado diante de um ambiente natural ou de um
ambiente urbano. Sem o homem, a paisagem
desaparece; mais isso não quer dizer que a
paisagem se esfume e se recomponha magicamente
com a ausência ou a presença do homem;
naturalmente, quando este se retira, ali
permanece o ambiente natural e a cidade. O que
queremos dizer é que a paisagem se vai com o
observador porque não passa de uma idéia da
realidade que este elabora quando interpreta
esteticamente o que está vendo (BOULLÓN, 2002,
p. 119)
O meio natural deve ser observado como produto
da interpretação de transformação e, neste caso,
delineando a geografia humana. Segundo Milton
Santos (apud RUA 2007, p.14) “a natureza
é o continente e o conteúdo é o homem, incluindo
seus objetos, ações, crenças, desejos realidade
esmagadora e as perspectivas. Rua (2007)
articula que a natureza marca a mudança na
história humana do meio, e o homem é o fator
geomorfológico, geológico, climático. O homem
consegue a modificação das características
locais, podendo causar dados irreversíveis ao
território, pensando na idéia de cultura.
Segundo Sauer (1998, p.56) “por meio das
culturas faz uso das formas naturais, em muitos
casos alterando-as, em alguns, destruindo-as.”
A paisagem, desvinculável da idéia de natureza e
espaço, é constantemente refeita de acordo com
os padrões locais de produção, da sociedade, da
cultura, com os fatores geográficos e tem
importante papel no direcionamento turístico.
Não se trata de dizer que ela seja a única forma
de atração, mas que pesa muito no contexto de
outros fatores (meio de hospedagem, bons preços
etc.). O turismo depende da visão. (YÁZIGI,
1998).
DESCRIÇÃO METODOLOGICA DO LIVRO PLANEJAMENTO DO
ESPAÇO TURISTÍCO DE ROBERTO C. BOULLÓN
Os itens da bibliografia de Boullón iniciam-se
com o tópico análise da paisagem. Segundo
Boullón (2002, p.124), com uma grande quantidade
de informação sobre o ambiente natural, descreve
fatores como: topografia, tipo de vegetação,
clima, habitat, propriedades da paisagem,
tipos de paisagem, descrição da paisagem,
componentes sensoriais da paisagem, visualização
e promoção da paisagem e capacidade e limite da
paisagem.
A topografia (relevo do terreno, morfologia
do terreno), “refere-se às diferentes
formas que a crosta terrestre pode assumir,
sendo um dos extremos a planície e outro as
altas montanhas, passando por uma série de
formações intermediárias que, por sua
singularidade, podem-se transformar no elemento
paisagístico (...).”
O tipo de vegetação, (original
e plantada) “nas paisagens abertas que
abrangem um panorama extenso, atua como a
“vestidura” da topografia e pode representar o
elemento principal para as visões próximas que
se têm quando se entra e circula (...).”
O clima (situações atmosféricas
perceptíveis) (...), “serve para conhecer em
que época do ano e a que hora do dia cada
paisagem encontra sua plenitude estética. Por
outro lado, o clima pode mudar o aspecto de uma
paisagem, até fazê-la perder suas qualidades,
como ocorre com a neblina ou com as nuvens,
(...).”
(...) o conhecimento do habitat (efeitos da
ação do homem e condições de habitabilidade do
mundo biótico) “é necessário porque,
graças a ele, a informação se enriquecerá e
mostrará, por um lado, as formas de vida de cada
lugar e seu efeito sobre a natureza e, por
outro, as condições ecológicas requeridas pelas
espécies selvagens e plantas autóctones para sua
existência”.
Na etapa visão da paisagem uma citação de
Boullón (200, p.128) deixa clara a relação homem
natureza. Sendo
Como na natureza as partes aparecem integradas a
um conjunto, o cérebro humano, por não estar
acostumado a processar informação tão complexa,
capta a paisagem como um todo*, mas de uma forma
difusa, de tal modo que as imagens que lembra
não conseguem estabelecer as diferenças e as
semelhanças que lhe permitem identificar o que
viu, nem mesmo nas fotografias que uma mesma
pessoa tirou.
Continua Boullón (2002) explicando ainda que o
homem urbano de aos elementos um significado
distinto que eles têm relacionado com seu meio
quando se analisam todos juntos. Isso faz com
que haja dificuldade para memorizar o que vê e
explica. Cita o mesmo autor (2002, p.128) “o
mecanismo da visão, tende, em primeira
instância, a perceber os objetos como
agrupamentos, para, em seguida, em função da sua
experiência, descobrir as partes que o compõem.”
Portanto, com as analises do autor deixa claro
que as dificuldades que o homem enfrenta em
interpretar a visão da paisagem, com suas
características difusas, contendo diferenças e
semelhanças tende a de alguma maneira perceber o
objeto de uma forma grupal para posteriores
descrever as partes que a compõe.
As propriedades da paisagem, também para
Boullón (2002, p.129 e 130) contêm os itens:
diversidade, repetição, unidade e mudança.
Diversidade
“que depende da quantidade de componentes,
visualmente diferenciáveis dos diversos pontos
de vista dos quais se podem contemplar uma
paisagem. A análise da diversidade é um dos
indicadores básicos para definir os percursos e
os mirantes de uma paisagem.”
Repetição
“que indica a presença reiterada de uma forma ou
motivo natural em tal grau que cheguem a dominar
a cena.”
Unidade
“que se refere ao equilíbrio visual dos
componentes de uma cena. A unidade de uma
paisagem é um dos valores da natureza que mais
dificultam sua leitura às pessoas não treinadas
na captação da diversidade.”
Mudança
“faz função as matrizes que uma mesma paisagem
adquire conforme as horas do dia e os dias do
ano.”
Verificando os tipos de paisagem Boullón
(2002, p.130) classifica em homogêneas e
heterogêneas, portanto
As paisagens homogêneas são as que, como as
planícies ou mar, estão integradas por muito
poucos elementos e apresentam a vantagem de que
sua leitura é simples, mas também o duplo
inconveniente de que é muito difícil
diferenciá-las e reconhecê-las e que, por sua
monotonia, fazem com que o turista comum que
permanece longo tempo nelas acabe por se
entediar. Por sua vez, a paisagem heterogênea
são formadas por uma grande quantidade de
elementos, o que embora consiga prender a
atenção do observador, dificulta sua
interpretação e memorização.
Pode ser verificado que não somente Boullón
descreve os tipos de paisagem perante o turismo,
mas também Mário Carlos Beni. A classificação
homogênea e heterogênea é igual, agora quando
parte para os tipos e subtipos, se diferem, toda
a comparação já foi feita no referencial
bibliográfico da pesquisa.
Há três fatores que contribuem para a
descrição da paisagem, a saber: estrutura,
forma nítida e diferenciação.
A estrutura para Boullón (2002,p.133) “é
a lei de distribuição, disposição e organização
das partes que integram a cena natural que se
observa. Geralmente é determinada pelo relevo,
que é o principal elemento visual de
identificação de uma paisagem.”
As formas nítidas para Boullón (2002,p
.134) “são partes mais visíveis ou
identificáveis, e, por sua própria notoriedade,
qualificam o tema da paisagem. Uma forma nítida
pode ser constituída por coisas tão diferentes
entre si como o cone de um vulcão, um lago ou
uma flor.”
A diferenciação para Boullón (2002,
p.135) “apóia-se em uma relação entre a paisagem
e o observador, que surge quando a permanência
aumenta e a observação se aguça, o que permite
descobrir suas partes secundárias.”
Os Componentes Sensoriais da Paisagem são
mais uns dos itens analisados por Boullón (2002,
p.136) na analise da paisagem natural, portanto
ele explica que “como o homem faz contato com o
mundo exterior por meio dos sentidos, essa
experiência depende, obviamente, de sua
capacidade sensorial.” Assim, Boullón (2002,
p.141) cria uma tabela com os componentes
sensoriais das imagens da paisagem natural
Tabela 1: Componentes sensoriais da paisagem
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Categoria |
Exemplo |
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1.
As formas |
Das plantas, dos lagos, dos rios, dos
bosques, das planícies, dos animais, das
nuvens etc. |
|
2.
O cheiro |
Das flores, das plantas, das árvores,
das lavouras, da terra, do mar, do ar
etc. |
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3.
A cor |
Das flores, das árvores, dos prados, do
céu, das nuvens, dos cultivos, da terra,
das rochas, da neve etc. |
|
4.
A luz |
Os brilhos, os reflexos, as
transparências, as sombras, as
opacidades etc. |
|
5.
A textura |
Do solo, da água, dos troncos, das
folhas, das flores etc. |
|
6.
Os sons |
Da água, do gelo, das folhas, dos
pássaros, dos insetos, dos ventos etc |
|
7.
A temperatura |
Do sol, do ar, da água, da areia, da
neve, à sombra, sob um bosque etc. |
|
8.
A atmosfera |
Da neblina, dos amanheceres, dos
pores-de-sol, da umidade etc. |
Fonte: a autora com base no livro Planejamento
do Espaço Turístico
Boullón (2002, p.141) afirma que com as análises
até agora não foi exeqüível, ao menos para nós,
estabelecer todas as situações possíveis, uma
ordem que fixe a importância e a sequência com
que se compõem as imagens, pois essa ordem muda
segundo o tipo de paisagem e a posição do
observador em relação a ela.
Portanto, com as interpretações dos tipos de
paisagem analisadas no referencial teórico e com
a determinação do observador na posição correta
parte-se para a verificação do item
Visualização da Paisagem, onde Boullón
(2002, p.149) comenta que “casa paisagem é um
fator singular cujo valor não se mantém
constante em toda sua extensão. Ao percorrê-la,
sempre encontraremos, como se disse, locais onde
se expressa com maior esplendor e beleza.”
Boullón (2002) explica ainda que a luz é uma das
principais interferências na captação da
paisagem, pois consegue iluminar a cena e
fatores que compõe o espaço e elementos entre
eles. Distinguem-se quatro situações que
produzem imagens diferentes de uma paisagem, são
para Boullón (2002, p.149)
Luz frontal: ilumina todo um campo visual e
permite apreciar a profundidade.
Contraluz: desenha os perfis das formas que se
recortam contra o céu, destaca mais os perfis
que os detalhes e deixa ver as transparências.
Luz vertical: ilumina cada parte, mas com a
pedra das sombras lançadas, com o que às vezes a
paisagem se “achata”.
Luz rasante: mostra as texturas dos planos e as
formas iluminadas desse modo.
Continuando o mesmo item ainda verifica tipo de
paisagem aberta e fechada.
A paisagem aberta para Boullón (2002, p.151) é
“(...) muito simples, integrada por uma árvore e
uma encosta. (...)” Continuando ele afirma ainda
que algumas de interesse para o turismo, as
heterogêneas, em qualquer sentido que se olhe,
de vários formatos, que permitem contemplar sua
profundidade, onde a visão capta melhor a
extensão, ao passar de uma forma a outra
chegando à linha do horizonte. Já a paisagem
fechada para Boullón (2002) comenta que as dez
modalidades sensoriais, onde se está perto das
coisas, podendo aproximar-se e até tocá-las.
Portanto Boullón (2002, p.153) conclui que “em
uma paisagem aberta pode-se ver tudo em um
instante, mas sem apreciar os detalhes que
aparecem em uma paisagem fechada.” Ainda
verifica que, tanto na aberta quanto na fechada
têm estrutura, forma nítida e diferenciação.
Seguindo para a próxima etapa da metodologia a
Imagem da Paisagem específica o
processo de formação de imagem que se origina no
contato do sujeito com o meio natural (objeto),
onde o cérebro elabora os dados até forma uma
imagem dessa realidade, necessitando de tempo
para definir uma imagem completa. Passando para
uma visão mais aguçada selecionar o melhor campo
visual, procedimento no meio natural pela qual
recebe o nome de pré-imagem. É, pois mediante
sentidos e vontade ativa a percepção, carregando
significados e sendo armazenados na memória. Já
tendo a informação, consegue controlar sua
atenção, podendo possivelmente que a memória
participe e aporte as imagens-lembranças de
algum lugar conhecido, tendo assim uma possível
comparação, verificando as semelhanças e as
diferenças que engrandecem a imagem que esta
elaborando. (BOULLÓN, 2002)
Para Boullón (2002, p.156)
(...) “a paisagem natural não pode ser captada
de uma só vez, mas que se vê no tempo, e
deslocando-se mediante observações sucessivas
que fornecem, cada uma delas, fragmentos da
realidade. A esse quesito da visão, que inclui o
conceito de espaço-tempo ou quarta dimensão,
chamaremos visão em série.”
Processo de formação de imagens da paisagem
segundo Boullón (2002, p.156)
Figura 1: Formação de imagens da paisagem

Fonte: a autora com base no livro Planejamento
do espaço turístico de Roberto Boullón.
Continuando será descrito agora as Formas de
Ver da Paisagem Natural onde é interpretado
os três tipos de pessoas (turistas) que visitam
o ambiente natural. São eles: espectador, agente
e agente-observador.
Para Boullón (2002, p.158-159) o turista
espectador é “aquele que se mantém fora da
paisagem e se limita a observá-la dos diversos
pontos de vista oferecidos pela estrada na qual
transita.” Na verdade mantém uma relação sempre
distante e passageira; Já Boullón (2002,
p.158-159) diz que o turista agente
“incorpora-se a paisagem, mas para praticar
algum esporte como o esqui, a motonáutica ou o
surf.” Analisando esse tipo de turista
pode dizer que ele tem uma percepção menor da
paisagem do que o turista-espectador, pois não é
a paisagem que influenciou para ele estar no
local, a imagem-lembrança será sempre apagada. (BOULLÓN,
2002)
E o terceiro caso o turista agente-observador
inclui duas situações: a do visitante que entra
e permanece na paisagem e a do turista que
pratica esportes ou outras atividades. Fazendo
com que o turista permaneça na localidade mais
tempo ele pode se familiarizar com o meio,
fazendo tudo sem pressa. (BOULLÓN, 2002)
Assim, foi apresentada a metodologia de análise
da paisagem no meio natural, onde conseguiu
verificar os tipos de paisagem, as formas de
vê-lá, a imagem que representam, componentes
sensoriais e tantos outros.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A necessidade de detalhar questões problemáticas
foram feitas na pesquisa, sendo, se a avaliação
da paisagem pode vir a ajudar no desenvolvimento
de cidades junto aos órgãos públicos e privados?
O que toda a pesquisa pode trazer a qualquer
comunidade e até mesmo o turismo?
O ato de apreciar a paisagem, analisar suas
variáveis estéticas remete ao estudo da
percepção e representação espacial do homem no
meio, tendo como foco a quantificação dos
valores subjetivos que os indivíduos apregoam e
as mudanças temporais na paisagem influenciam em
grande quantidade.
A ordenação de elementos como um planejamento
breve e relação comunidade - órgãos públicos é
uma necessidade para que nenhum dano local
ocorra. Verificar o apanhado histórico de um
local também, pois, descobre todo o sentimento e
significado colocado em cada construção e mesmo
uma árvore, além de grande significado emocional
que esses itens causam à população.
Com a verificação dos itens principais da
metodologia de pesquisa do livro
Planejamento do Espaço Turístico, de
Roberto Boullón deduz-se que o artigo tem muito
a acrescentar à academia e que será de grande
valia a continuação de estudo, na pesquisa de
dissertação de pós-graduação, solicitada pela
Universidade Estadual de Ponta Grossa. Portanto
conclui-se que as questões estão a todo o
momento sendo explicadas e respondidas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BOULLÓN, R. C. Planejamento do espaço
turístico, Edusc, Bauru-SP,2002;
RUA, J. Paisagem, espaço e sustentabilidade:
uma perspectiva multidimensional da geografia,
Rio de Janeiro: Ed. PUC-RIO,2007;
SAUER, O. A morfologia da paisagem. In:
CORRÊA; ROZENDAHL (orgs.)
Paisagem, tempo e cultura.
Rio de Janeiro: EDUERJ,1998;
YÁZIGI, E. A.(org.). A importância da
paisagem. In: YÁZIGI, E. A.
Turismo e paisagem. São Paulo:
Contexto,2002.
Profº Dr. Nicolas Floriani é
Doutor em Meio Ambiente e Desenvolvimento
(UFPR). Fez doutorado sanduíche no Laboratoire
Dynamiques Sociales et Recomposition des Espaces
(ParisX). Mestre em Ciências do Solo e
Engenheiro Agrônomo ambos pela UFPR. Prêmio
Nacional Melhor Tese em Ambiente e Sociedade (ANPPAS,
2008). Professor Adjunto da Universidade
Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Atua como
professor no Programa de Mestrado em Gestão do
Território (UEPG) e como pesquisador colaborador
do Centro de Estudios del Desarrollo Regional y
Local (CEDER, ULagos, Chile) |