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Resumo
A
artigo
é resultado da
sistematização e análise
das pesquisas
que o
Laboratório de
Planejamento e
Cartografia do
Curso de Turismo
do Centro
Universitário
Ibero-americano (UNIBERO) desenvolveu
de 1998 até 2003
sobre o
bairro do Bixiga na
cidade de São
Paulo. O artigo
esta dividido em
cinco
partes além
a introdução e
das considerações
finais. 1)
Discussão sobre
as idéias de
planejamento turístico, 2) O
Caminho metodológico adotado 3)
Discute o uso e a
ocupação do
solo do bairro
do Bixiga, 4) Apresentação de
dois
roteiros turísticos no
bairro do Bixiga: cultural e
casas noturnas. 5)
Reflexão sobre
o material
cartográfico produzido sobre
o bairro do
Bixiga. O artigo
caracteriza o esforço
de produção na
área de
turismo voltado à
questão do planejamento
urbano,
utilizando como
exemplo o
bairro do Bixiga na
cidade de São
Paulo.
Palavras-chave:
planejamento
urbano,
turismo urbano,
geografia do
turismo,
cidade de São
Paulo, Cartografia.
Introdução
As
pesquisas
desenvolvidas no
Laboratório
de
Planejamento
e
Cartografia
do
curso
de
Turismo
do
Centro
Universitário
Ibero-americano
(UNIBERO)
são
variadas. Existem
desde
os
projetos
internos
do
laboratório,
projetos
disciplinares,
relatórios
de
estágios,
iniciações
científicas,
trabalhos
de
conclusão
de
curso,
até
os
projetos
externos,
frutos
de
pesquisas
como
a Brinquedoteca e os
monitores
do Bixiga, ligados à
comunidade
do
bairro.
Entretanto,
muitas dessas
pesquisas
foram
pouco
ou
não
divulgadas. Essa
situação
levou-se a
criar
um
capítulo
de
nosso
trabalho
que
reunisse a
produção
científica
produzida
pelo
UNIBERO
sobre
o Bixiga
em
compêndio
bibliográfico,
com
breves
comentários
e
um
índice
remissivo
por
tema.
Esse
compêndio
serviu de
embasamento
para
o
projeto
e tem
como
propósito
oferecer
os
assuntos
pesquisados
sobre
o Bixiga
para
futuros
trabalhos.
O
artigo
é de
certa
forma
uma
prestação
de
conta
do
momento
em
que
atuei
como
supervisor
do
Laboratório
de
Planejamento
e
Cartografia
do UNIBERO.
Além
da
relevância
de
organizar
e
fazer
um
balanço
do
que
foi produzido
em
termos
de
conhecimento
sobre
um
mesmo
objeto
de
pesquisa
na
área
de
Turismo,
no
caso
o
bairro
do Bixiga.
Portanto,
com
todos
os
problemas
que
um
trabalho
desse
gênero
possa
apresentar,
ele
é
um
esforço
para
garantir
a
memória
das
pesquisas
produzidas
por
uma
instituição
de
ensino
superior
na
área
de
Turismo,
na
difícil
tarefa
de
procurar
entender
e
refletir
o
espaço
que
a
cerca
e a envolve.
O Bixiga contem o
Centro
Universitário
Ibero-Americano
(Unibero) e
este,
está
imerso
em
sua
espacialidade.
Discutir
o
processo
de
inclusão
e
exclusão
espacial
não
é o
tema
desse
trabalho,
mas
fica o
convite
para
se
conhecer
um
trabalho
de
inclusão
dos
conflitos
de
um
espaço
metropolitano chamado Bixiga.
1.
Planejamento
e
turismo
3.
Uso
e
ocupação
do
solo
no
Bairro
do Bixiga
O
uso
e a
ocupação
do
solo
do
bairro
do Bixiga foi
feito
pro
meio
da
técnica
de
varredura.
Esta
técnica
é
muito
utilizada
em
planejamento
urbano
e consiste na
averiguação
rua
a
rua,
anotando
em
ficha
índice
todo
o
uso
do
solo
em
cada
ficha,
portanto
o Bixiga e
suas
85
ruas
foram “varridos”
pela
equipe
do
Núcleo
de
Planejamento
do
Turismo.
Na
ficha
índice
era
anotado
os
seguintes
usos
de
solo:
residencial,
serviços,
alimentação,
meios
de
hospedagem,
entretenimento,
institucional,
comercial
e
outros.
Após
o preenchimento de
cada
ficha,
passamos a
tabular
os
dados
e transformá-los
em
porcentagens
de
ocupação
transcrita graficamente
em
mapas
temáticos
dos
usos
de
solo
do Bixiga, a
seguir
apresentamos os
comentários
sobre
os
usos
e os
mapas.
Residencial: As
ruas
que
integram o
Bairro
do Bixiga
são
em
sua
maior
parte
formada
por
residências,
sendo
que
grande
parte
são
ocupadas
por
uma
porcentagem
que
varia de 31% a 60% do
total.
As
principais
ruas
assim
ocupadas
são:
Treze da
Maio,
Conselheiro
Ramalho,
Santo
Antônio,Maria José,
Major
Diogo,
Abolição,São
Carlos do
Pinhal,
Martiniano de
Carvalho,Maestro
Cardim,
entre
outras.
Já
as
ruas
Al.
Campinas,
Sta Madalena, Al.
Almirante
Marques de
Leão,
Dr.Seng, Vicente
Prado,
R. Lettiere, R. Dr. Esteves
Natividade,
entre
outras,
são
ocupadas de 61% a 100%
por
residências.
Serviços:
Somente
algumas das
ruas
do
Bairro
do Bixiga
são
ocupadas
por
ma
quantidade
significativa
de
estabelecimentos
de
caráter
de
serviços,
contando
com
cerca
de 30% de
sua
ocupação
total.
As
principais
ruas
assim
ocupadas
são:
R. João Passalacqua, R. Rui Barbosa, R. Jaceguai, R.
Genebra,
R. João Julião.
Alimentação:
As
ruas
ocupadas
por
quantidade
significativas
por
estabelecimentos
deste
tipo
são
poucas,
mas
as
principais
do
bairro,
como
Av. Brig. Luís Antônio, R. Treze de
Maio,
R.
santo
Antônio e Al.
Campinas,
entre
outras, contando
com
porcentagens
que
variam de 11% a 30% de
ocupação.
Apenas
duas (2)
ruas
do
bairro
contam
com
ocupação
que
varia de 31% a 60%
são
A r. Pedro Ivo e a R. Jacareí.
Meios
de
Hospedagem:
São
poucas as
ruas
do
bairro
ocupadas
por
quantidade
significativa
de
estabelecimentos
deste
tipo,
sendo
que
as
principais
são
a R.
Pio
XII e a R.
Monsenhor
de Passalacqua, ambas contando
com
ocupação
acima
de 10%.
Entretenimento:
As
principais
ruas
assim
ocupadas
são
a R. Rui Barbosa e R. Jaceguai, ambas contando
com
ocupação
superior
a 10%.
Institucional: As
principais
ruas
assim
ocupadas
são
a Av.
Paulista,
R.
São
Carlos do
Pinhal
e R. Treze de
Maio,
todas
com
ocupação
entre
11% e 30%.
Comercial:
São
diversas as
ruas
assim
ocupadas no
bairro
do Bixiga, sendo
que
as
que
possuem
taxa
de
ocupação
entre
31% e 60%
são
internas ao
bairro,
como
R. Carlos Sampaio, R. Jaceguai, R.
conselheiro
Ramalho,
R. Pedroso,
entre
outras. E as
ruas
com
maior
porcentagem
de
ocupação
por
este
tipo
de
estabelecimentos
são
externas
ao
bairro,
como
a Av.
Paulista,
Av. 9 de
Julho
e R,
Cardeal
Leme.
Outros:
As
ruas
ocupadas
por
este
tipo
de
estabelecimento
são
apenas
sete(7),
sendo
elas
R. Dr. Plínio Barreto, R. Dr. Lourenço Granato, R. Ulisses
Paranhos, R. Cda. De
São
Joaquim, R. Dos Bororós e R. Jaceguai, todas contando
com
taxas
de
ocupação
que
variam de 11% a 30%,
com
exceção
da R.
Cardeal
Leme,
que
conta
com
uma
taxa
de
ocupação
superior
a 31%.
4.
Roteiros
Turísticos no Bixiga
Os
temas
de
cada
roteiro
foram escolhidos de
acordo
com
a
seleção
anterior
de
pontos
que
se encaixavam no
propósito
de
roteiros
para
serem realizados a
pé,
destacando a
proximidade
entre
eles.
Foram elaborados,
pois,
2
roteiros
principais,
a serem realizados,
tanto
por
turistas
quanto
por
moradores da
cidade,
levando-se
em
conta
os
horários
de
funcionamento
dos
pontos
a serem visitados,
tanto
durante
o
dia
quanto
durante
a
noite.
Os
roteiros
elaborados foram o “Roteiro
Cultural” e o “Roteiro
de
Casas
Noturnas”.
Nesses
roteiros,
a
preocupação
central
é
oferecer
possibilidades de se
conhecer
mais
o
bairro,
para
tanto,
foram representados
nos
mapas
os
dois
roteiros.
Os
mapas
elaborados, a
seguir,
servem
como
base
para
a
realização
do
roteiro,
lembrando
que
os
mesmos
podem
ser
modificados de
acordo
com
a
vontade
do turista
ou
de
qualquer
pessoa
que
venha a realizá-lo.
Outros
roteiros
como
o “Roteiro
Gastronômico”,
“Roteiro
de
Teatros”
e “Roteiro
de
Arquitetura”
podem
ser
consultados no
Núcleo
de
Turismo,
já
que
foram
desenvolvidos
em
outro
projeto.
Roteiro Cultural:
Ponto de Partida: Praça Dom Orione; Ponto 1):
Escadaria do Bixiga (End: R. Treze de Maio); Ponto
2): Museu do Bixiga (End: R. dos Ingleses,118);
Ponto 3): Museu do Óculos (End: R. dos
Ingleses,108); Ponto 4): Igreja de Nossa Sra.
Achiropita (End: R. Treze de Maio,452); Ponto 5):
Casa da Dona Yaiá (End: R. Major Diogo,353); Horário de func:
Não aberta ao público (visita externa); Ponto 6): Teatro TBC
(End: R. Major Diogo, 547); Ponto 7): Casa da família
Mofarrej (End: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 826); Ponto 8):
Igreja Nossa Sra do Carmo (End: R. Martiniano de
Carvalho,114); e Ponto de chegada: Galeria de Antiguidades
(End: R. dos Ingleses,353).
Roteiro Casas Noturnas:
Ponto de
Partida: R. Treze de Maio; Ponto 1): Velho Pietro Café (End:
R. Treze de Maio, nº 192); Ponto 2): Camelot (End: R. Treze
de Maio, nº 180; Ponto 3): The Wall (End: R. Treze de Maio,
nº 152); Ponto 4): Alkatraz (End:R. Treze de Maio, nº 140),
Ponto 5): Café Piu-Piu (End: Rua Treze de Maio, nº 134);
Ponto 6: Café Aurora (End: R. Treze de Maio, nº 112), Ponto
7: Bar do Cabo (End: R. Treze de Maio, nº 98); Ponto
8: Zinc Bar (End: R. Treze de Maio, nº 90); Ponto 9: Madame
Satã (End: R. Conselheiro Ramalho, nº 873).
5.
Produção do Material Gráfico e Cartográfico do Bixiga
Desde a antigüidade, o mapa é
um importante instrumento de orientação humano utilizado nas
mais diversas situações. Sua utilização se estendeu a várias
finalidades, assim como, a ocupação territorial, fins
bélicos, grandes navegações e etc.
Por se tratar de um
instrumento tão antigo, é inevitável que tenha passado por
diversas transformações a fim de orientar melhor e oferecer
informações mais exatas a quem o utiliza.
HARLEY (1991 apud SANTOS, 1999:07), define o
mapa como: “...representação
gráfica que facilita a compreensão espacial de objetos,
conceitos, condições, processos e fatos do mundo humano”.
Dessa forma, podemos dizer que
o mapa além de orientar, consegue superar as mais diversas
barreiras da comunicação, por se utilizar uma linguagem
universal, a representação gráfica.
Os sistemas de projeções
cartográficas foram desenvolvidos para dar uma solução ao
problema da transferência de uma imagem da superfície curva
da esfera terrestre para um plano da carta, o que sempre vai
acarretar deformações.
Os sistemas de projeções
constituem-se de uma fórmula matemática que transforma as
coordenadas geográficas, a partir de uma superfície esférica
(elipsoidal), em coordenadas planas, mantendo
correspondência entre elas. O uso deste artifício geométrico
das projeções consegue reduzir as deformações, mas nunca
eliminá-las.
Se tratando de um recurso
visual tão importante, para a concretização do Projeto
Bixiga estão sendo confeccionados alguns produtos
cartográficos, assim como, mapas topográficos, mapas
temáticos, perfis topográficos e blocos diagramas, a fim de
que o trabalho se torne mais atrativo e de certa forma mais
compreensível para o público em geral.
Para a confecção de todos os
mapas, foi utilizada a carta da EMPLASA na escala 1:10.000.
A primeira confecção, trata-se
do Mapa Hipsométrico do Bixiga (ver anexo 1), onde foram
destacadas todas as curvas de nível do bairro. A segunda
confecção, trata-se do Mapa Hipsométrico do Bixiga em
isometria 30° (ver anexo 2). Nessa etapa, procurou-se
destacar as principais curvas de nível do bairro, ou seja,
foram destacadas as Linhas Matrizes de altitudes 750, 775 e
800 metros, sendo que a eqüidistância entre cada curva é de
5 metros.
Para compreendermos melhor a representação
gráfica do relevo através da curva de nível, seguimos a
definição de SANTOS (1999:33): “O
sistema mais utilizado para representar o relevo do terreno
nos mapas e cartas topográficas são as curvas de nível, que
são isolinhas de valores de uma carta que exprime alturas de
pontos relacionados a uma mesma superfície de referencia. As
curvas de nível estão tanto mais próximas entre si quanto
mais íngreme é o terreno, aparecendo deste modo mais obscura
nas zonas íngremes do mapa. Todas as curvas de nível são
horizontais e normais ‘a direção em que corre a água.”
(...) O espaçamento entre as
curvas de nível é chamado de eqüidistância e sua fixação
depende da escala do mapa, da importância do relevo e da
precisão do levantamento.”
A terceira confecção trata-se
do Bloco Diagrama do Bixiga e soerguimento das curvas de
nível escolhidas (ver anexo 3). A partir desse recurso
gráfico, o bloco diagrama podemos ter uma visualização
melhor sobre as dimensões do bairro, já que se trata de uma
representação gráfica em terceira dimensão.
A quarta confecção trata-se do
Bloco Diagrama do Bixiga e primeira etapa do acabamento.
Esses produtos são apresentados na seqüência do texto.
Devemos lembrar que já havia no laboratório de Cartografia
outros produtos gráficos e cartográficos produzidos.
6.
Produção Acadêmica do
Unibero sobre o Bixiga
Nesse compêndio reuni-se 32
trabalhos sobre o bairro do Bixiga que são frutos da
produção científica realizada pelo Unibero sobre o bairro
desde 1998 até o 1º semestre de 2003. O compêndio apresenta
breves comentários sobre o material, destacando-se autor
(es), título, tipo de produção acadêmica e assunto. Esse
compêncdio pode ser consultado no Núcleo de Planejamento do
Turismo no curso de Turismo do Unibero.
O tipo de produção acadêmica
foi dividido em: artigos, programa de iniciação científica,
projeto de requalificação e monografia.
Quanto aos assuntos
identificados são relacionados ao Turismo Urbano destacando:
Turismo Cultural (11 trabalhos), Planejamento Turístico (12
trabalhos), Roteiros Turísticos (4 trabalhos) e Projetos
Comunitários (5 trabalhos). Esses assuntos têm o intuito de
fomentar a pesquisa facilitando o acesso e a localização dos
trabalhos.
Considerando alguns pontos
O Projeto
Bixiga: planejamento e turismo de um bairro na metrópole
paulistana
é resultado de um esforço conjunto de professores e alunos
do curso de turismo do Unibero que ao longo do período de
1996 a 2003 elegeram o Bixiga como objeto de estudo e
reflexão. Estes professores e alunos reuniram-se em
disciplinas e nos laboratórios do curso de Turismo do
Unibero, desenvolvendo trabalhos que contextualizam a
inserção da instituição na comunidade do Bixiga, bairro onde
o Unibero se estabeleceu, seja na sede, Avenida Brigadeiro
Luiz Antonio, ou mesmo na unidade localizada na rua Maria
José que por anos acolheu o curso de Turismo.
Quando se oferece o produto
final do projeto na forma de texto e mapas, procura-se a
sistematização das pesquisas já realizadas e desenvolvidas
no Unibero como retorno para a comunidade do Unibero e do
bairro do Bixiga dos trabalhos e reflexões feitas pelos
discentes e docentes desta Instituição ao longo de anos.
Pensar o Bixiga com a visão
turística é pensar num espaço dentro da metrópole paulistana
plausível de ser contextualizada pela atividade turística,
entendo suas limitações e apontando para intervenções
futuras.
Este contexto só é propiciado
por meio do planejamento urbano, planejamento este que vai
de encontro às preocupações da área denominada de turismo
urbano.
O turismo urbano representa a
quase totalidade dos fluxos turísticos, apenas algumas
modalidades como de turismo de aventura, ecológico, rural,
entre outros, diferenciam-se do turismo urbano. Entretanto,
não podemos negar que a atividade turística tem no urbano
seu lócus de preocupação e destaque.
O grau de urbanização de uma
dada localidade tem relação direta com as possibilidades de
desenvolvimento da modalidade de turismo predominante no
mundo – o turismo urbano.
A urbanização de um lugar
tanto pode ser precedente ao aparecimento do turismo nesse
lugar, como pode ser concomitante ou, ainda posterior.
Quando se trabalha nas metrópoles estamos pensando em
processos de urbanização diferenciados. Portanto, resultando
em espaços diferentes. Nesse trabalho, defronta-se com um
desses espaços diferenciados cujo processo de urbanização é
resulta na metrópole, com toda a complexidade de seus
problemas. Esse espaço, o Bixiga, é um bairro degradado da
área central da metrópole paulistana.
O Bixiga é apresentado ao
longo do trabalho como objeto de estudo de um espaço e um
lugar que pode ser mais intensamente turistificado. E essa
turistificação deve levar em conta a comunidade que o
envolve e não apenas o turismo como atividade desconectada
da realidade e do cotidiano do bairro. Esses foram alguns
dos desafios que nortearam nossas pesquisas e continuam a
instigar outras.
Referênciais
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Planejamento do espaço turístico.Bauru:
EdUSC, 2002.
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2001.
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Métodos e
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MACHADO, Lucy M. F. O estudo
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RODRIGUES, Adyr A B (ORG)
Turismo e
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São Paulo. Hucitec, 1996
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Hucitec, 1997
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Metamorfose
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São Paulo. Hucitec, 1998
YÁZIGI, Eduardo et ali (org)
Turismo:
Espaço, paisagem e cultura.
São Paulo: Hucitec, 1996.
Prof. Ms. do Colegiado de Geografia da Faculdade de
Filosofia, Ciências e Letras (FAFIL) do Centro
Universitário Fundação Santo André (CUFSA), mestre
em Geografia Humana FFLCH/USP e mestre e doutorando
em Geociências IG/UNICAMP. Autor de trabalhos na
área de Geografia, Turismo e Cartografia. clezio@fsa.br
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