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RESUMO:
Este artigo tem como
objetivo principal analisar como a ausência de valorização do patrimônio
histórico-cultural por parte da população do município de Teresina (PI),
interfere no desenvolvimento do segmento de turismo cultural na região.
Acredita-se que através do fortalecimento do vínculo entre comunidade
local e patrimônio, será possível alcançar o reconhecimento e
valorização deste, podendo assim incrementar o crescimento da atividade
turística no âmbito cultural e ainda sugerir seu uso como instrumento de
proteção e conservação dos bens culturais que fazem parte da história da
cidade e constituem a identidade de toda a população teresinense.
Palavras-chave:
Valorização, Patrimônio histórico-cultural,
Turismo cultural, Desenvolvimento.
ABSTRACT:
This article aims at analyzing how the
lack of appreciation of the historic and cultural heritage by the
population of the city of Teresina (PI), interferes with the development
of the segment of cultural tourism in the region. It is believed that by
strengthening the link between local community and heritage, you can
achieve the recognition and appreciation of, and may well increase the
growth of tourism in the cultural and even suggest its use as an
instrument of protection and conservation of cultural heritage part of
the city's history and constitute the identity of the entire population
of Teresina.
Key-words:
Recovery, Historical and Cultural Heritage, Cultural Tourism,
Development.
1. INTRODUÇÃO
O termo Cultura se refere
a um conjunto de crenças, comportamentos, valores, instituições, regras
morais que permeiam e identifica uma sociedade, em um território e num
determinado período. Segundo Santos (2003), “cultura é uma preocupação
contemporânea bem viva nos tempos atuais”. É uma preocupação em entender
os muitos caminhos que conduziram os grupos humanos às suas relações
presentes e perspectivas de futuro.
O conceito de
cultura remete ao conceito de patrimônio cultural. De acordo com Funari
e Pinsk (2005), “o patrimônio cultural pode ser identificado como tudo
aquilo que constitui um bem apropriado pelo homem, com suas
características únicas e particulares”. Segundo a UNESCO, “patrimônio
cultural é composto por
monumentos, grupos de edifícios ou sítios que tenham valor histórico,
estético, arqueológico, científico, etnológico ou antropológico”.
Já o patrimônio histórico
refere-se a um bem móvel, imóvel ou natural, que possua valor
significativo para uma sociedade, podendo ser estético, artístico,
documental, científico, social, espiritual ou ecológico. Outro foco de
interesse são as construções representativas, que por seus estilos,
época de construção, técnicas construtivas utilizadas, constitui o
patrimônio arquitetônico.
A temática levantada nesse trabalho
é de que por meio da organização, análise e estudo da
problemática abordada
a população perceba a importância do patrimônio
histórico-cultural de Teresina e o valorize. Deste modo,
será possível desenvolver o turismo cultural na cidade, possibilitando a
sua proteção e conservação. A partir desta colocação, remete-se a
seguinte problemática: Como a ausência de reconhecimento e valorização
do patrimônio histórico-cultural, por parte da população local interfere
no desenvolvimento do turismo cultural em Teresina?
A história do
turismo revela que o mesmo sempre mostrou certa peculiaridade,
ao colocar uma cultura como uma de suas finalidades, idéia amplamente
reforçada enquanto alternativa à banalização
da viagem, perante a perspectiva meramente consumista de outras formas
de turismo. Trata-se assim de procurar ser original em tempos de
massificação e de produtos industrializados, transformando a experiência
turística enquanto expressão da pesquisa da autenticidade
típica do homem moderno.
Hoje se entende que, além de proporcionar
o conhecimento, os remanescentes materiais de cultura são testemunhos de
experiências vividas, coletiva ou individualmente, e permitem aos homens
partilhar uma mesma cultura e desenvolver a percepção de um conjunto de
elementos comuns que fornecem o sentido de grupo e compõem a identidade
social.
2. METODOLOGIA
Realizou-se o
levantamento bibliográfico em livros, artigos científicos, revistas,
legislação, pesquisa documental, sites oficiais, para obter um maior
embasamento teórico sobre o tema abordado no sentido de
desenvolver uma pesquisa sobre cultura,
turismo, valorização do patrimônio histórico, metodologias para
tombamento, relação do patrimônio com o poder público e comunidade
local.
A análise
qualitativa foi orientada através do estudo em torno do Turismo Cultural
e patrimônio histórico-cultural de Teresina como fatores que podem
fomentar o crescimento econômico e social local e ao mesmo tempo
fortalecer a identidade cultural da região. Dessa maneira pretende-se
estimular o surgimento de um sentimento de
orgulho de pertencer a algo singular e diferente, e assim despertar o
interesse da população autóctone, incentivando-os a realizar visitas aos
monumentos tombados, aos prédios antigos, etc.
A pesquisa também
teve por base a sugestão da inclusão
da atividade turística
no município como um importante estímulo
para a conservação da herança cultural de uma localidade, pois se
justifica como necessário para manter um atrativo turístico que gerará
receitas no município como um todo e na própria manutenção do
patrimônio histórico-cultural, contribuindo
para a conservação e a revitalização dos lugares e
bens históricos que passam a ter uma maior atenção por parte do poder
público na sua revitalização e adequação à visitação de turistas e
comunidade local.
Intencionou-se que o ordenamento e
sistematização dos dados obtidos pela pesquisa, possam contribuir para a
expansão do conhecimento e posterior aprofundamento para a solução do
problema levantado com as alternativas sugeridas. Além de servir como
fonte de pesquisa a posteriores trabalhos.
3. A RELAÇÃO TURISMO, PATRIMÔNIO E
IDENTIDADE LOCAL
Atualmente um dos motivos
mais comuns para se realizar uma viagem é conhecer o outro, a cultura e
o costume de outros povos, para estar em contato com o desconhecido.
Segundo Albano:
O turismo, por sua
vez é um tema que motiva e mobiliza pessoas, por um lado é um negócio
regido por leis de mercado, que fala através de cifras, por outro é uma
prática cultural, ligada a fatores afetivos e simbólicos. Esse segmento
denominado turismo cultural, favorece o contato entre as diversas
populações de um mesmo país, contribuindo para um maior entendimento e
compreensão das diferenças regionais e para o fortalecimento da
identidade nacional (ALBANO, 2004, p.200).
De modo geral, pode-se
dizer que a cultura permeia todos os segmentos de turismo, uma vez que o
turista é atraído pelo diferente, pelo novo, pelo característico.
Qualquer que seja a motivação da viagem sempre haverá um elemento
cultural a ser consumido entre toda a produção associada ao turismo: a
gastronomia, a arte, o artesanato ou outros produtos locais, as
paisagens naturais e culturais do receptivo, suas festas e celebrações,
o patrimônio e a cultura viva presente nas ruas.
Considerando que
toda região, cidade e
lugar possui traços culturais próprios, de valor
único para a população autóctone podendo ser utilizados a fim de
valorizá-los, e ainda que a cidade de Teresina
não pratica o segmento em sua totalidade
e possui um importante acervo de bens
culturais tombados, tornou-se oportuno aplicar este estudo no município,
tendo como objetivo principal disponibilizar um estudo
sistemático sobre a importância do patrimônio
histórico-cultural local, para o desenvolvimento desse segmento
na região.
De acordo com o IPHAN-
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional, Teresina conta com um número de 17 monumentos tombados
e outros de igual importância que ainda não passaram pelo processo de
tombamento, entre eles os mais importantes, estão o Palácio de Karnak,
Igreja São Benedito, Teatro 4 de Setembro, Clube dos Diários,Cine Rex,
Museu do Piauí, Estação Ferroviária, Floresta Fóssil, Casa da Cultura
Barão de Gurguéia, Antiga Intendência de Teresina, Biblioteca Crowel de
Carvalho, Casa de Dona Carlotinha, Companhia Editorial do Piauí (Comepi),
Prédio da Prefeitura municipal, Edifício Chagas Rodrigues(DER), Grupo
Escolar Gabriel Ferreira, Grupo Escolar Mathias Olympio, de valor social
e cultura inestimável e de forte atratividade turística.
A maior parte destes bens está situada no
centro de Teresina e este fato é, sem dúvida, favorável à atividade
turística devido ao fácil acesso e proximidade de outros atrativos
turísticos. Infelizmente esses bens não recebem a devida atenção por
parte das autoridades públicas e principalmente pela população
teresinense, fato que acaba dificultando a prática do turismo
cultural local. A valorização da identidade cultural permite
que se intensifique o sentimento de pertencimento à comunidade, tornando
essencial o seu envolvimento no processo de identificação e planejamento
turístico.
São comuns os casos em que o entorno dos
bens apresenta problemas como a degradação social e urbana.
Principalmente em relação aos atrativos localizados no centro, é
significativa a existência de inibidores geográficos, tais como ruas e
avenidas extremamente movimentadas, zonas de forte comércio informal.
Estes elementos podem representar um empecilho à visitação turística. A
partir dessa questão, Gastal reforça a importância do poder público
nesse processo:
A intervenção política é obviamente
decisiva, enquanto estratégia sustentável de atuação em relação à
utilização de muitos recursos livres ou bens públicos, transformando
recursos culturais em recursos turísticos, afetando meios e articulando
uma relação equilibrada e pró ativa com os restantes setores da
administração e empresarial do turismo (GASTAL, 2003, P.64)
Por isso, esse segmento de turismo só pode
ser viabilizado com a efetiva inserção da área cultural e com o
estabelecimento de uma rede de parcerias entre os diversos agentes
culturais e os órgãos de turismo e meio ambiente.
Para vivenciar a cultura e o patrimônio de
um lugar, o turista precisa encontrar lugares bem preservados,
conservados e valorizados pela comunidade que o recebe, aí incluídos
todos aqueles envolvidos, direta e indiretamente, com os serviços e
produtos turísticos. Um exemplo a ser
mencionado é o Projeto Reviver em São Luís- MA, onde foram realizadas
obras de restauração dos casarões e prédios configurando-se hoje como um
dos principais atrativos culturais visitados pelos turistas. Um caso de
sucesso que traduz a importância da valorização dos bens culturais e da
identidade local.
De acordo com o Ministério do turismo-
MTUR (2007) são quatro as questões essenciais no turismo cultural:
1. Preservação, conservação e
originalidade;
2. Desenvolvimento com base local
(inclusão social e satisfação dos visitados);
3. Qualidade da experiência do turista
(satisfação dos visitantes) e
4. Parcerias bem sucedidas entre agentes
do turismo e gestores dos espaços culturais.
No entanto, quando se pensa em desenvolver
o turismo em uma determinada região, as primeiras ações se voltam
geralmente para o transporte, a hospedagem, alimentação e as opções de
compra e lazer. Há sempre um pressuposto de que o turista irá descobrir
por si só e maravilhar-se automaticamente com as belezas naturais, as
edificações e monumentos históricos. Assim, pouca atenção é dada ao
visitante em Teresina, no que se refere à informação sobre o lugar, seus
habitantes, hábitos e costumes, sua história e suas lendas.
Conforme Funari e Pinsk (2005), a
construção do patrimônio histórico-cultural depende das concepções que
cada época tem a respeito do que, para quem e por que conservar. A
conservação resulta da possível negociação entre os diversos setores
sociais, articulando cidadãos e poder público.
Patrimônio é aquilo
que representa uma comunidade, é algo que tem uma identidade cultural
estabelecida. A palavra patrimônio
refere-se também a uma escolha oficial de determinados bens para
representar o passado histórico e cultural de uma sociedade. A escolha
de determinado patrimônio como símbolo nacional, regional ou local é
feita por órgãos oficiais de preservação, o que sempre envolve
exclusões.
O envolvimento com o patrimônio, todavia,
pode-se estabelecer na medida em que ele for incorporado ao cotidiano de
forma gradativa. Um dos recursos é ob redescobrimento
da memória: o passeio pelo centro da cidade ganha colorido
quando compartilhado por antigos moradores da cidade. Relembram
acontecimentos, identificam edificações inexistentes, apontam
peculiaridades de tempos idos: o antigo cinema hoje convertido em espaço
religioso, os logradouros que tiveram o desenho alterado, obras de arte
removidas, para intensificar o tráfego local. A narrativa marcada pela
recordação vem carregada de emoção e o passado ganha aspecto positivo.
A idéia deste
trabalho é exatamente de tornar
possível o conhecimento
dos moradores de Teresina sobre o patrimônio
histórico-cultural local, para assim poder
valorizá-lo e divulgá-lo de forma positiva para os visitantes. Essa
pesquisa poderá ajudar aos municípios a se conscientizar sobre a
necessidade de preservar o patrimônio cultural, em incentivar a sua
diversidade e acima de tudo, a melhor compreender a importância de sua
participação nesse processo e usufruto de seus resultados.
Dessa maneira, acredita-se
que a conservação e valorização dos bens do patrimônio serão possíveis,
por meio do desenvolvimento da atividade turística cultural, que
permitirá a sociedade ter maiores oportunidades de perceber a si
própria. Conforme Dencker:
“A exploração comercial do
patrimônio cultural mediante sua conversão em atrativo turístico tem
sido apontada como a opção que mais assegura sua reabilitação e
conservação. O patrimônio passa a ser tratado como mercadoria e bem de
consumo, deixa de ser pensado apenas por sua importância coletiva para
os moradores, como lugar de memória. É justamente esse caráter
identitário que passa as ser valorizado pelo empreendedor como o
diferencial do empreendimento turístico e da localidade com um todo.” (DENCKER,
2004, P.77).
Deve-se também levar
em consideração que a implantação da atividade turística envolve riscos
que são próprios de sua natureza: as trocas sociais e culturais podem
provocar rupturas. Para evitar a ruptura dos moradores com sua
história, faz-se necessário facilitar o acesso
educativo-cultural, estabelecendo processos de interpretação dos bens,
cuja metodologia envolva a comunidade, de forma que os moradores se
tornem guardiões do seu passado, além de criar uma política de
preservação, evitando atividades que comprometam sua estrutura.
Para manter a identificação com o morador,
uma boa estratégia é incluir o patrimônio nas atividades recreacionais
da comunidade, com reorientação do uso de edifícios. Planejamento,
gestão e análise dos produtos oferecidos devem visar ao controle de
resíduos, deterioração e do entorno em virtude freqüente de visitantes.
Dessa forma, é preciso que as iniciativas
de estimulo ao turismo sejam direcionadas de maneira que permitam a
expressão da diversidade e da especificidade de cada comunidade, sem que
essas expressões se transformem em mercadorias confeccionadas ao gosto
médio do turista. Por outro lado, a manutenção das identidades é fator
importante para atrair a atenção dos turistas, visto que estes buscam na
singularidade local, alternativas de lazer, entretenimento, promoção
e aumento do conhecimento próprio.
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
No contexto atual faz-se necessário
discutir a importância do patrimônio como expressão de cultura e de
identidade. O conhecimento e a valorização dos bens culturais contribuem
para o despertar da cidadania que expressam a história e a tradição
local e regional, por isso, acredita-se que o patrimônio aguça o
sentimento de pertencimento. Sua revitalização é uma alternativa para o
desenvolvimento que viabiliza a inserção social da comunidade.
Representa, ainda, um caminho para a dinamização do turismo.
Vive-se em uma sociedade de avanços
tecnológicos, de facilidade de comunicação e de deslocamento de
pessoas, de integração econômica, política e cultural, em que a
globalização tornou-se algo comum no cotidiano das pessoas. É preciso
redescobrir o valor típico e
identitário em contraposição ao
global, as manifestações culturais, as tradições e as peculiaridades,
reaprende-se a olhar para o patrimônio como um bem que representa
identidade e que exterioriza o valor de uma cultura, de algo que pode
ser a característica de uma conjuntura histórica, a leitura de uma
concepção social ou a manifestação de uma tradição.
O crescimento desordenado das cidades, a
especulação imobiliária, as mudanças dos comportamentos, os novos
valores e estilos de vida podem gerar impactos irreversíveis nos bens
constituintes do patrimônio, pois são fatores resultantes da vida
capitalista da sociedade globalizada. Por outro lado, a revitalização é
o movimento contrário, pois indica a retomada das discussões sobre
preservação, conservação e restauração do patrimônio e, essencialmente,
a preocupação com espaços e manifestações que permitem o olhar, a
convivência, o conhecimento e a interação com valores, símbolos e
manifestações.
Dessa maneira afirma-se que a valorização
do patrimônio histórico-cultural na cidade de Teresina será alcançada se
houver uma plena conscientização por parte de toda a sociedade e dos
órgãos públicos do seu significado na construção da identidade local e
da importância da conservação e divulgação dos bens culturais.
Acredita-se que através do reconhecimento do patrimônio e das tradições
culturais será possível desenvolver a atividade turística cultural na
região, gerando uma diversidade de benefícios sociais e econômicos para
todos os agentes envolvidos em um mesmo intuito.
5. REFERÊNCIAS
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Interpretar o patrimônio: um exercício do olhar. Belo Horizonte:
Território Brasilis/ Editora UFMG, 2002.
BENI, Mário Carlos. Análise Estrutural
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Learning, 2006.
Carta CEPRO. Teresina – PI, 2008.
DENKER, Ada de Freitas Maneti (Coord).
Planejamento e Gestão em Turismo e Hospitalidade. São Paulo:
Pioneira Thomsom Learning, 2004.
DIAS, Reinaldo. Introdução ao Turismo.
São Paulo: Atlas, 2005.
FUNARI, Pedro Paulo e PINSK, Jaime (Orgs).
Turismo e Patrimônio Cultural. São Paulo: Contexto, 2005, 4 ed
(Coleção Turismo Contexto).
GASTAL, Susana, CASTROGIOVANNI, Antônio
Carlos (orgs). Turismo na pós-modernidade: (des) inquietações.
Porto Alegre, EDIPUCRS, 2003. (Coleção Comunicação).
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar
Projetos de Pesquisa. 4 ed-11.reimpr. São Paulo: Atlas, 2008.
MAZZOTTI, Alda Judith Alves,
GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas Ciências Naturais e Sociais:
pesquisa quantitativa e qualitativa. 2 ed.São Paulo: Thomsom
Learning.
SANTOS, José Luís dos. O que é cultura.
16 ed. São Paulo: Brasiliense, 2003 (Coleção Primeiros Passos).
UNESCO [Informações dispersas].
Disponível em <
www.unesco.org.br>. Acesso em:17 mar, 2010.
[1] Jaciara Karolyne Bezerra da COSTA
Acadêmica do 7º Bloco do Curso de
Bacharelado em Turismo, da Universidade Estadual do Piauí – UESPI
C.V.:
http://lattes.cnpq.br/2765420308512427
E-mail:
jacikarolyne@hotmail.com
[2] Andréia Magalhães da ROCHA
Acadêmica do 7º Bloco do Curso de
Bacharelado em Turismo, da Universidade Estadual do Piauí – UESPI
C.V.:
http://lattes.cnpq.br/7107853585540338
E-mail:
andreiamdr@hotmail.com
[3] Roberta Celestino FERREIRA
Mestranda em Desenvolvimento e Meio
Ambiente, pela Universidade Federal do Piauí – UFPI, Bacharel em Turismo
pela Faculdade Piauiense – FAP, especialista em Turismo com Ênfase em
Projetos Turísticos pela Universidade Gama Filho – UGF
C.V.:
http://lattes.cnpq.br/2617714669449640
E-mail:
robertacelestino_the@hotmail.com
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