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TOURISM OF OPTIONS THE RESERVOIR LAKE OF A PLANT IN SALTO OSÓRIO – PARANÁ STATE IN BRAZIL
RESUMO
Este artigo tem como objetivo analisar a oferta turística no reservatório da usina Salto Osório, localizado no Distrito Lagos do Iguaçu, no município de São Jorge do Oeste, região Sudoeste do estado do Paraná, A metodologia utilizada se baseou na pesquisa bibliográfica sobre o tema proposto, aplicação de questionário aberto qualitativo com dez turistas e observação in loco. Constatou-se que o local é um dos principais atrativos turísticos do Sudoeste e atrai turistas de praticamente toda a Região que visitam o Lago a procura de lazer e repouso. Palavras–chave: Oferta turística, impactos ambientais, reservatório hidrelétrico, Distrito Lagos do Iguaçu, município de São Jorge do Oeste - PR.
ABSTRACT This paper proposes to analyze the touristic offer at the Santo Osório Hydroelectric Reservoir, localized in Lagos do Iguaçu district, city of São Jorge do Oeste, region southwest of Paraná state. The methodology used is based on the bibliography research about this topic, application of an open and qualitative questioner using ten tourists and in loco observation. The touristic potential at this city, like the meaning attractive at the Paraná southwest, that attract the tourists from different places and who visit the reservoir to look for leisure and relax. Keywords: touristic, ambience’s impacts, hydroelectric reservoir, Lagos do Iguaçu District, São Jorge do Oeste City, Paraná state.
Nas últimas décadas, o turismo vem se tornando um dos setores mais marcantes do mundo contemporâneo e a sua importância ultrapassa o fator econômico, tornando-se também, um fenômeno político, social e cultural dos mais expressivos da sociedade atual. No contexto mundial, o turismo movimenta um grande volume de pessoas e de capitais, configurando-se materialmente de forma cada vez mais significativa. Dentro do setor de turismo brasileiro, uma das práticas que está em franca expansão é o turismo nos lagos de reservatórios de usinas hidrelétricas, como é o caso do lago do reservatório da Usina Salto Osório, no Paraná, objeto de estudo dessa pesquisa, cujo local se realiza diversas atividades de lazer. Nesse sentido, este artigo tem como objetivo analisar as opções turísticas no lago do reservatório da usina Salto Osório, denominado Lago do Iguaçu, localizado no Distrito Lagos do Iguaçu no município de São Jorge do Oeste, região Sudoeste do Paraná. A metodologia utilizada priorizou a pesquisa bibliográfica sobre o tema proposto e entrevistas abertas qualitativa com dez turistas. Como são entrevistas qualitativas, e não quantitativas, o número de entrevistados é bastante representativo para essa pesquisa. Além disso, também foram realizadas visitas no local para observação in loco e registro de imagens.
IMPORTÂNCIA ECONÔMICA E SOCIAL DO TURISMO
A abordagem sobre a importância econômica e social do turismo se torna relevante nos estudos geográficos, uma vez que o turista está sempre procurando novos espaços. No caso dessa pesquisa, considera-se a existência de muitas definições sobre o conceito de turismo. Todavia, privilegia-se aqui a definição da Organização Mundial do Turismo (OMT) a qual estabelece o turismo como sendo:
O fenômeno que ocorre das relações quando um ou mais indivíduos se transladam a um ou mais locais diferentes de sua residência habitual por um período maior que 24 horas e menor que 180 dias, sem participar dos mercados de trabalho e capital dos locais visitados, (OLIVEIRA, 2000, p. 31).
Complementa essa definição Oscar De La Torre quando define, por sua vez, o turismo como: Um fenômeno social que consiste no deslocamento voluntário e temporário de indivíduos ou grupos de pessoas que, fundamentalmente por motivos de recreação, descanso, cultura ou saúde, se deslocam de seu lugar de residência habitual a outro, no qual não exercem nenhuma atividade lucrativa nem remunerada, gerando múltiplas inter-relações de importância social, econômica e cultural, (DE LA TORRE, 1994, p. 19).
Em princípio parece ser consenso que o turismo é uma atividade social e fundamentada no atendimento do lazer, nas atividades recreativas, atendendo, sobretudo, tanto os objetivos pessoais quanto coletivos dos sujeitos envolvidos. De outro lado, Beltrão desenvolveu a seguinte definição de Turismo:
O Turismo é o conjunto de todas as atividades sociais, culturais, políticas, econômicas e naturais que envolvem pessoas se deslocando através dos mais diversos lugares de origem em busca de outros destinos desconhecidos ou não, com uma permanência temporária, (BELTRÃO,1999, p. 12).
Como pode ser observado, em ambos os conceitos anteriores estão explicitas a idéia da viagem de ida, assim como o retorno do turista ao seu local de origem. Isto é, o turismo é caracterizado por dois aspectos: a viagem e o tempo de permanência no lugar, não menos de 24 horas e inferior a 180 dias. Diante disso, pode-se afirmar que no lago do reservatório da usina Salto Osório existe atividade turística sendo realizada por um grupo de pessoas que, atraído pela paisagem, pelo lugar, se lança ao desafio de visitá-lo, permanecendo mais do que 24 horas. A prática do turismo vem crescendo de maneira significativa em todo o mundo e ocupa hoje papel relevante na economia mundial. É um dos setores econômicos que mais crescem e atraem público cada vez mais diversificado. Conforme a Agência Nacional das Águas – ANA, (2005, p.15), o turismo movimenta cerca de US$ 3,5 trilhões anualmente e, entre 1995 e 2005, expandiu suas atividades em torno de 57%. O turismo movimenta o setor econômico numa sincronia com várias empresas públicas e privadas, gerando produtos e serviços direcionados ao consumo do turista. Situando-se, segundo Rodrigues (2001a, p.17), entre os três maiores produtos geradores de riqueza, produzindo sozinho 6% do produto interno bruto - PIB mundial. Segundo o referido autor, “o Turismo é, incontestavelmente, um fenômeno econômico, político, social e cultural dos mais expressivos das sociedades ditas pós-industriais” (2001, p.17b). Para Dias e Aguiar o turismo, atualmente, é considerado a maior atividade econômica existente, superando setores tradicionais, tais como a indústria automobilística, a eletrônica e a petrolífera, tornando um grande gerador de postos de trabalho, além de um número incalculável de atividades correlatas. Além disso, o turismo tem efeito multiplicador, “o fluxo de divisas em direção à área de destino que desenvolve o turismo, não só constitui uma importante fonte de entrada para àquelas empresas ou pessoas vinculadas diretamente à atividade turística, como também beneficia os demais setores da economia” (2002, p.14). Ao analisar os aspectos econômicos do turismo, sua importância, que engloba todos os setores de prestação de serviços e a relevância da atuação do poder público, conforme Beni, percebe-se que:
Do ponto de vista econômico, de fato, o Turismo representa uma atividade plurissetorial que necessita de coordenação e de planejamento de seu desenvolvimento, que só podem ser providos pelo poder público. Outra característica é sua relevante implicação social e cultural que não pode e não deve interessar apenas ao empreendedor, mas, acima de tudo, ao Governo, que representa a garantia dos interesses da coletividade, (BENI, 1998, p.98).
As bibliografias sobre o turismo não deixam dúvidas de que a prática do turismo propicia muitos benefícios, mas sem um planejamento adequado e eficaz, de forma a reduzir os impactos no ambiente e na comunidade local, pode desencadear fatores negativos, tais como: a degradação e destruição dos recursos naturais e a perda da identidade da cultura local.
OFERTA, ATRATIVOS E INFRAESTRUTURA TURÍSTICA
De início, como oferta turística entende-se tudo o que o local dispõe e que pode ocupar o tempo dos turistas, englobando desde os atrativos à infraestrutura básica e turística. Alguns locais possuem potencial turístico, existindo objetos de interesse turístico Todavia, falta, geralmente, planejamento e organização em termos de melhoria na infraestrutura local, por isso não possuem visitação turística. Entretanto, os lugares com visitação turística oferecem, em geral, além dos atrativos turísticos, os quais motivam o deslocamento de grupos humanos para conhecê-los, uma infraestrutura que favorece a realização da atividade turística e cria condições para o desenvolvimento de um local turístico. Destaca-se que quanto maior for a capacidade da localidade para investir na atividade turística que venha a produzir atividades que ocupem o tempo livre dos turistas, mais lucro irá auferir, e, consequentemente, mais a região ou o local turístico irá se desenvolver, pois o turista procura algo que ocupe seu tempo, de dia e à noite. Daí a importância das localidades turísticas conciliarem atrativos turísticos com a oferta de infraestrutura que possibilite o aproveitamento máximo do local pelo turista. Por sua vez, os atrativos turísticos constituem o componente principal e mais importante do produto turístico. “É considerado como elemento básico para a determinação turística de uma localidade. No mais, torna-se o referencial do próprio local onde estão localizados ou se manifestam” (BAHL, 2004, p. 34-44). Quanto aos atrativos artificiais, ou seja, proveniente das manifestações humanas, segundo Barretto (1991, p.61), podem ser subdivididos em recursos culturais contemporâneos históricos, sem finalidade lucrativa, e que não são criados exclusivamente para o turismo (monumentos, museus, bibliotecas, obras de arte, etc.) e recursos turísticos culturais contemporâneos comerciais, criados para fazer parte do plano de desenvolvimento de uma área, tais como parque de diversões, balneários, cinemas, clubes de diversões, festas etc. No que ser refere aos atrativos turísticos naturais, esses, na concepção de Oliveira (2000, p.78), reúnem todos os componentes criados pela natureza que, por suas características, podem ser utilizados como atração turística: paisagem (atração única e por isso exige preservação), além de montanhas, praias e balneários, rios, lagos e lagoas, cânions e gargantas, cascatas, grutas, áreas de caça e pesca, costa litorânea, cachoeiras, parques e reservas de fauna e flora. Nos atrativos naturais, como destaca Bahl (2004, p.34 e 35), a intervenção humana visa apenas o atendimento de algumas particularidades, tais como a adequação da infraestrutura para a visitação, utilização e melhor aproveitamento do local pelo turista. No que tange a infraestrutura turística, essa engloba todo o conjunto de bens e serviços que estão à disposição do turista como parte integrante, fundamental e acessória do fenômeno turístico. Da soma e o inter-relacionamento destes, segundo Barretto (1991, p.51/52), resultam a infraestrutura que uma cidade possui para o turismo. A infraestrutura, como afirma Bahl (2004, p. 39-41), pode ser subdividida em duas classes: básica e turística; a primeira engloba todos os elementos que atendem as necessidades básicas das pessoas. Já a infraestrutura turística, de acordo com o referido autor, refere-se àquelas instalações construídas quase que exclusivamente para o turismo, sem as quais ele não existe, tais como: agências de viagens e turismo; locadoras; estacionamento; alimentação (restaurantes, bares, lanchonetes etc.); hospedagem (hotéis, albergues de juventude, pousadas, áreas camping e outros); apoio turístico: (recepção, postos de informações e centros de eventos...); entidades de classe empresariais (agências de viagens, hotéis, organizadoras de eventos), e profissionais (guias, garçons, recepcionistas...); mão-de-obra especializada (centro de formação para qualificação, preparação, reciclagem, aperfeiçoamento). A infraestrutura de uma localidade ou região turística possui forte influência sobre a demanda turística que visita este local. Daí a importância de ofertar ao turista uma infraestrutura mínima na qual proporcione o aproveitamento máximo dos atrativos turísticos de uma forma segura e confortável.
OPÇÕES/OFERTA TURÍSTICA NO RESERVATÓRIO DA USINA SALTO OSÓRIO E EM SEU ENTORNO, DISTRITO LAGOS DO IGUAÇU
O reservatório da Usina Salto Osório, segundo dados da Prefeitura Municipal de São Jorge do Oeste (2010, p.06), está situado a uma distância de 23 km da cidade do município de São Jorge, no Distrito Lagos do Iguaçu. Surgiu com a construção da barragem da Usina Hidrelétrica de Salto Osório no Rio Iguaçu. A figura abaixo destaca a localização do município no estado do Paraná.
FIGURA 01 – Localização do Município de São
Jorge do Oeste Paraná
As autoridades municipais de São Jorge do Oeste, assim como os moradores próximos ao lago têm se esforçado em suas ações para desenvolver o turismo no reservatório da Usina Salto Osório, inclusive adotando o seguinte slogan: São Jorge do Oeste, terra dos lagos do Iguaçu. Atualmente, o lago dessa Usina torna-se o maior referencial para o município. O Distrito Lagos do Iguaçu, conforme dados da Prefeitura Municipal de São Jorge do Oeste (2010, p.05), possui atualmente mais de 350 propriedades particulares no seu entorno, sendo que a grande maioria dos proprietários comprou o terreno e construiu casa para lazer dos familiares. Das casas existentes, apenas 112 são de padrão médio, sendo o restante de alto padrão. A maioria das casas é ocupada no período de verão e seus proprietários residem nos municípios da região, a exemplo de Pato Branco e Francisco Beltrão. As propriedades possuem trapiches de acesso ao lago, embarcações (barcos, lanchas e jet ski), ajardinamento, piscinas, em algumas, e muito conforto. Nos últimos anos, foram construídas algumas casas especialmente para serem alugadas. Em época de temporada, mesmo a diária cobrada sendo bem próxima do que se paga para ficar numa casa do litoral paranaense (em torno de R$ 250), todas são ocupadas. A infraestrutura básica do Distrito Lago do Iguaçu é fornecida pela prefeitura municipal de São Jorge do Oeste. Boa parte das ruas recebeu calçamento e outras estão em processo de melhoria. Nesse local foi implantado posto policial que cuida da segurança pública e todas as casas e áreas de campings possuem energia elétrica. Quanto aos atrativos turísticos existentes na localidade do Distrito Lagos do Iguaçu a tabela 01 apresenta os principais citados pelos entrevistados.
TABELA 01 – Principais Atrativos turísticos do Distrito Lagos do Iguaçu
Fonte: Pesquisa de campo, maio de 2010.
Como pode ser observado na tabela 01, o reservatório da Usina Salto Osório é o grande atrativo turístico do Distrito Lagos do Iguaçu e o elemento básico da atração turística desta localidade, tornando-se o maior referencial do próprio município. Dos 10 entrevistados, 70% apontaram o reservatório como atrativo turístico principal da localidade. As praias artificiais e as áreas de campings foram citadas por 30% dos entrevistados como atrativo principal. No local, há duas áreas de campings organizadas e mantidas por famílias pioneiras que ali residem, as quais contam com chalés, espaços arborizados, mesas para refeições, mesas de jogos, churrasqueiras, bar, água potável de poço artesiano, banheiros, trapiches para embarcações, posto telefônico, calçamentos e eletrificação. A visitação é aberta e no período de verão milhares de pessoas freqüentam os campings e margens da represa, principalmente as praias artificiais existentes no local. Outro dois atrativos turísticos bastante visitados no local, mas que não foram citado pelos entrevistados é a “Gruta Lagos do Iguaçu” e um centro de convenções localizado às margens do reservatório, com mais de 2.000 metros quadrados de área construída e um ajardinamento bem conservado. Quanto às atividades recreativas praticadas no Distrito Lagos do Iguaçu, as aquáticas são predominantes, como se observa na tabela 02:
TABELA 02 – Atividades Recreativas Praticadas no Distrito Lagos do Iguaçu
Fonte: Pesquisa de campo, maio de 2010. *O total de respostas é superior ao número da amostra porque o entrevistado poderia citar mais que uma alternativa.
Das 31 respostas obtidas sobre as principais atividades recreativas desenvolvidas no distrito Lagos do Iguaçu 26% (oito dos dez entrevistados) apontaram o banho de sol e a natação. Essas atividades, sem dúvida, são as mais praticadas pela população visitante. Já os passeios pelo reservatório com embarcações a motor foram citados por sete, dos dez entrevistados (23% das 31 respostas obtidas) como atividades recreativas principal. A pesca, citada igualmente por sete, dos dez entrevistados, corresponde como uma das atividades recreativas mais praticadas no reservatório da Usina Salto Osório. Outras atividades recreativas importantes citadas pelos entrevistados, porém, não ligadas diretamente ao reservatório, são as caminhadas em torno do lago, citado por cinco dos dez entrevistados; e os jogos de futebol de campo e de salão apontados por 13% das 31 respostas obtidas. A análise dos principais atrativos turísticos, assim como as atividades recreativas desenvolvidas no Distrito Lagos do Iguaçu, revela que o turismo empreendido gira em torno do reservatório da Usina.
CONSIDERAÇÕES FINAIS Os resultados da pesquisa revelaram que o reservatório da Usina Salto Osório, no Distrito Lagos do Iguaçu do município de São Jorge do Oeste Paraná, é o principal atrativo turístico dessa região. No que se refere às atividades recreativas realizadas pelos turistas nesse reservatório, sobressaem àquelas ligadas aos recursos hídricos tais como: natação, passeios nas embarcações a motor, pesca e banho de sol. Vale mencionar que o entorno do Lago da usina Salto Osório nos últimos anos vem se equipando com a infraestrutura básica necessária para a visitação turística com a instalação de energia elétrica, postos telefônicos e calçamentos. Com isso o investimento privado no local cresceu fortemente, bem como a especulação imobiliária. Contudo, há espaços para todas as classes sociais, uma vez que a média e alta construíram suas próprias residências entorno do lago ou alugam casas para turistas passarem férias, enquanto às classes mais baixas ocupam as praias artificiais e áreas de camping.
REFERÊNCIAS
ANA, Agência Nacional de Águas. Caderno de Recursos Hídricos: O turismo e o lazer e sua interface com o setor de recursos hídricos. Brasília, 2005. BAHL, Miguel. Legados Étnicos & Ofertas Turísticas. Curitiba: Juruá, 2004. BENI, Mário Carlos. Análise estrutural do turismo. 2ª ed. São Paulo: Aleph, 1998. BARRETTO, Margarita A. N. Planejamento e Organização em Turismo. Campinas, SP: Papirus, 1991. BELTRÃO, Otto di. Turismo: A indústria do século 21. Lorena, SP: Stiliano, 1999. DE LA TORRE, Oscar. El Turismo: Fenômeno social. México: Fondo de cultura econômica, 1994. DIAS, R. e AGUIAR. Fundamentos do Turismo: Conceitos, normas e definição. Campinas, SP: Editora Alínea, 2002. OLIVEIRA, Antonio Pereira. Turismo e Desenvolvimento: Planejamento e organização. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2000. Prefeitura Municipal de São Jorge do Oeste. Turismo: Lagos do Iguaçu. 2010. Disponível em: <http://www.pmsjorge.com.br/turismo>. Acesso em: 18/07/2010. Prefeitura Municipal de São Jorge do Oeste. História e Localização do Município. Disponível em: <http://www.pmsjorge.com.br/historia.htm>. Acesso em: 16/09/10. RODRIGUES, Adyr A. B.. Turismo e Espaço: rumo a um conhecimento transdiciplinar. São Paulo: Hubicitec, 2001a. RODRIGUES, Adyr A. B. (Org.). Turismo e Geografia: reflexões teóricas e enfoques regionais. 3 ed. São Paulo: Hucitec, 2001b.
1 Doutoranda em Geografia pela Universidade Federal do Paraná – UFPR. Email: snmigliorini@gmail.com
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