A covardia dos que amavam Bernardo

Por Breno Rosostolato e Aspásia Basile Sula * Ao longo dos tempos, as crianças foram consideradas como seres de menor importância. Até o século XIX, era vista como um estorvo inútil, porque nada produzia. Com a Revolução industrial passou a ser “valorizada”, pois deveria sobreviver para se tornar um adulto produtivo. Os castigos físicos como método pedagógico e educacional perduraram desde os primórdios da civilização e foram defendidos até por filósofos da grandeza de Santo Agostinho, que justificava: “Como retificamos a árvore nova com uma estaca que opõe sua força à força contrária da planta, a correção e a bondade humanas são apenas o resultado de uma oposição de forças, isto é, de uma violência”. O infanticídio, termo popularesco...
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Amazônia

Estudo analisa sustentabilidade de projetos na amazônia

Da Assessoria de Comunicação da EACH imprensa-each@usp.br Uma equipe de pesquisadores coordenada pela professora Neli Aparecida de Mello-Thery, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, esteve na segunda metade do mês de julho na amazônia, especificamente na região da Serra dos Carajás para atuar na pesquisa “Condicionantes do Desenvolvimento Sustentável na Amazônia” (Duramaz 2). O projeto, financiado pela Agence Nationale de la Recherche (ANR), da França, é a segunda etapa de uma pesquisa que avaliou 13 experiências locais de desenvolvimento sustentável e trata de temáticas que incluem as influências locais das mudanças climáticas, impacto de novos mecanismos de desenvolvimento sustentável e ações de responsabilidade social das empresas. Pesquisa avaliou 13 experiências locais de desenvolvimento sustentável Além...
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comportamento

Livres? Só quando puderem decidir

  Mara Rovida* A fogueira de sutiãs precisa ser mantida acessa. O fogo crepitante ecoa em cada esquina da urbes repleta de histórias, insultos, cantadas deslocadas e mulheres medidas de cima a baixo porque vestiram uma roupa mais justa, mais curta, um decote mais acentuado. O peito arfante é meu, mas é o outro que decide se ele pode ou não aparecer? Marcha das vadias, ser vadia, sair pelada no carnaval, vestir ou despir quando quiser. Mantras entoados por todo canto, mas que ainda encontram barreiras e limitações empoeiradas dos muitos não pode. Assim a chama das liberdades femininas vem se mantendo.   Em contrapartida ou não contramão, surgiu nessa caminhada uma série de tem de. Para ser mulher...
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