A natureza como tema filosófico: uma introdução da filosofia de Hans Jonas

A NATUREZA COMO TEMA FILOSÓFICO: UMA INTRODUÇÃO DA FILOSOFIA DE HANS JONAS

 

 

Marcel Alcleante Alexandre de Sousa*

 


Marcel Alcleante Alexandre de Sousa é Aluno do Curso de Licenciatura Plena em Filosofia pela Universidade Estadual da Paraíba. E-mail: marcelalcleante@yahoo.com.br

Resumo: O texto expõe características iniciais e essenciais da filosofia da responsabilidade segundo Hans Jonas. Enfoca os principais termos da sua filosofia prática, de um ponto de vista inicial. Além disso, apresentamos o texto como um prelúdio a algo mais profundo. Desse modo, além de ser um prelúdio, deseja despertar no leitor o interesse em se preocupar com o meio ambiente.

Palavras-chave: Responsabilidade. Meio ambiente. Ética.

 

 

PHILOSOPHICAL NATURE AS SUBJECT: AN INTRODUCTION TO THE PHILOSOPHY OF HANS JONAS

 

Abstract: The text presents baseline characteristics and essential philosophy of responsibility according to Hans Jonas. Focuses on the main terms of his practical philosophy, an initial view. Moreover, we present the text as a prelude to something deeper. Thus, besides being a prelude, would awaken in the reader´s interest in worrying about the environment.

Keywords: Responsibility. Environment. Ethics.

 

 

ASPECTOS INTRODUTÓRIOS

 

O presente trabalho pretende refletir acerca do problema apresentado a ética numa perspectiva do filosofo Hans Jonas. Advertimos que refletiremos o objeto meio ambiente apenas num tocante introdutório ao Princípio Responsabilidade em Hans Jonas. Para isso, analisamos alguns a obra O Princípio Responsabilidade e podemos perceber que, o ponto primordial da ética na concepção de Hans Jonas é a questão da responsabilidade voltada para a natureza. Esse voltar-se não deixa de lado nenhum ser vivo que compõe a natureza. Quando falamos de natureza nos referimos tanto ao ser racional como aos seres irracionais, ou seja, trata-se de uma generalização da natureza.

O filósofo estudado critica as éticas tradicionais a qual estavam alheias a um agir ecológico. Com sua teoria é necessário enxergar a natureza como um organismo vivo e ligado uns com os outros. O grande inimigo da natureza é o próprio homem que utiliza a técnica de forma exagerada para fins de interesse próprio.

A natureza não era tratada como assunto de responsabilidade humana. Podemos ressaltar que, por exemplo, na ética aristotélica o foco das relações humanas era o próprio homem, nisso o agir bem se voltava, apenas, para a cidade.

Segundo Hans Jonas, cabe ao ser humano, por ser racional, se preocupar com as futuras gerações e não somente com o presente.  A forma de responder a isso seria zelando pelo meio ambiente, que agora, nessa nova visão ética deve ser vista como a casa do ser humano.

 Refletindo, poderíamos agir de forma mais cautelosa, pois é a vida que está em jogo. Desse modo o amanhã é resultado do hoje. Poderíamos dizer que a nova ética é uma ética do agora e do futuro, pois busca através da responsabilidade a vida. Pois, nosso agir interfere na felicidade das gerações vindouras.

Nisso, como poderíamos usufruir o que a natureza dispõe sem maltratarmos ou desorganizarmos nossa própria casa que é a natureza, já que, necessitamos usar o que ela oferece?

NOVO PARADIGMA DA FILOSOFIA PRÁTICA

Antes de iniciarmos nossa reflexão acerca da ecoética, ser-nos-ia conveniente termos em mente algumas características ou detalhes sobre a natureza e depois sobre o que pensavam os antigos teóricos da ética. Sendo assim, poderemos apresentar de uma forma tradicional uma pura filosofia.

Sistematizando nossas ideias, podemos perceber que em se tratando da natureza os homens, anteriores a tecnologia lhe davam com o meio ambiente de uma forma equilibrada. Dizemos equilibrada porque os homens ao usar o que a natureza dispunha, não era o suficiente para deixar resquícios na terra. O uso naquele período era favorável ao processo de mudança da natureza. Nisso, não poderíamos dizer ou pensar numa relação ética para com a mesma, pois tudo caminhava tranquilo. Para defendermos nossa argumentação trazemos presente os nativos de uma devida floresta. Usando do que dispõe a natureza, não a causa danos. Não causando danos, o homem não corria, portanto, perigo.  Mediante essa realidade podemos então nos perguntar: por que hoje em dia corremos perigo se não tivermos cuidado ao lidar com a natureza?

Usando o exemplo das comunidades primitivas, já que usavam uma tecnologia não avançada e não muito perigosa a vida, vemos não uma privação ao meio ambiente, mas um uso ou uma relação com aquilo que ela pode dispor. Assim, compreendemos melhor quando usamos o mesmo texto do Coral da Antígona, de Sófocles ao evidenciar um homem que lhe dá com a natureza e que, ela, ao ser usada se renovava. O uso não lhe causava cicatrizes, seguia seu curso. Era um constante devir. Renovando-se não havia com que o homem se preocupar (cf. HANS JONAS, 2006).

Nesta circunstância não podemos perder de vista que o homem, embora, tivesse tido uma relação inofensiva com a natureza, perdeu de vista esta relação e encontrando-se, com o aperfeiçoamento da tecnologia e com um orgulho desequilibrado, suas habilidades o levavam a ser aquilo que não lhe era próprio. Nossa proposição dirigida nesses termos tem sua concretude no que diz respeito ao uso indevido da engenhosidade do homem, ou seja, ele usava disso para aprisionar e domesticar o que desejava.  Assim, até o presente momento, o homem se sentia pertencente à natureza. Ele está na natureza, não acima ou abaixo, mas na natureza.  Do ponto de vista anterior ao da tecnologia, suas obras eram pequenas para um desequilíbrio ecológico.

Mediante essa realidade somos convidados a pensar em outra mais profunda, a saber, o homem não se conforma com sua evolução, criou armas ou utensílios de pedra ou do bronze, encontrou a forma de fazer o fogo. Ele dar passos. São nos passos dos homens que percebemos uma contradição ao meio que pertence. Viola sua própria casa para se autocivilizar.

A natureza é um espaço criado para si, ou seja, sua finalidade é ela mesma. Mediante essa realidade podemos ressaltar que o homem apropriou-se desiquilibradamente desse espaço. Limitou-se a algo voltado para os próprios interesses. A cidade tornou-se o único reduto de responsabilidade humana.

Pertencendo a natureza o homem apesar de ser o mais engenhoso, em nenhum momento pode agir com propriedade sobre algo que não lhe convém. Dizemos assim, porque a natureza não se limita a algo, ela é universal. Nisso, a ação humana acaba tomando outros rumos. Embora, essa argumentação seja lógica, não podemos perder de vista que por mais limitado que seja o homem, ele consegue destruir em partes o todo. Sabemos que a natureza é ilimitada, porque ela, seguido seu processo normal, cumpre uma constante mudança, um devir, ela se renova.

Porém, o homem sabendo de sua limitação age e suas ações se voltam para si próprio. Nesta perspectiva podemos não concordar com a ideia de que o limitado pode acabar com o ilimitado, mas este problema é compreendido da seguinte forma: o limitado estando no ilimitado necessita do que dispõe o ilimitado, por exemplo, a natureza é a casa do homem. Em uma casa podemos encontrar o necessário para sobreviver. Destruindo a casa, como viverá?

Então, o problema da ética voltado para a natureza consiste em pensar a natureza como um mecanismo indestrutivo, mas que, devido à ação do homem, ela acaba se deteriorando.

Em consequência disso, nos deparamos com uma ética que dizia respeito ao relacionamento do homem com o homem. Pensavam só no bem que era para e pelo homem. E nesse sentido, caracterizava-se como ética antropocêntrica. Além disso, as causas dos efeitos do agir humano advinham de imediato, por isso, não era necessário um planejamento em longo prazo. As consequências em longo prazo ficavam a cargo do destino dos homens. Tratava-se de uma ética do aqui e para o agora. Voltavam-se apenas, para os fins que trouxessem o bem agir, ou seja, as máximas só diziam respeito ou se encerravam no homem. Para eles, a ética não tinha uma preocupação com o futuro, caso haja não está explicito. Voltava-se para o homem como centro de tudo.

Essa linha de pensamento nos leva a perceber a quebra de paradigmas éticos, ou seja, os filósofos práticos enxergaram a lacuna do bem agir dos teóricos da ética tradicional e inauguraram um novo jeito de pensar o bem coletivo. Antes, era virtuoso o homem que agisse bem em ralação a outro homem. Agora é virtuoso quem, através das ações, pensa no bem do agora e no bem das futuras gerações. É assim que podemos caracterizar as dimensões da nova ética. Mas, por que devemos ter este pensamento? Isso acontece porque, o homem detendo o poder sobre a natureza devido suas desregradas ações, agora deve, acima de tudo, preservar por um bem que não lhe pertence em particular, mas sim, um bem de todos. A natureza é pensada como objeto de responsabilidade. Não é mais uma ética que podemos colher os frutos apenas agora, mas colhemos agora e depois. Quando falamos quebra de paradigmas nos referimos a um pensamento reflexivo, racional em relação à tecnologia. Ela não pode prevalecer sobre nossa natureza. Assim como diz Aristóteles nas primeiras linhas de sua Metafísica “todos os homens, por natureza, tendem ao saber” (REALE, 2002). Não podemos, mediante esta tese, ser escravo de outra coisa a não ser do saber que nos leva ao bem agir. Esse saber que aqui ressaltamos é um saber que antes de tudo antecede qualquer agir nosso.

Todo domínio das relações com a natureza, por exemplo, a techne era considerada neutra. Isso acontecia porque o uso do homem não era tão nocivo ao meio ambiente. Com isso, quando se pensaram no agir bem, levaram em consideração que a vocação do homem estava na esfera da pólis, que constituía uma ética própria. A atuação sobre objetos não humanos não formava um domínio eticamente significativo.

É assim que podemos dizer que a habilidade humana ultrapassou seus limites, ou seja, a habilidade era usada para as necessidades próprias do homem. O homem precisava dela para se manter ou desempenhar algumas funções onde sobrevivia. Lavrava a terra para colher o que a natureza não dispunha, ou se dispunha era distante ou inacessível. O homo faber caracterizado pela tecnicidade triunfa o homo sapiens caracterizado pela sua interiorização. Daquele que utilizava a natureza para se manter ao homem que através da técnica compete, destrói. É assim, que caracterizaremos o homo faber, alguém que produzindo produz algo a mais, e sua produção sob suas ordens. O faber invadiu o espaço do sapiens.

Em nossa realidade percebemos que o nosso saber é um saber controlado. Dizemos controlado porque a tecnologia o manipula. Manipulando não agimos pelo saber e sim pela irracionalidade dos nossos instintos. Mediante isso, Hans Jonas ao se referir ao nosso saber diz que devemos ter autocontrole. Aqui tratamos de uma questão própria a todos, exercer seus direitos e deveres para com o meio em que vive, ou seja, ao planeta. A natureza compõe o todo, por isso, o homem deve ter um olhar diferente para com o que lhe cerca. Essa consciência lhe leva a perceber que a natureza deve ser vista de forma diferente da de como a viam.

O homem tem que ter um novo comportamento. O mundo não lhe pertencendo, nem pertencendo aos homens da técnica, deve ser alvo de dever, ou seja, o homem deve preservar aquilo que não é só seu. Não deve pensar em sua geração, mas também, nas novas gerações que se encontram ameaçadas por seus atos.

Com isso, o imperativo de Hans Jonas concretiza-se no que diz respeito a permanecia a vida humana. É assim que poderíamos dizer que sua ética denuncia e anuncia um imperativo. Denuncia quando se dirige as éticas antigas mostrando o que faltou, e anuncia quando tira-nos a cegueira. Sua ética voltasse para a vida, assim como as demais, preocupasse com a vida. Mas, seu imperativo ressalta uma nova coisa, a saber, a existência humana na terra.

A era tecnológica põe em risco a sobrevivência de outros seres aqui na terra. Daí a importância de um homo sapiens que usa suas habilidades de uma forma equilibrada. O homo faber tende a caminhar para ações destrutivas. Ações destrutivas não são convenientes as futuras vidas. Se não é conveniente logo não haverá como existir, no futuro, a vida. Como sobreviverão? Não haverá mais sensibilidade, saúde, contato com as coisas naturais… Em vez de homens, seremos robôs, máquinas. Só assim poderá haver vida, sendo máquinas. Nada que o mundo ofereceu a gerações passadas não poderá oferecer a gerações futuras por causa da ambição e irresponsabilidade com a vida. Por onde caminharão as novas vidas? Por lixo tecnológico? O que irão respirar? Não poderá haver vida sem um sistema ecológico, sem uma casa para que os outros seres possam morar. Caminhamos para a destruição da regeneração da natureza.

Nossos atos são muito importantes para a preservação da vida. Serão eles os meios pelos quais poderá ou não existir vida.

 Trazendo presente o ser, podemos, também, fazer uma compreensão do dever, ou seja, o dever que proveio da realização do homem em ter carregado consigo valores contrários a exigências, faz com que ele assuma as exigências através da vontade. O princípio de responsabilidade também tem seu viés ontológico. Pois, a construção deste comprometimento é o reconhecimento da necessidade da vontade guiada pela razão como forma de dever.

A presença do homem no mundo era um dado primeiro e indiscutível de onde partia toda a ideia de dever referente à conduta humana: agora, ela própria tornou-se um objeto de dever – isto é, o dever de presença de meros candidatos a um universo moral no mundo físico do futuro; isso significa, entre outras coisas, conservar este mundo físico de modo que as condições para uma tal presença permaneçam intactas; e isso significa proteger a sua vulnerabilidade diante de uma ameaça dessas condições. (JONAS, 2006).

Para o filósofo o ser está junto do dever. Daí a importância do ser que, se realiza a partir da vontade que existe dentro de si como uma realização de si próprio. Ao falar acerca disso, não podemos perder de vista que, quando o indivíduo age por aquilo que existe dentro de si, ele não age com interesses, mas quando age pela obrigação, a ação se encerra no interesse. Segundo Hans Jonas, assim como a natureza encontra suas finalidades, nós devemos ter, também, este princípio como concretização do nosso bem agir impulsionado por nossa força de existir como finalidade da nossa vida, como autoafirmação do ser, ou seja, o ser não será outro, mas aquele que carrega valores fundamentais do ser, e não do não-ser. Embora tenhamos em nós a negação do ser, temos que notar que partindo deste pressuposto a vida caminha para sua extinção. Caminha para a extinção quando partindo da negação do ser o homem afirma o não ser.

Não devemos ter o imperativo dominador que leva a obrigação como forma de dever, o que ocasionaria a destruição. As finalidades devem ser voltadas ao bem. Para que isso aconteça é necessário que a nossa vontade seja pautada na nossa relação direta com a natureza. Exercendo estas finalidades, estamos autoafirmando o ser. A questão que queremos ressaltar diz respeito ao sim do ser. Quando falamos assim, não deixamos de lado que o sim para o ser e o dever movimenta tudo o que constitui o homem. Por isso, o homem detendo o poder sobre a natureza tem responsabilidade por ela. É evidente que esta responsabilidade tão lembrada por Hans Jonas é diferente do conceito que temos, ou seja, difere da ideia de ter responsabilidade de varrer a casa, por exemplo. Isso é obrigação. O conceito de responsabilidade para o filosofo está entrelaçado a um dever que afirma o ser.

Hans Jonas critica as éticas tradicionais que só refletiam de forma imediatista o aqui e o agora criando novos imperativos que outrora não eram refletidos. A forma de expressar esta responsabilidade é o sentimento de amor em relação ao meio ambiente. O ser é desvelado a partir da ação concreta se suas finalidades.

Sempre existirá conflito entre o ser e o não-ser. Quando estamos no estágio de não reflexão negamos o ser que se torna uma ameaça constante. Mas, se afirmamos a vida e refletirmos estamos autoafirmando o ser.

Homens e mulheres detêm o livre arbítrio, se for usado a favor da natureza estaremos a caminho da afirmação do ser.

Então, algo que é valioso tem brilho e tudo que fazemos é para afirmá-lo. É nisso, que deveríamos enxergar o bem, ou seja, o bem é a finalidade de todas as ações. Sendo finalidade escolhemos tudo para obtê-lo. Nessa perspectiva cabe-nos perceber que está no ser o bem. Dizemos assim, porque a natureza é o coração do bem, da vida. O bem é algo que vale a pena e não deve ser perdido, pois quando perdemos algo, a nossa reação é de culpa. A significação está em nos perdemos na causa, ou seja, deixarmos nossos caprichos de lado e permitirmos que o bem fale mais alto. Na Grécia antiga, quem eram os homens virtuosos? Agora o homem virtuoso é aquele que pensa no bem agora e no futuro. Não se trata mais de uma idealização, mas um ato concreto e importante. É algo que pede socorro de fora e consegue chegar até nosso ser pelos nossos sentimentos.

A nova teoria ética não é apenas objetivista, mas é objetivista e subjetivista. É objetiva porque está fundamentada na razão. Subjetiva porque tem bases na emoção. É nesta visão que o bem agir engloba, agora, a natureza.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O tema refletido nos levou a concluir que, a nova dimensão da responsabilidade chegou na hora certa, ou seja, o homem tendo evoluído, se encontra em frente a dois caminhos, saber, a vida (ser) e o da morte (não ser). A habilidade do homem que era para suas necessidades, não tem mais a mesma satisfação. Com isso, caminhamos para a negação do ser. Só que, mediante nossa sensibilidade surge dentro de nós algo que reviravolta nossas antigas opiniões. Trata-se de um dever ser. Para ser é preciso assumir seu ser com dever. Não um dever confundido com obrigação, mas um dever profundo que surge dentro de nos como algo que nos é próprio. Poderíamos dizer que o ser humano, equilibradamente, lhe da com o que a natureza oferece. Partindo desse pressuposto, afirmamos nosso ser quando assumimos nosso dever.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ABBAGNANO, N. Dicionário de filosofia. Tradução de Alfredo Bosi. 2 ed. São Paulo, Martins fontes, 1998.

JONAS, Hans. O princípio responsabilidade: ensaio de uma ética para a civilização tecnológica. Tradução do original alemão Marine Lisboa, Luiz Barros Montez. Rio de Janeiro: Contraponto PUC-RIO, 2006.

REALE, Giovanni. Metafísica: ensaio introdutório, texto grego com tradução e comentário. Tradução de Marcelo Perine. São Paulo: Loyola, 2002.

SOUSA. M. A. A. A natureza como tema filosófico: uma introdução da filosofia de Hans Jonas. Partes.

* Aluno do Curso de Licenciatura Plena em Filosofia pela Universidade Estadual da Paraíba. E-mail: marcelalcleante@yahoo.com.br.

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