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A Literatura de Cordel e o Ensino de Ciências: uma Linguagem Alternativa na Promoção da Reflexão Socioambiental

A Literatura de Cordel e o Ensino de Ciências: uma Linguagem Alternativa na Promoção da Reflexão Socioambiental

Silvio Profirio da Silva* e Jacineide Gabriel Arcanjo (Orientadora)**

RESUMO:

 Este trabalho tem por objetivo refletir acerca dos subsídios da Literatura de Cordel para trabalhar a temática/ problemática ambiental contexto educativo. Em outras palavras, a partir do uso dos folhetos dessa literatura, trabalhar a Educação Ambiental com o propósito de estimular a reflexão socioambiental e, por conseguinte, estimular o desenvolvimento de uma consciência ecológico-preventiva face a natureza.

PALAVRAS-CHAVE: Ensino de Ciências; Linguagens; Literatura de Cordel; Reflexão Socioambiental. 

RESUMEN: Este trabajo tiene como propósito reflexionar sobre los beneficios de la literatura de cordel para trabajar el tema / los temas ambientales en el contexto educativo. En otras palabras, a partir de la utilización de las valvas de esta literatura, trabajar la educación ambiental con el fin de estimular la reflexión socio-ambiental y, así, estimular el desarrollo de la conciencia ecológica y de prevención ante la naturaleza.

PALABRAS-CLAVE: Enseñanza de las Ciencias, Lenguajes, Literatura de Cordel, Reflexión Socio-ambiental.

Tomando-se por base os trabalhos de Abílio et al (2010), Becker (2001), Fonseca & Fonseca (2008), Fumagalli (1998), Gomes & Nascimento Neto (2008), Weissmann (1998), entre outros, este texto tem por objetivo refletir acerca dos subsídios da Literatura de Cordel para trabalhar a temática/ problemática ambiental na sala de aula. Em outras palavras, a partir do uso dos folhetos dessa literatura, trabalhar a Educação Ambiental com o propósito de estimular a reflexão socioambiental e, por conseguinte, estimular o desenvolvimento de uma consciência ecológico-preventiva face a natureza.

 

 

 

Durante muito tempo, o modelo educacional adotado pelo processo de escolarização brasileiro se fundou em parâmetros norteadores tradicionais. Com base nesse norte, os procedimentos de ensino presentes no cenário pedagógico concediam primazia a práticas tradicionais de escolarização. Essa posição refletiu-se não só no ensino de Ciências, como também no ensino dos mais diversos componentes curriculares do ensino formal. Na defesa de um modelo sociointeracionista e dialógico de ensino, na década de 1980, tem início a proliferação de uma gama de estudos educacionais, que visavam romper com as práticas obsoletas presentes no campo educacional. Rompe-se, desse modo, com as práticas diretamente vinculadas  a concepções e a modelos teóricos tradicionais.

Com isso, ocorrem, nos anos 80, mudanças nos parâmetros norteadores do ensino, rompendo, dessa maneira, com tendências mecanicistas e tecnicistas.  Segundo Albuquerque (2006) e Albuquerque et al (2008), as discussões atinentes aos processos educacionais expandiram-se consideravelmente nessa década. Essas discussões e estudos são provenientes de diversos campos de investigação, tais como: Ciências da Educação [Pedagogia], Ciências da Linguagem [Linguística], Ciências Psicológicas [Psicologia, Psicologia Cognitiva etc.], Filosofia, Sociologia etc. (ALBUQUERQUE, 2006; ALBUQUERQUE & COUTINHO, 2006; ALBUQUERQUE et al, 2008). Tendo como pano de fundo esse contexto paradigmático, eclodem novos fundamentos teóricos, que respaldam novos procedimentos de ensino.

O ensino assume, nessa nova perspectiva, a condição de sociointeracionista e dialógico. Em vez de focar na reprodução mecânica de conteúdos, este passa a primar pela construção de significados. Em outras palavras, a construção social do conhecimento passa a se dar, por meio da elaboração de significação diante dos conteúdos e das informações recebidas. Destaca-se, ainda, a eclosão de uma nova concepção de leitura enquanto produção e elaboração de sentido em face do texto, como sustentam Bentes (2004), Koch (2002) e Koch & Elias (2006). Esta, por sua vez, já leva em conta a dimensão social. Tudo isso contribuiu de forma significativa, para romper com os modelos educativos que primavam por práticas de Recepção Mecânica de Conteúdos e de Reprodução.

“São difundidas, no Brasil, teorias construtivistas e sociointeracionista de ensino/ aprendizagem e, em relação ao ensino da língua especificamente, novas teorias desenvolvidas em diferentes campos – Linguística, Sociolinguística, Psicolinguística, Pragmática, Análise do Discurso – levam a uma redefinição desse objeto. Sob influencia desses estudos, a língua passa a ser vista como enunciação, discurso, não apenas como comunicação, incluindo as relações da língua com aqueles que a utilizam, com o contexto em que é utilizada, com as condições sociais e históricas de sua utilização. Essa concepção de língua altera, em sua essência, o ensino da leitura, agora vista como processo de interação autor/ texto/ leitor, em determinadas circunstancias de enunciação e no quadro das práticas socioculturais contemporâneas de uso da  escrita. O ensino da leitura baseado em uma Concepção Interacionista de Língua implica considerá-las como prática social” (ALBUQUERQUE, 2006, p. 21).

         Esses novos horizontes refletiram-se, também, no ensino de Ciências. Em virtude dessas novas perspectivas, “pedagogos dedicados ao ensino das Ciências tomaram as contribuições provenientes da Psicologia” (FUMAGALLI, 1998, p. 14) para desenvolver novas formas de conduzir os processos de ensino e de aprendizagem. E, “com o debate teórico e a implementação de inúmeros projetos de inovação do ensino de Ciências” (FUMAGALLI, 1998, p. 14), surgem, agora, novas práticas pedagógicas e diversos recursos didáticos para o ensino desse componente curricular, rumo ao ato de superar “a prática educativa em si mesma” (FREIRE, 1996, p. 21).

Diante desse quadro, o ensino de Ciências se volta para uma abordagem, que contempla a dimensão social. Essa nova perspectiva não extingue a possibilidade de levar o aluno a refletir acerca de temas sociais relevantes para sua formação e, sobretudo, para a qualidade de vida da população, como é o caso da questão ambiental. A relevância de trabalhar essa temática na sala de aula é tanta que ela tornou-se um dos temas transversais introduzidos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs. Mas, ao fazer isso, o professor pode lançar mão de diversos recursos didáticos e de múltiplas linguagens. É nesse contexto que surge o termo Linguagens Alternativas, isto é, as inúmeras de formas de expor um determinado conteúdo, por meio de diversos suportes textuais, tais como, Charges, Histórias em Quadrinhos (HQs), Tirinhas, Jogos, Músicas, Jornais, Revistas etc. (GOMES, NASCIMENTO NETO, 2009). Dentre essas linguagens, destaca-se, neste estudo, a Literatura de Cordel.

“Como linguagens alternativas um conjunto de formas de discurso apoiado em suportes materiais variados, produzindo múltiplos sentidos que não costumam ser contemplados na educação tradicional existente na maioria das escolas. Inserir novas linguagens, como: música, imagens móveis ou estáticas, jogos lúdicos, dramaturgia, reportagens, textos virtuais, literatura, quadrinhos etc., não se trata de promover mera recreação em sala de aula, mas de trabalhar com o alunado uma variada documentação, permitindo que ele tenha acesso a diversos bens culturais e analise discursos diferenciados. É salutar discutir essas formas de representação em sala de aula. Na contemporaneidade, em que inúmeras linguagens e signos emergem, atraindo os jovens e exigindo-lhes novas competências e habilidades para interpretá-los, a inserção de novas linguagens no ensino” (GOMES, NASCIMENTO NETO, 2009, p. 9).

         Consoante Fonseca & Fonseca (2008), a Literatura de Cordel consiste em uma poesia de cunho/ teor popular, que inicialmente era realizada apenas por intermédio da linguagem oral. No entanto, após alguns anos, ela passou a ser realizada de forma escrita, por intermédio da linguagem escrita e da impressão em folhetos. Um dos traços marcantes acerca desse tipo de literatura diz respeito aos seus versos escritos a partir da utilização de rimas e, algumas vezes, com ilustrações, que são hoje chamadas de xilogravuras (FONSÊCA & FONSÊCA, 2008).

Ao contrário do que muitos pensam, a Literatura de Cordel não é uma criação/ produção desvinculada da realidade e das práticas sociais. Pelo contrário, por intermédio de seus versos e de sua linguagem, ela reflete acerca de diversas temáticas de cunho social. Seus versos lançam mão de versos, métricas e rimas que abrangem diversos tipos de temáticas, tais como, histórias fictícias, lendas, mitos etc. . Algumas dessas histórias são provenientes de gerações anteriores, mas chegam aos dias atuais em função do povo e das suas memórias. Nessa ótica, seus versos são ideologica e socialmente marcados.

Porém, seus versos não se limitam a esse tipo de temáticas, mas também englobam aos temas de cunho social, levando para o âmbito educacional temáticas de suma importância para a formação dos discentes brasileiros (BENTES, 2004). Temáticas estas que contribuem para a inserção desses sujeitos na prática de ações de transformação social. Diante dessa perspectiva, os versos da Literatura de Cordel abrangem temáticas emergentes, não apenas textos fictícios e distanciados da realidade como muitos dizem.

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FONTE: oficinadecordel.blogspot.com

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         É nesse cenário que o trabalho com essa literatura, no contexto escolar, é extremamente valioso, na medida em que leva para os bancos escolares temas pertinentes que estão diretamente associados à formação dos discentes e  associados à coletividade, como é o caso dos Temas Transversais [a Cidadania, a Diversidade (étnica, linguística, religiosa, sexual etc.), os Direitos Humanos, a  Ética, a Política e, acima de tudo, a Questão Ambiental]. Tudo isso contribui substancialemente, para a inserção dos alunos no exercício pleno da cidadania.

De acordo com Abilio et al (2010, p. 171), “A educação ambiental pode propiciar uma nova percepção nas relações entre o homem e a natureza, assim como reforçar a necessidade de o homem agir como cidadão na busca de soluções para problemas locorregionais”. Dentro dessa perspectiva, a abordagem da questão ambiental no contexto educativo é algo primordial, na medida em que propicia o surgimento de novos saberes e, sobretudo, de novos fazeres. Esses novos conhecimentos e atitudes oriundos do tratamento dado à Educação Ambiental no espaço escolar estão diretamente vinculados à qualidade de vida e ao futuro das gerações posteriores da raça humana. Daí provém a relevância de trabalhar essa temática nos muros escolares.

Para isso, o professor pode recorrer a diversas linguagens, sejam pautadas em tecnologias tradicionais ou contemporâneas, dentre as quais destaca-se, nesta escrita, a Literatura de Cordel com o propósito de promover reflexões socioambientais, por meio de recursos lúdicos e inovadores. O que está em sintonia como Fonseca & Fonseca (2008, p. 127) que dizem “alternativas pedagógicas, no sentido de encontrar soluções para a melhoria da qualidade das aulas, são inúmeras e o esforço do professor no sentido de adaptar metodologias de ensino com conteúdos específicos é grande”.

De acordo com Libaneo (1984 apud FUMAGALLI, 1998, p. 16), “a educação escolar possui um papel insubstituível como provedora de conhecimentos básicos e habilidades cognitivas e operativas necessárias para a participação na vida social e no que significa o acesso à cultura, ao trabalho, ao progresso e à cidadania”. Partindo desse pressuposto, a educação é algo primordial, que propicia não só a aquisição de conhecimentos do ensino formal. Ela propicia, sobretudo, o desenvolvimento de saberes, que se voltam para a dimensão social. É nesse sentido que a abordagem da Educação Ambiental é algo de fundamental importância para a eclosão de uma consciência ecológico-preventiva e, consequentemente, para a atuação no campo social.

Para isso, propõe-se, neste trabalho, a utilização da Literatura de Cordel como suporte didático para promover reflexões socioambientais e, por conseguinte, o desenvolvimento da ecocidadania. O uso dessa literatura se dá, na medida em que seus versos fazem um convite para refletir acerca das problemáticas do cotidiano, da diversidade e da realidade circundante. Em função disso, propõe-se o uso dessa literatura como iniciativa pedagógica, para o trabalho com a temática/ problemática ambiental no contexto educativo.

Referências

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COMO CITAR ESTE ARTIGO:

SILVA, Silvio Profirio da.; ARCANJO, Jacineide Gabriel. A Literatura de Cordel e o Ensino de Ciências: uma Linguagem Alternativa na Promoção da Reflexão Sociomabiental. Revista Virtual P@rtes.

* Graduando em Letras pela Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE. E-mail: silvio_profirio@yahoo.com.br** Mestre em Ensino das Ciências pela Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE. E-mail: gabrielarcanjo2006@gmail.com

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