O Teatro na Internet

Família 5PSA – grupo

Carolina de Aguiar Teixeira Mendes

publicado em 25/03/2008

www.partes.com.br/cultura/teatro/teatrointernet.asp

 

 

arolina Mendes é advogada e diretora do “Council of Advocates International”, ONG defensora dos Direitos Humanos, com sede em Toronto, no Canadá.

Resumo – O artigo busca explorar o teatro e suas manifestações na Internet. Apresenta-se o início da Internet, a função da combinação Internet e teatro, a presença e a ausência de interatividade nas manifestações de grupos teatrais na rede, a publicidade online de peças e o público atingido. Procura-se demonstrar a interatividade e a criatividade como valores artísticos imprescindíveis na sociedade em formação.

Palavras chave: Teatro, Peças, Internet, Interatividade, Criatividade

 

Abstract – The research is concerned with theater and its many online exhibition ways. It presents the beginning of the Internet, the reason of the combination between Internet and theater, the presence and the absence of interactivity on online theater exhibitions, the action of marketing plays and the public it reaches. It tries to demonstrate interactivity and creativity as important artistic values in actual society.

Keywords: Theater, Plays, Internet, Interactivity, Creativity

 

Introdução 

O presente artigo tem início com a análise dos primórdios da Internet e as idéias por trás de sua concepção, ligados aos conceitos de interatividade e hipertexto, a fim de estudar a função da combinação Internet e Teatro.

Dois usos comuns da Internet por parte de companhias de teatro são analisados, quais sejam o teatro interativo e a mera divulgação de peças em áudio ou vídeo.

Defende-se a utilização criativa e interativa em benefício da arte e no cenário social atual, combinando os palcos real e virtual, sem desprezar a oportunidade publicitária proporcionada pela rede.

Surgimento da Internet

 

A Internet surgiu nos anos 60, nos Estados Unidos, no âmbito da Advanced Research Projects Agency – ARPA, formada pelo Departamento de Defesa daquele país. Sua missão era mobilizar recursos de pesquisa, particularmente do mundo universitário.

Um dos departamentos da ARPA era o Information Processing Technique – IPTO, onde foi criada a rede ARPANET[1], com o objetivo de estimular a pesquisa em computação interativa.

Os desenvolvedores da tecnologia de transmissão de dados por comutação por pacote foram Paul Baran e Donald Davies. Paul trabalhava para a Rand Corporation, que ofereceu ao Departamento de Defesa uma proposta de rede de comunicação de computadores entre pontos estratégicos. A intenção era descentralizar informações valiosas de forma que não fossem destruídas por bombardeios se estivessem localizadas em um único servidor.

A ARPANET era ligada por estruturas de rede capazes de manipular grandes volumes de informações que passavam por debaixo da terra, o que dificultava sua destruição. O acesso à rede era restrito a militares e pesquisadores. Havia um certo temor de essa nova tecnologia passar a ser usada para fins indevidos tanto por civis quanto por países não-aliados. Por isso, o público em geral não tinha acesso à ARPANET.

No Brasil, a conexão de computadores por uma rede somente era possível para fins estatais. Em 1991, a comunidade acadêmica brasileira conseguiu, através do Ministério da Ciência e Tecnologia, acesso a redes de pesquisa internacionais. Em maio de 1995, a rede foi aberta para fins comerciais, ficando a cargo da iniciativa privada a exploração dos serviços.

A função da combinação Internet e Teatro

Conforme analisado, a rede ARPANET foi criada com o objetivo de estimular a pesquisa em computação interativa. Hoje em dia, a Internet, sua sucessora, possibilita que a interatividade seja levada a outras áreas, como por exemplo à arte. A arte interativa, um dos destaques da cultura da sociedade atual, permite com que o visitante navegue por hipertextos[2], podendo sua participação influenciar o curso da obra.

Aqui cabe-nos explorar o significado de hipertexto do ponto de vista de Manuel Castells (2003), que coloca a arte como responsável pela ponte entre a Internet e o eu. Castells defende a existência do hipertexto não como o vimos pelo computador, mas dentro de nós. Isto porque a realidade multimídia[3] não se converte na visão do hipertexto. “Se nossas mentes têm a capacidade material de acessar a totalidade da esfera das expressões culturais – selecioná-las, recombiná-las – na verdade temos um hipertexto: o hipertexto está dentro de nós, ou antes, está em nossa capacidade interior de recombinar e atribuir sentido dentro de nossas mentes a todos os componentes do hipertexto que estão distribuídos em muitas diferentes esferas de expressão cultural. A Internet nos permite fazer precisamente isso. Não a multimídia, mas a interoperabilidade baseada na Internet (…)”[4].

Ainda em Castells[5] surge um questionamento: se a virtualidade é uma linguagem mediante a qual construímos significados e o hipertexto é personalizado, como podemos compartilhar significado na vida social?  A comunicação depende de protocolos de significado, ou seja, “pontes de comunicação, independentes da prática comum, entre hipertextos personalizados”. O exemplo mais importante de ponte de comunicação é definitivamente a arte. Assim, a arte assume função de ligação entre a Internet e o eu.

Seguindo este raciocínio e buscando afunilação pertinente ao assunto deste artigo, o teatro emerge do conceito de arte como forma de cultura de massa. Carregador de tamanha responsabilidade comunicativa, o teatro na Internet já tem sido explorado em alguns projetos na compreensão da natureza da rede, enquanto outros, apesar de fazerem uso da rede, falham ao não utilizar recursos como interatividade e criatividade. Segundo entendimento de Monika Wunderer, participante do projeto Oudeis[6]:

“I joined the team because the concept was more creative and more aware of the nature of the internet than what I had seen so far in other projects. I had the feeling that there are people involved who really know what they are talking about: experience in theater and experience in the net combined.” [7]

Assim, a genuína combinação entre Internet e teatro é a experiência de cada um transformadas em uma só: aplicação dos conceitos de interatividade pela navegação e a comunicação em massa. Esta é a arte interativa.

Da interatividade: presença e ausência

Desde sua abertura comercial, a Internet tem sido explorada pelo público em geral em diversas formas. Grupos de teatro buscam seu lugar na rede, muitos sem usar da criatividade inerente ao serviço de comunicação. É neste ambiente que o público se depara com teatro interativo e criativo e também com a simples divulgação de peças em áudio ou vídeo, esta desprovida de interatividade.

Teatro com interatividade

O teatro interativo seria o diálogo entre vários participantes, que controlam suas próprias imagens, ocorrendo em palco real e em palco virtual.

No Brasil, temos o exemplo da peça “Verdade Relativa”, que acontece em teatro físico e na Internet. O roteiro trata de um encontro marcado por meio da Internet, entre dois homens e duas mulheres. A peça é transmitida ao vivo no website <www.verdaderelativa.com.br>, contando com atores remotos atuantes por meio de Skype[8], bem como manifestações de plateias real e virtual. Para participar, o espectador deve responsabilizar-se pelo conteúdo enviado, bem como ceder seus direitos de imagem para exibição no website e na peça.

O grupo Síncope Sociedade Anônima criou a peça “5PSA – O Filho” onde os atores interagem com o público por meio da Internet. A peça trata de conflitos religiosos em que cada um dos personagens (Mãe, Aquele que Lava, Aquele que Organiza, Aquele que Estuda e Aquele que Encanta) defende uma interpretação do decálogo em questão. Todos interagem com o público em diários online[9] e por meio de seus perfis no Orkut[10], expondo sua defesa sobre a interpretação do decálogo. Antes mesmo do início da peça, o espectador escolhe a ideia do personagem que deseja seguir, ou seja, elimina as versões em que a argumentação dos outros personagens é mais persuasiva.

A intenção do grupo é explorar a ideia de interatividade, de hipertexto e da parcialidade do espectador, restando a publicidade apenas como resultado do trabalho. Com o enriquecimento do texto da peça advindo da comunicação com o público, a encenação é diferente a cada espetáculo. Também é aberto espaço no website do grupo para que o público expresse sua opinião e sugira mudanças no texto.

Quanto à exploração do hipertexto, essencial no desenvolvimento da peça, posto não haver roteiro específico, explica o diretor, Cainan Baladez:

“É aí que a questão do hipertexto ganha forma. Existe uma estrutura geral, um texto base, mas ele é acessado pelo ator, com maleabilidade, de acordo com a necessidade do momento. O ator tem de perceber como o público está e, de acordo com as interferências das pessoas, ele acessa pedaços desse texto base”.[11]

Em outras palavras, o autor pode “saltar” de uma parte do texto para a outra, de acordo com a necessidade do público. É o que o hipertexto faz quando navegamos pela Internet: possibilita que “saltemos” de um link para outro link.

Divulgação online do registro de peças

Em outro extremo quanto ao uso da Internet por companhias de teatro, encontramos uma ação desprovida de grande interatividade. Trata-se da simples gravação e inserção das peças ou apenas trechos com o objetivo de divulgação. Por este recurso é possibilitado aos espectadores que revejam ou vejam pela primeira vez cenas de espetáculos históricos e atuais, sejam elas do Brasil ou outros países, bem como assistir a trailers na Internet.

O grupo Satyros, representado por um de seus diretores, Rodolfo García Vázquez, expõe:

“A postagem de vídeos, para nós, tem funcionado muito bem como meio de divulgação. (…) Além do acesso espontâneo do usuário da internet, a gente recomenda a pesquisa no YouTube para quem nos liga perguntando como é tal peça, ou para amigos que estão em outra cidade e não podem vir a São Paulo.”[12]

De fato, uma boa publicidade para um público certeiro. Vejamos.

O acesso a salas de teatro e também à Internet é financeiramente limitado, restando a dúvida sobre a existência ou não de um ponto de convergência entre os dois públicos, isto é, a relação entre o público atingido pela Internet e o público que aprecia o teatro.

Segundo a pesquisa TIC Domicílios 2006[13], dentre a população brasileira, 33,32% já acessou a Internet, com destaque para a região Centro-Oeste, seguida da região Sudeste. Dentro deste percentual, 52,48% tem renda familiar entre R$ 1.001,00 e R$ 1.800,00, e R$ 69,92% tem renda familiar maior que R$ 1.801,00.

Agora vejamos os valores cobrados em ingressos[14] para assistir a peças teatrais em São Paulo e no Rio de Janeiro, em 11/05/2007:

Peça

Ingresso (mínimo)* Cidade / Estado Fonte
Loucura R$ 15,00 São Paulo/SP www.guiadasemana.com.br
Quando Nietszche Chorou R$ 40,00 São Paulo/SP www.guiadasemana.com.br
O Abajur Lilás R$ 6,00 São Paulo/SP www.guiadasemana.com.br
Os Náufragos da Rua Constança: homo capitas no sapiens R$ 20,00 São Paulo/SP www.fabricasaopaulo.com.br
Eu Te darei O Céu R$ 40,00 São Paulo/SP www.fabricasaopaulo.com.br
Organicidade R$ 30,00 São Paulo/SP www.fabricasaopaulo.com.br
Piantão R$ 20,00 São Paulo/SP www.fabricasaopaulo.com.br
My Fair Lady R$ 50,00 São Paulo/SP www.teatroalfa.com.br
Os Homens são de Marte… e é pra lá que eu vou! R$ 40,00 São Paulo/SP www.teatroprocopioferreira.com.br
Pequenos Crimes Conjugais R$ 50,00 Rio de Janeiro/RJ www.ticketronics.com.br
Terapia do Riso R$ 20,00 Rio de Janeiro/RJ www.ticketronics.com.br
Família Muda-se R$ 50,00 São Paulo/SP www.culturaartistica.com.br
O Avarento R$ 30,00 São Paulo/SP www.culturaartistica.com.br
O Continente Negro R$ 40,00 São Paulo/SP www.faap.br/teatro

Do quadro depreende-se que a média do ingresso mínimo cobrado é R$ 32,00, valor que nem todas as famílias brasileiras podem pagar, a não ser as com maior renda familiar. Neste diapasão, as famílias com maior renda familiar são as que acessam a Internet, o que faz deste meio um excelente campo a ser explorado pelo teatro, tendo em vista o público ser potencialmente o mesmo. Assim, confirma-se a Internet como ótimo meio de publicidade para companhias teatrais.

Seguindo o grupo Satyros, o Teatro Oficina disponibiliza por meio da TV Uzyna[15] imagens de peças, ensaios e também entrevistas com atores e diretores. O cameraman Gabriel Fernandes apresenta seu trabalho intitulado “Câmera-ator”, composto por imagens filmadas dentro da cena, com uma perspectiva mais subjetiva.

Outra vantagem do teatro na Internet é o alcance global da arte e a possibilidade de trocas de experiências nacional e internacionalmente. Em 2001,  o ator Douglas McFarlane fundou o UK Theatre Network, um website promocional de teatro.  Douglas é também o produtor executivo  dos dois primeiros canais de televisão inteiramente dedicados ao teatro: UKTheatre.TV e USTheater.TV. As televisões são associadas à Apple ITunes para veicular  peças de teatro por meio de um podcast[16].

            Por sua vez, o Teatro da universidade canadense UBC[17] disponibiliza os preparativos de montagem das peças em podcast. Graças à equipe Xpodradio[18], o interessado pode ouvir durante o ano todo músicas originais, entrevistas com diretores, elencos, equipes de produção e partes do trabalho em progresso.

O Grupo de Expressão e Desenvolvimento Artístico – GEDA utiliza o termo “Interneteatrilidade” para definir o teatro na Internet, disponibilizando em seu website[19] artigos de opinião, informações e alguns trechos de peças que foram encenadas nos palcos. Para o Grupo, a Internet é uma aliada da cultura, dando oportunidade àqueles que não podem comparecer ao teatro para assistir às peças, bem como incitando visitas ao local de apresentação aos que podem comparecer.

O Portal Oficina de Teatro[20] proporciona aos amantes da arte a possibilidade de ouvirem em podcast discussões sobre William Shakespeare em “A Voz do Teatro”, entre outros arquivos multimídia. O mesmo portal noticiou o fato da peça “Terra Insana” ter suas imagens disponibilizadas no YouTube, após gravarem um DVD, questionando-o:

“O grupo surgiu há 5 anos em São Paulo (…) Mas a fama rápida a nível nacional aconteceu recentemente, quando suas apresentações começaram a ser vendidas em DVD. Assim, inevitavelmente, foi parar no YouTube. Muito se discute sobre essa forma de de divulgação gratuita e por vezes até muito mais eficaz do que qualquer outra publicidade. Será que por já ter visto gratuitamente no YouTube, a pessoa não vai querer pagar 30 ou 60 reais para assistir novamente no teatro? No caso do Terça Insana, pode-se perceber na platéia um enorme número de pessoas que estavam ali justamente porque conheceram o grupo pelo site de vídeos e estavam na expectativa de ver ao vivo aquilo que elas já haviam visto no YouTube.”

Neste diapasão manifesta-se o Grupo de Expressão e Desenvolvimento Artístico – GEDA:

“Não pense que assistir uma peça teatral pela internet proporcionará a mesma sensação de estar cara a cara com o artista em um espetáculo, de poder sentir e ouvir a respiração, como também o calor humano envolvendo a encenação dramática. Contudo, esse apoio tecnológico se justifica pelo caráter expositivo, que é importante para uma parcela de compreensão dos eventos que são realizados.”

Conforme depreende-se da opinião do Grupo, o teatro na Internet não substitui a sensação do teatro real, muito embora poderia se pensar que ao assistir as peças em sites na Internet, o espectador não mais teria interesse em assisti-las ao vivo. Quanto a este ponto, Pierre Lévy[21] se manifesta ao colocar o virtual como a representação da principal interface do público com as obras. Um exemplo é como o disco colocou mais pessoas em contato com Beethoven ou os Beatles do que os concertos. Ao contrário do que se poderia imaginar, os concertos não desapareceram com o disco, pois este instigou ainda mais as pessoas a assisti-los. O mesmo ocorre com o DVD nos dias atuais. Não é porque há shows em DVD que espectadores deixam de comparecer às apresentações ao vivo. O teatro real nunca será substituído pelo virtual por conter elementos artísticos e históricos específicos da apresentação ao vivo. O virtual é apenas um depósito de mensagens atualizadas em tempo real e acessíveis à coletividade.

Neste tópico verificou-se a ausência de participação direta do público com as peças apresentadas. A interatividade existe apenas no ato da seleção da mensagem, ou seja, quando o espectador decide por assisti-la, selecionando-a. É um caso de difusão unilateral[22], como ocorre na imprensa, rádio, televisão e cinema. A interatividade é em menor grau, não havendo possibilidade de modificar o modelo imposto.

Considerações finais

Depreende-se do artigo que grupos de teatro que suprimem a interatividade têm utilizado a rede de forma a propagarem um desvirtuamento da função da Internet, que a acompanha desde os primórdios da ARPANET.

A função da Internet é a possibilidade de interação, justamente seu diferencial em relação à televisão. Na simples divulgação de vídeo ou áudio, a interação limita-se à escolha da mensagem. Não há processo interativo mais profundo, sequer criativo.

Também foi analisada a vantagem que a divulgação tem como publicidade, o que não pode ser descartada; insiste-se, porém, no incentivo à criatividade e interatividade, características da sociedade atual em plena formação. A arte é uma ponte entre a Internet e o eu e deve ser explorada como tal. A beleza da arte reside na originalidade.

 

Fontes:

FIORATTI, Gustavo. Teatro recorre ao YouTube para ir além do palco. 22/02/2007. Folha de S. Paulo, São Paulo, 22/02/2007. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2202200710.htm>. Acesso em: 09 mai. 2007.

WERNECK, Guilherme. Cinco perdidos no ciberespaço. Link Estadão.com.br. São Paulo, 27/06/2005. Disponível em: <http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=4105>. Acesso em: 08 jun. 2007.

WUNDERER, Monika; LEYRER, Georg. The oudeis News. Status Quo. Disponível em: <http://www.oudeis.org/status/statAE.html>. Acesso em: 11 jun. 2007.

ZMOGINSKI, Felipe. Grupo apresenta teatro interativo na web. Plantão Info. São Paulo, 03/05/2005. Disponível em: <http://info.abril.uol.com.br/aberto/infonews/052007/03052007-22.shl>. Acesso em: 09 mai. 2007.

http://www.philarmoniabrasileira.com.br

http://teatroficina.uol.com.br/novosite/tvuzyna/tvuzyna.htm

http://www.xpodradio.com

http://www.gedart.com.br

http://www.oficinadeteatro.com

http://www.uktheatre.net

http://www.theatre.ubc.ca/season_podcasts.shtml

http://www.pucsp.br/imprensa/noticias/varias_noticias/25_04_07_prog_interfaces.html

http://www.verdaderelativa.com.br

http://www.cetic.br

 

Bibliografia:

CASTELLS, Manuel. A Galáxia da Internet: reflexões sobre a Internet, os negócios e a sociedade. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges, Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.

LÉVY, Pierre. Cibercultura. 2ª ed., São Paulo: 34, 2000.

[1] Acrônimo em inglês de Advanced Research Projects Agency Network.

[2] Sistemas de comunicação interativos.

[3] Convergência entre computadores, mídia e Internet.

[4] Castells, 2003, p. 165.

[5] Ibidem, p. 169.

[6] Peça concebida em palco real e em palco virtual.

[7] WUNDERER, Monika; LEYRER, Georg. The oudeis News. Status Quo. Disponível em: <http://www.oudeis.org/status/statAE.html>. Acesso em: 11 jun. 2007.

[8] Software gratuito capaz de fazer conexões sobre VoIP (Voz Sobre IP).

[9] Os diários estão disponíveis no blog oficial, em <www.5psa.blogspot.com>.

[10] Website de relacionamentos com 56.957.640 membros, 55,52% deles residentes no Brasil. Disponível em: <http://www.orkut.com/MembersAll.aspx>. Acesso em: 11 jun. 2007.

[11] Disponível em: <http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=4105>. Acesso em: 08 jun. 2007.

[12] Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2202200710.htm>. Acesso em: 09 mai. 2007.

[13] Pesquisa realizada pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação – CETIC.br, órgão responsável pela produção de indicadores e estatísticas sobre a disponibilidade e uso da Internet no Brasil.

[14] Excluídos os valores cobrados mediante apresentação de carteira de estudante.

[15] Disponível em: < http://teatroficina.uol.com.br/novosite/tvuzyna/tvuzyna.htm>. Acesso em: 09 mai. 2007.

[16] Podcast é um método de distribuição de arquivos multimídia na Internet, como músicas e vídeos.

[17] University of British Columbia.

[18] Disponível em: <www.xpodradio.com>. Acesso em: 09 mai. 2007.

[19] Disponível em: <http://www.gedart.com.br>. Acesso em: 09 mai. 2007.

[20] Disponível em: <http://www.oficinadeteatro.com>. Acesso em: 09 mai. 2007.

[21] p. 154.

[22] Lévy, 2000, p. 83.

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