A lenda das irmãs Procne e Filomena

Marcello Ricardo Almeida
www.partes.com.br//cultura/teatro/alenda.asp
publicada em 20/05/2007
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A ação passa-se em Massayó, no ano ano da graça de 1983, nos palcos do Teatro-Feijão-Com-Arroz; uma alusão contemporânea à lenda das irmãs Procne e Filomena |
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personagens: 1. Filomena – irmã de Procne e cunhada de Tereus |
| SITUAÇÃO UMA
FASE ÚNICA – Cozinha da casa de Procne e Tereus FILOMENA: Me solte, pelo amor de Deus; TEREUS: Não haja assim, mulher mal-agradecida. FILOMENA: Prefiro a morte! Prefiro a morte! TEREUS: O que está feito está feito. FILOMENA: Só aceitei morar aqui, Tereus, TEREUS: Vou ter cautela, muita cautela, FILOMENA: O que eu fiz, meu Deus, TEREUS: Filomena, Filomena, FILOMENA: Tereus, infeliz! Tereus, seu infame! TEREUS: Tirar-lhe-ei a língua, Filomena, SITURAÇÃO DUAS FASE ÚNICA – Quarto de Filomena. PROCNE – (Entra): Filomena, Filomena, SITUAÇÃO TRÊS FASE A – Sala de jantar do apartamento. TEREUS: Sentado, Procne, espero meu jantar. FASE B – Vizinhos invadem o apartamento. Procne e Filomena saem. VIZINHOS: Elas fugiram! |
Marcello Ricardo Almeida é poeta, dramaturgo, advogado de profissão e professor. Em 2002, recebeu convite do editor/escritor Francisco José Pereira, Editora Garapuvu, Florianópolis, SC, onde publicara “A Mula Sem Cabeça”, participando, entre os mais populares escritores do Estado, de LITERATURA CATARINENSE: NOSSOS MELHORES CONTOS. Autor de 120 peças teatrais e 50 livros dentre os quais “Que Achas do Padre Beber em Serviço”, Editora da UFSC, 2004; “O Dente Cariado de MonaLisa”, Literatura em Santa Catarina, 2005; “A Ignorância do Estudante (Filosofia do Direito Estudantil)”, ALB, Blumenau, 1998; “Uma Teoria do Paradoxo”), um ensaio sobre a poética contemporânea, ALB, Blumenau, 2000; “Aventuras na Cidade Barrigadechope”; “Não”, EA, 1988; e “Ein Prosit, Dionísio! Aspectos Míticos da Oktoberfest”, ALB, 2002. Premiado no concurso O Advogado e a Literatura, 1999, Florianópolis, SC, OAB/Editora, com a novel!
a “Quem Gaba a Esposa é o Marido”. Primeiro lugar no SESC/FURB, 1990, em Dramaturgia Blumenauense. Premiado no Concurso Nacional de Dramaturgia “Wladimir Maiakovski”, 1993, Fundação Cultural Cassiano Ricardo, São Paulo, com a peça no método Teatro-feijão-com-arroz intitulada Morcegos Humanos, posteriormente (1994) transformada em gibi e publicado na Editora FURB. Prêmio Baleia Verde do Concurso Nacional de Poesias, 1990, Rio de Janeiro, com a poesia “Não faz mal, todos estão grogues”.






