EXTENSÃO QUE SINALIZA CAMINHOS PARA ALÉM DA UNIVERSIDADE: EXPERIÊNCIAS COM LIBRAS, FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO HUMANO NA ESCOLA

EXTENSÃO QUE SINALIZA CAMINHOS PARA ALÉM DA UNIVERSIDADE: EXPERIÊNCIAS COM LIBRAS, FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO HUMANO NA ESCOLA

Extension That Signals Paths Beyond the University: Experiences with Libras, Teacher Education, and Human Development in School

Extensión que señala caminos más allá de la universidad: experiencias con Libras, formación docente y desarrollo humano en la escuela

Isaías dos Santos Ildebrand[1]

RESUMO

Este artigo analisa três práticas de extensão que integraram a Libras em processos de formação docente, colaboração pedagógica e alfabetização de crianças ouvintes. A partir da Teoria Bioecológica do Desenvolvimento Humano, discute-se como essas experiências promoveram inclusão, repertórios visuais e linguístico. O relato, fundamentado em autores como Bronfenbrenner, Mussi e Martins, evidencia a potência formativa da extensão ao articular linguagem, desenvolvimento e práticas educativas sensíveis à diferença.

Palavras-chave: Extensão universitária; Libras; Desenvolvimento humano; Inclusão.

ABSTRACT

This article analyzes three extension practices that integrated Libras into teacher education, pedagogical collaboration, and literacy of hearing children. Based on the Bioecological Theory of Human Development, it discusses how these experiences promoted inclusion and visual-linguistic repertoires. Grounded in authors such as Bronfenbrenner, Mussi, and Martins, the report highlights the formative potential of extension by articulating language, development, and educational practices sensitive to difference.

Keywords: University extension; Libras; Human development; Inclusion.

RESUMEN

Este artículo analiza tres prácticas de extensión que integraron la Libras en procesos de formación docente, colaboración pedagógica y alfabetización de niños oyentes. A partir de la Teoría Bioecológica del Desarrollo Humano, se discute cómo estas experiencias promovieron inclusión y repertorios visuales y lingüísticos. El relato, fundamentado en autores como Bronfenbrenner, Mussi y Martins, evidencia el potencial formativo de la extensión al articular lenguaje, desarrollo y prácticas educativas sensibles a la diferencia.

Palabras clave: Extensión universitaria; Libras; Desarrollo humano; Inclusión.

Palabras clave: Educación de Sordos; Translingüística; Libras; Lingüística Aplicada.

INTRODUÇÃO: ENCONTROS ENTRE EXTENSÃO, DESENVOLVIMENTO E ALTERIDADE

A universidade, em diálogo com a sociedade, encontra na extensão universitária um campo fértil para a produção de conhecimento situado, especialmente quando voltada à educação inclusiva. Este relato reflexivo crítico apresenta três práticas de extensão que, embora distintas em público e escopo, convergem na promoção de experiências educativas mediadas pela Língua Brasileira de Sinais (Libras), com impactos relevantes sobre o desenvolvimento humano. As três experiências de extensão desenvolvidas entre 2021 e 2024, voltadas à formação de estudantes de magistério, à atuação em redes colaborativas com professores da educação básica e à introdução da Libras na alfabetização de crianças ouvintes. Todas as práticas foram articuladas a partir de demandas reais de comunidades escolares, envolvendo diferentes sujeitos e contextos pedagógicos. O texto parte da seguinte pergunta: de que modo experiências de extensão que integram a Libras como linguagem de mediação podem contribuir para o desenvolvimento humano e a inclusão educacional, considerando os diferentes ecossistemas formativos envolvidos?

A partir dessa indagação, o artigo tem como objetivo analisar criticamente como tais práticas se configuraram como processos formativos significativos, à luz da Teoria Bioecológica do Desenvolvimento Humano (Bronfenbrenner, 1979, 2004) e da abordagem do relato de experiência como produção de conhecimento (MUSSI; FLORES; ALMEIDA, 2021; FERNANDES et al., 2016). Justifica-se a escolha pelo relato como forma de sistematizar e interpretar ações extensionistas em sua complexidade e potencial transformador. A análise das experiências é organizada em três experiências descritivas que dialogam com os referenciais teóricos, evidenciando como a Libras, ao ser incorporada de forma ética, visual e colaborativa, promove alterações nos modos de ensinar, de aprender e de se relacionar com a diferença. Assim, o texto transita entre a descrição situada das práticas e a reflexão sobre os efeitos formativos e inclusivos que elas potencializam.

DESENVOLVIMENTO: SITUANDO AS EXPERIÊNCIAS

Método

O método deste artigo se fundamenta na abordagem do relato de experiência como possibilidade de produção de conhecimento científico e análise situada de práticas educativas, tal como discutem Mussi, Flores e Almeida (2021). Para os autores, o relato de experiência, quando elaborado com criticidade e ancoragem teórica, permite descrever vivências e analisá-las como produções singulares que emergem da práxis e dialogam com problemas sociais e educacionais concretos.

Nesse sentido, adota-se também a perspectiva de Fernandes et al. (2016), que compreendem o relato de experiência como um instrumento potente para sistematizar ações extensionistas, promover reflexões sobre os saberes produzidos no encontro com a comunidade e articular universidade e sociedade por meio de práticas emancipatórias. Com base nessas concepções, este artigo organiza-se a partir da análise reflexiva de três experiências de extensão desenvolvidas entre 2021 e 2024, vinculadas à formação docente, à inclusão linguística e ao uso da Libras na escolarização. São elas: (1) formação adicional de estudantes de magistério de nível médio; (2) redes colaborativas com professores da educação básica; e (3) alfabetização de crianças ouvintes com apoio da Libras. Essas práticas serão apresentadas e comparadas no Quadro 1, que sintetiza seus principais elementos estruturantes.

Quadro 1 – Práticas de extensão com diferentes comunidades

Práticas de extensãoPeríodoCaracterísticaPráticas desenvolvidasContribuições para o desenvolvimento e inclusão
Formação de estudantes de magistério2021-2023Formação adicional com foco em Libras, cultura surda e inclusão; encontros virtuais, produção de materiais.Oficinas, vídeos, produção de materiais bilíngues bimodais, interação com professores especialistas.Ampliação de repertório linguístico, valorização da diferença, formação docente sensível à diversidade.
Redes colaborativas com professores2021-2023Projeto participativo com foco em linguagem, inclusão e pós-pandemia; encontros formativos em rede, coanálise de práticas e desenvolvimento colaborativo.Encontros de escuta e coformação, construção de materiais didáticos, planejamento coletivo.Fortalecimento de vínculos profissionais, valorização da multimodalidade e da inovação, inovação pedagógica.
Libras na alfabetização de crianças ouvintes2023 – 2024Projeto de Libras para crianças; produção de sinalário digital em Libras sobre astronomia com crianças em processo de alfabetização; uso de Canva e Design Thinking.Workshops de Libras, registro de sinais, elaboração de sinalário digital, QR code para compartilhamento à comunidade escolar.Apropriação da Libras pelas crianças, desenvolvimento de letramento visual e senso de pertencimento.

Fonte: Elaborada pelo autor (2024)

O Quadro 1 evidencia as singularidades e os pontos de convergência entre as três práticas de extensão analisadas. Embora realizadas com públicos distintos — estudantes de magistério, professores da educação básica e crianças em processo de alfabetização —, todas compartilham o compromisso com a inclusão, a valorização da Libras como linguagem legítima e a promoção do desenvolvimento humano por meio de interações educativas. Cada experiência foi planejada e executada em contextos marcados por desafios e potencialidades próprios, o que fortalece a análise reflexiva aqui proposta. Para aprofundar a compreensão dessas práticas, o artigo organiza-se em três partes descritivas: a primeira apresenta a formação de estudantes de magistério e o papel da Libras nesse processo; a segunda analisa o trabalho com redes colaborativas e o fortalecimento de práticas pedagógicas multimodais; e a terceira discute a alfabetização de crianças ouvintes com base na construção de um sinalário digital. Cada seção articula dados empíricos e referenciais teóricos, em diálogo com a Teoria Bioecológica do Desenvolvimento Humano, para interpretar os efeitos formativos e inclusivos das ações relatadas.

Experiência 1: Formação docente e a Libras como ampliação de repertórios no curso normal

A primeira prática de extensão relatada ocorreu entre 2021 e 2023 e esteve voltada à formação de estudantes do curso normal de nível médio, com foco na Libras, na cultura surda e nas pedagogias inclusivas. As ações formativas foram desenvolvidas de modo virtual, com a participação de professores ouvintes e surdos, produção de vídeos e materiais bilíngues bimodais. Tais práticas configuraram o que Bronfenbrenner (1979, 2004) denomina de processos proximais — interações recíprocas, regulares e progressivas entre os sujeitos e os objetos ou pessoas em seu ambiente —, fundamentais para a promoção do desenvolvimento humano. Os estudantes relataram que o contato com a Libras e com a experiência da diferença os reposicionou em relação à docência, suscitando questionamentos éticos e pedagógicos. Nesse sentido, a extensão universitária operou como espaço formativo de articulação entre teoria e prática, promovendo experiências que ampliaram os microssistemas dos participantes (DE ASSIS; MOREIRA; FORNASIER, 2021). Conforme argumenta Martins (2022), ações de extensão voltadas à educação de e para surdos não apenas formam sujeitos mais sensíveis à diversidade, mas contribuem para a construção de uma docência que valoriza múltiplas linguagens e epistemologias.

Experiência 2: Redes colaborativas e formação continuada em contextos desafiadores

A segunda experiência, também realizada entre 2021 e 2023, envolveu a atuação em redes colaborativas com professores da educação básica de escolas públicas. A proposta foi construída com base em encontros formativos mediados por escuta, análise coletiva de práticas e planejamento compartilhado, com foco na inclusão linguística, no pós-pandemia e na valorização das múltiplas expressões das infâncias. A Libras emergiu como linguagem sensível às singularidades das crianças, sendo incorporada a atividades pedagógicas nos Espaços de Aprendizagem. Esses encontros promoveram vínculos pedagógicos contínuos, caracterizando-se como processos proximais que, segundo Bronfenbrenner (2004), tornam-se motores do desenvolvimento quando ocorrem em ambientes estáveis e responsivos. Ao atuarem em rede, os docentes vivenciaram uma ecologia de práticas que transformou os seus microssistemas profissionais e institucionais, favorecendo a ressignificação da Libras como linguagem possível para todos. Como destacam De Assis, Moreira e Fornasier (2021), ambientes educacionais que promovem interações significativas entre pares são fundamentais para o desenvolvimento social e profissional. Nesse caso, a extensão operou como vetor de fortalecimento coletivo, abrindo espaço para a inovação pedagógica e para a construção compartilhada de sentidos sobre inclusão e linguagem.

Experiência 3: Alfabetização visual e protagonismo infantil mediado pela Libras

A terceira prática, realizada entre 2023 e 2024, consistiu na elaboração de um sinalário digital de astronomia em Libras por crianças dos anos iniciais do ensino fundamental. Inserida no projeto “Expedicionário do Cosmo”, a experiência integrou cultura visual, Design Thinking e linguagem de sinais em oficinas de alfabetização, nas quais as crianças criaram registros em vídeo e imagem dos sinais em Libras, organizados em um livro digital com QR Code compartilhado com a comunidade escolar. Essa proposta evidenciou o papel da Libras como ferramenta de mediação do desenvolvimento linguístico, cognitivo e social, especialmente ao possibilitar que crianças ouvintes participassem de práticas educativas que desestabilizam a primazia da oralidade e da escrita. Conforme a Teoria Bioecológica (Bronfenbrenner, 1979, 2004), a aprendizagem torna-se mais potente quando favorece relações de troca entre os sujeitos e os ambientes em que estão inseridos. Ao protagonizarem a construção de um material bilíngue e multimodal, as crianças transformaram-se em autoras de sentidos, expandindo seus contextos de desenvolvimento e reconhecendo-se como parte ativa da diversidade comunicativa. Como afirma Martins (2022), práticas pedagógicas que articulam Libras e protagonismo infantil, especialmente em espaços de alfabetização, ampliam a compreensão da linguagem como experiência viva, visual e coletiva.

Extensão, Desenvolvimento e Alteridade: reflexões a partir das experiências

As três experiências de extensão aqui relatadas reafirmam o potencial formativo da universidade quando comprometida com práticas que emergem da escuta, do território e da complexidade social da escola. A partir das proposições de Mussi, Flores e Almeida (2021), compreende-se que o relato de experiência, longe de se restringir à descrição linear de ações, é um instrumento epistemológico que articula saberes tácitos e científicos, produzindo conhecimento situado. Nesse sentido, ao sistematizar vivências que envolvem a Libras, a formação docente e a alfabetização, este artigo apresenta práticas que não apenas respondem às demandas da inclusão, mas que também instauram novas possibilidades de se pensar o ensino, a linguagem e o desenvolvimento humano. Como defendem Fernandes et al. (2016), relatar experiências implica refletir criticamente sobre as relações entre universidade e comunidade, resgatando a potência política da extensão enquanto prática de transformação mútua.

Ao serem interpretadas à luz da Teoria Bioecológica do Desenvolvimento Humano (Bronfenbrenner, 1979, 2004), as práticas descritas tornam visíveis os efeitos dos processos proximais em contextos educativos. As interações contínuas entre estudantes, professores, crianças e linguagens — sobretudo a Libras — revelam como o desenvolvimento ocorre na medida em que os sujeitos são inseridos em microssistemas ricos em trocas significativas. Conforme analisado por De Assis, Moreira e Fornasier (2021), ambientes escolares que possibilitam experiências intersubjetivas, sustentadas por mediações simbólicas e culturais, ampliam as possibilidades de desenvolvimento social e cognitivo. Os dados apontam que, tanto na formação de futuros docentes quanto na atuação com crianças, a Libras não se restringe a uma ferramenta de comunicação, mas funciona como linguagem que reorganiza a ecologia do aprender e do ensinar. Isso exige da escola um reposicionamento situado e pedagógico diante da diversidade linguística, o que foi visivelmente mobilizado em todas as ações extensionistas relatadas.

Por fim, é importante destacar que a extensão, enquanto dimensão constitutiva da formação universitária, torna-se ainda mais potente quando alinhada aos pressupostos da inclusão e da justiça linguística. Como argumenta Martins (2022), ao incorporar a Libras como conteúdo e prática educativa, a universidade assume um papel ativo na descolonização dos currículos e na valorização de epistemologias visuais e corporais. As experiências relatadas mostraram que, ao envolver diferentes sujeitos em práticas colaborativas e multimodais, a Libras deixou de ocupar um lugar periférico na escola para tornar-se eixo de aprendizagem, reconhecimento e pertencimento. Assim, este relato corrobora que experiências educativas articuladas entre universidade e escola, quando fundamentadas em princípios éticos, teóricos e metodológicos consistentes, são capazes de produzir efeitos duradouros nos modos de ensinar, de aprender e de se relacionar com o outro. A extensão, nesse contexto, reafirma-se como lugar fecundo de escuta, de construção coletiva de saberes e de reorganização dos modos de ser professor e estudante em uma sociedade plural.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

As reflexões desenvolvidas neste artigo demonstram que as três experiências de extensão analisadas — voltadas à formação docente, à atuação colaborativa com professores e à alfabetização de crianças ouvintes com uso da Libras — evidenciam o potencial formativo da extensão universitária quando orientada por princípios éticos, inclusivos e dialógicos. A partir da Teoria Bioecológica do Desenvolvimento Humano, foi possível interpretar as ações como processos proximais que, ao envolverem sujeitos em interações significativas, promoveram mudanças nos modos de ensinar, aprender e conceber a diferença. Ao questionar como experiências extensionistas que integram a Libras como linguagem de mediação contribuem para o desenvolvimento humano e a inclusão educacional, o texto respondeu que essas práticas são capazes de reorganizar ecossistemas formativos e transformar a presença da Libras em eixo estruturante de aprendizagem. Assim, foi possível analisar criticamente os efeitos formativos dessas experiências, permitindo o fortalecimento de uma extensão que se compromete com a educação e inclusão.

Apesar das contribuições evidenciadas, reconhece-se que este relato se limita à análise de três experiências específicas, situadas em um território e tempo determinados. Ainda que revelem pontos de convergência relevantes, outras práticas envolvendo Libras e inclusão precisam ser destacadas para valorizar ações que olham para a Libras e a inclusão. Nesse sentido, estudos futuros poderiam aprofundar a articulação entre extensão, práticas translíngues e assimetrias sensoriais, como proposto por autores que discutem a educação de surdos sob uma perspectiva crítica e interseccional. O trabalho de Ildebrand (2025), ao problematizar a translinguagem como resistência à homogeneização das formas de ensinar e comunicar, oferece pistas relevantes para tensionar os limites das abordagens bilíngues convencionais. A partir dessa provocação, sugere-se que novas investigações explorem como práticas pedagógicas e extensionistas podem incorporar regimes translíngues de forma situada e participativa, valorizando repertórios visuais e corporais sem submetê-los a normas de adaptação sensorial. Ao fazer isso, será possível avançar na construção de uma educação plural, aberta à escuta das multiplicidades linguísticas e subjetivas que habitam as escolas.

REFERÊNCIAS

BRONFENBRENNER, Urie. Making Human Beings: Human Bioecological Perspectives on Human Development. Sage: Califórnia, 2004.

BRONFENBRENNER, Urie. The ecology of human development: Experiments by nature and design. Cambridge, MA: Harvard University Press. 1979.

DE ASSIS, Diana Cavalcante Miranda; DE CAMPOS MOREIRA, Lúcia Vaz; FORNASIER, Rafael Cerqueira. Teoria Bioecológica de Bronfenbrenner: a influência dos processos proximais no desenvolvimento social das crianças. Research, Society and Development, v. 10, n. 10, p. e582101019263-e582101019263, 2021.

DE SOUSA FERNANDES, Karla Jéssik Silva et al. Relato de experiência: vivências de extensão na comunidade. Revista Ciência em Extensão, v. 12, n. 1, p. 97-104, 2016.

ILDEBRAND, Isaias dos Santos. Translinguagem na educação de surdos: um olhar crítico sobre inclusão e assimetria sensorial. Revista P@rtes, 2025.

MARTINS, Gabriel Pigozzo Tanus Cherp. Extensão Universitária como Possibilidade de Formação Docente: uma experiência na Educação de e para Surdos. Revista SCIAS Língua de Sinais, v. 1, n. 1, p. 35-51, 2022.

MUSSI, Ricardo Franklin de Freitas; FLORES, Fábio Fernandes; ALMEIDA, Claudio Bispo de. Pressupostos para a elaboração de relato de experiência como conhecimento científico. Revista práxis educacional, v. 17, n. 48, p. 60-77, 2021.


[1] Mestre em Linguística Aplicada – UNISINOS. Especialista em Alfabetização pela FURG. Especialista em Educação Especial e Inovação Tecnológica pela UFRRJ. Graduação em Educação Especial pela UFSM. Graduação em Letras pela ULBRA. Graduação em Matemática pela FCE.

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