A agenda 21 foi elaborada com o propósito de oferecer alternativas de amplas ações em busca de um desenvolvimento sustentável. A agenda nasceu no evento Rio-92. Estamos entrando na Rio+20 e pouco ou quase nada foi realizado em nossa região. A chamada Agenda Local nunca foi prioridade.
Esperava-se, assim, que, nos oito anos que separavam a Rio-92 do terceiro milênio, os governos pudessem executar seus compromissos, estimular os demais atores sociais a discutir e propor soluções sustentáveis. O êxito da Agenda 21 e do ideário da sustentabilidade depende da construção cotidiana, portanto no presente, das propostas idealizadas para o futuro.
Deveríamos de forma sistemática, em plenárias nas regiões ou nos distritos discutir:
A Agenda 21 serve como mote e instrumento fundamental para transformações, desde que os atores sociais que dela queiram se utilizar estejam conscientes desse potencial, dos objetivos e da dinâmica que dela poderá surgir. A enorme amplitude programática da Agenda 21, com múltiplos temas, ações e atores, constitui sua força potencial, por oferecer um conjunto de alternativas direcionadas para um futuro passível de construção no presente. Mas não basta sonhar, precisamos agir.






