Inclusão Escolar de Crianças com Autismo: Storytelling como instrumento na aquisição da comunicação e o processo da construção da autonomia

Inclusão Escolar de Crianças com Autismo: Storytelling como instrumento na aquisição da comunicação e o processo da construção da autonomia
Resumo
A metodologia pedagógica e acolhedora estabelece fatores de fortalecimento da integração de ensino, da aprendizagem, da estrutura pedagógica e o engajamento do aluno de forma a este se sentir pertencente, protagonista do processo da aprendizagem. O acolhimento do aluno com necessidades educacionais especiais, mais especificamente aluno TEA, construirá o desenvolvimento da comunicação, dialogicidade e autorregulação de ações protagonistas dos alunos autistas e assim enriquecer o aprendizado de todos os atores do processo educacional.
Palavras chaves: Autismo, metodologias, aprendizagem, comunicativo, inclusão.
Abstract
The pedagogical and welcoming methodology establish factors that strengthen the integration of teaching, learning, the pedagogical structure and student engagement so that they feel they belong and are protagonists of the learning process. The welcoming of students with special educational needs, more specifically students with ASD, will build the development of communication, dialogicity and self-regulation of protagonist actions of autistic students and thus enrich the learning of all actors in the educational process.
Key words: Autism, methodologies, learning, communication, inclusion.
INTRODUÇÃO
O presente estudo objetiva o entendimento sobre as metodologias a serem adotadas para a inclusão escolar, mas qual o instrumento no processo de aprendizagem e acolhimento aos alunos com necessidades educacionais especiais e especificamente aos alunos com espectro autista? De que maneira se dá a inclusão do aluno para que seja exitosa dentro do espaço escolar e desta forma contribuir para a construção de uma escola acolhedora, inclusiva, justa e igualitária para tornar o aluno proativo e protagonista do próprio processo de aprendizagem?
Caracterização do objeto de estudo
1994, ano que marcou a Educação e especificamente o ensino inclusivo com a semana de 07 a 10 de junho em que a humanidade debatia sobre a Educação Inclusiva, posteriormente normativas e orientações com relação ao processo educacional calçaram diretrizes para a escola e o processo de aprendizagem dos alunos, uma nova escola com visão inclusiva, no entanto todos estavam preparados para essa mudança? O primeiro passo foi romper paradigmas do processo de ensino tradicional, escolas dentro do processo de aprendizagem no ensino regular estanque em que o papel do professor punitivo, processo avaliativo excludente e reprovatório deveria mudar. Essa mudança perpetua, pois notamos que ainda há resquícios de avaliações excludentes e que não propõe o aprendizado significativo dentro do perfil de cada estudante e que deixa de fora aqueles que são denominados fora dos padrões do que o ensino e a avaliação tradicional consideram como possível e padrão aceitável. Para que esse conceito tradicional seja revisto é importante que a comunidade escolar compreenda novos moldes de fazer pedagógico, sobre a especificidade educacional de cada um e novos modelos devem ser reformulados no processo de ensino aprendizagem. Para a escola inclusiva, a equipe escolar deve se debruçar para a integração de todos, esse pensamento metodológico deve ocorrer já de início em que o aluno externa todos os anseios, pois a saída da rotina do lar e se deparar com novos rumos causam temores, perspectivas desfavoráveis e que se não forem bem trabalhadas, criará o bloqueio e a insatisfação da inserção na turma, que muitas das vezes causam baixa autoestima, ausências no ano letivo, evasão escolar e o que dirá se o acolhimento de alunos autistas com dificuldade comunicativa for insatisfatória numa turma que não compreende a especificidade educacional do TEA, ou seja, se o acolhimento não for exitoso poderá deixá-lo alheio ao grupo e prejudicará o andamento do ano letivo e o desenvolvimento das ações pedagógicas propostas pelo professor. Desta forma, é importante propor o papel dos integrantes dentro do ambiente escolar para que a escola seja por de fato inclusiva para todos e especificamente para o aluno TEA em que de acordo com a especificidade deve ser elaborado metodologia a fim de envolvê-lo, de inseri-lo na proposta didática, percebê-lo como parte integrante do espaço escolar, fazê-lo proativo, autônomo e comunicativo.
O papel do professor é um dos fatores para estabelecer o êxito no processo de inclusão, isso é fato, mas de que maneira poderá contribuir para a inclusão do aluno e de forma a este se sentir pertencente, protagonista do processo da aprendizagem? Ou seja, como criar mecanismos de aprendizagens em que envolva a comunidade escolar para a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais e especificamente de alunos com espectro autista inseridos em escolas regulares do ensino público. Nisso, é importante que todos compreendam a ruptura de metodologias tradicionais, entender sobre ações possíveis para promover a autonomia da criança e assim perceber e autorregular o papel da comunicação como forma de construção da aprendizagem para romper com processo avaliativo excludente. Ações inclusivas devem ser valoradas e estabelecer parâmetros para que comunidade escolar possa refletir, planejar e replanejar sobre as próprias ações e desta forma fortalecer o ser humano. Pensar na perspectiva da comunicação como fator primordial para que o professor estabeleça já nos dias iniciais do convívio escolar o envolvimento do aluno TEA de maneira que se sinta acolhido e integrado no ambiente escolar e é possível promover a ação educativa e protagonista em que ele poderá perceber as próprias necessidades, observar o que realmente é fator intrínseco na aprendizagem e troca de saberes, se autorregular e progredir no aprofundamento da vida escolar, na ação socioemocional, no processo social.
Metodologia da dinâmica inclusiva como forma de integração de alunos no contexto escolar
Para o estudo deste artigo, destacamos os preceitos de Ingedore Kock que no campo semântico afirma que a criança quando estabelece o contato social promove o ato comunicativo e a autora esclarece que para que haja as operações verbais e não verbais responsáveis pela relação entre referentes e tópico discursivo, Marcuschi (2006, p.11) destaca as “operações de enquadre”, a partir do que “uma determinada expressão pode evocar um conjunto de propriedades, relações ou associações (frames, cenários, esquemas etc.)”. A autora apresenta a definição de frame como “conjuntos e conhecimentos armazenados na memória debaixo de um certo “rótulo”, sem que haja qualquer ordenação entre eles”, já os esquemas são definidos pela autora como “conjunto de conhecimentos armazenados em sequência temporal ou causal; ex.: como pôr um aparelho em funcionamento, um dia na vida de um cidadão comum”. p. 60
Para exemplificar o preceito de operações de enquadre notamos que ao lermos ou ouvirmos uma determinada expressão, no caso: jogo de futebol, associamos inúmeras informações relacionadas no frame JOGO DE FUTEBOL e deles as ações relacionadas a este evento como por exemplo: bola, gol, jogador, campo, torcida, time, campeonato, vencedor. Desta forma é importante que a dinâmica montada aqui como exemplificação da metodologia de abordagem comunicativa por meio do Storytelling (que é a arte de contar histórias de forma envolvente e persuasiva), seja uma ferramenta poderosa para transmitir mensagens, valores e experiências de forma que estabeleça sentido, o tema seja relevante e estabeleça a integração entre os participantes.
O autor Adilson Xavier, no livro Storytelling: Histórias que Deixam Marcas apresenta três definições sobre Storytelling, sendo:
“Definição pragmática: Storytelling é a tecnarte de elaborar e encadear cenas, dando lhes um sentido envolvente que capte a atenção das pessoas e enseje a assimilação de uma ideia central. Definição pictórica: Storytelling é a tecnarte de moldar e juntar as peças de um quebra-cabeça, formando um quadro memorável. Definição poética: Storytelling é a tecnarte de empilhar tijolos narrativos, construindo monumentos imaginários repletos de significado.” p. 11-12
A metodologia exemplificada permeará em torno do texto da autora Ruth Rocha, juntamente com o curta-metragem baseado na História Contada intitulada “O Dono da Bola” como forma de estímulo introdutório para a didática e para tal detalhamos que o texto retrata a história de um garoto que se acreditava a se destacar de todos por ser o dono da bola e diante desta postura tinha dificuldade de conquistar amigos. Carlos Alberto, apelidado de Caloca, era considerado na rua em que residia como financeiramente privilegiado, ele era egoísta e não dividia seus pertences com ninguém.
O Objetivo da dinâmica é construir a empatia, o altruísmo, a solidariedade, o desprendimento. Ensinar as diferenças sociais. Na construção da dinâmica, os alunos são incentivados a elencarem palavras chaves que despertaram sentimentos semelhantes aos quais vivenciaram e ao relatarem experiências da construção do conceito em que despertam a importância de ser sociável a tal ponto de entenderem as diferenças sociais, compreenderem a comunicação como ato de integração na medida que constrói e exemplificam novas situações personificadas e estabelecerem elementos narrativos que constitui a construção do Storytelling. Daí deverão elencar quadros de palavras como forma de esquemas globais e construírem novas situações e personagens para exemplificarem novos contextos discursivos e de aprendizagem, a fim de refletirem sobre a construção do próprio processo de maturação socioemocional e de comunicação.
Retomando ao conceito linguístico Frame, Medeiros em seu artigo intitulado “Frames: da teoria à prática”, afirma que
“Na linguística, o conceito de frame foi sistematizado por Charles Fillmore. Em um de seus primeiros trabalhos, “Frame Semantics and the Nature of Language”, de 1976. O linguista afirma ser importante considerar, na caracterização de um sistema linguístico, a descrição de frames cognitivos e interacionais, em termos dos quais o usuário da língua “[…] interpreta seu ambiente, formula suas próprias mensagens, compreende as mensagens dos outros, e acumula ou cria um modelo interno de seu mundo” p.88
Os frames conceptuais básicos, no aspecto linguístico são predominantemente constituídos pela classe gramatical substantivos e/ou expressões nominais, no caso do tópico, afirma, “certas organizações (configurações) que se manifestam em esquemas globais ou enquadres (frames)” se desenvolvem e se estabelecem no “encadeamento de elementos informacionais” (Marcuschi, 2006, p.10). Essa questão se torna ainda mais interessante quando pensamos nos processos referenciais de natureza menos explícita, que demandam a consideração de contextos e de inferências de naturezas diversas.
A escola psicológica e psicolinguística soviética, por sua vez, baseada em Vygotsky, emprega que para designar o complexo conjunto de processos postos em ação para a consecução de determinado resultado, que é, ao mesmo tempo, o motivo da atividade, ou seja, aquilo por meio do que se concretiza uma necessidade do sujeito. Consequentemente, tal atividade pode articular-se em três aspectos: motivação, finalidade e realização. Surge de uma necessidade, ou seja, fazer uso de meios sociais por meio de signos linguísticos para determinar a meta e eleger os meios adequados a sua realização. Finalmente, a realizamos, e com isso alcançamos os resultados visados. Cada ato da atividade compreende, pois, a unidade dos três aspectos: começa com um motivo e um plano, e termina com um resultado, com a consecução da meta prevista no início; mas, nesse meio, há um sistema dinâmico de ações e operações concretas orientadas para essa meta ressalta que tais ações e operações, que constituem a atividade verbal, estão inseridas em um processo social. A realização linguística da atividade verbal depende das condições sociais e psicológicas, além de vir determinada pelo motivo básico da atividade, e utiliza diversos meios.
Por meio dos estudos de Alexei N. Leontiev, Ingedore Kock esclarece:
“A atividade verbal é definida por Leont’ev (1971) como “…uma atividade(…) do ser humano que se transmite até certo grau mediante os signos de uma Língua (cuja característica fundamental é a utilização produtiva e receptiva dos signos da língua). Em sentido estrito, deve-se entendê-la como atividade, portanto, em cujo transcurso conformamos uma expressão linguística para alcançar um objetivo pré-fixado.”p.66
Leontiev, foi discípulo de Vygotsky e empreendeu com este, vários trabalhos sobre o desenvolvimento ontogenético do psiquismo, especialmente no que tange a teoria da atividade e defendeu que o desenvolvimento humano acontece por meio da interação com o meio. Vygotsky (2005), ao realizar suas pesquisas sobre a relação entre o pensamento e a linguagem, estabelece que a interação entre a criança e o outro é fundamental para o desenvolvimento da linguagem (e da cognição). Dessa forma, o autor destaca a importância da Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) e da Zona de Desenvolvimento Real (ZDR) para a aquisição da linguagem pela criança, pontuando que a ZDR seria o nível no qual a criança se encontra em termos de desenvolvimento e ZDP seria o momento em que a criança já consegue realizar uma determinada tarefa, mas com a ajuda de um adulto – o que Wood, Bruner e Ross (1976) nomearam como “tutela” do adulto.
Paulo Freire ressalta a importância da palavra na construção da formação do homem como ser político. Essa questão política, Paulo Freire exemplifica e esmiúça a formação do homem na sociedade e seu papel enquanto cidadão pensante e atuante. Para o autor, a palavra é entendida como ação, pois não é um termo que age arbitrariamente e desconexo ao pensamento, a tal ponto de ser separado. A palavra é viva, o que seria isso? É uma ação que representa o mundo de forma a construir o pensamento. Não há concepções vazias, pois a linguagem, a palavra humaniza o homem e o liberta em seus conceitos, em suas formas de pensar, de agir. A palavra constrói o pensamento do homem na função de sujeito de sua história.
“…Um mínimo de palavras, com a máxima polivalência fonêmica, é o ponto de partida para a conquista do universo vocabular. Essas palavras, oriundas do próprio universo vocabular do alfabetizando, uma vez transfiguradas pela crítica, a ele retornam em ação transformadora do mundo.” (1997, p.6)
Paulo Freire no livro Pedagogia da autonomia afirma que:
“…A descodificação é análise e conseqüente reconstituição da situação vivida: reflexo, reflexão e abertura de possibilidades concretas de ultrapassagem. Mediada pela objetivação, a imediatez da experiência lucidifica-se, interiormente, em reflexão de si mesma e crítica animadora de novos projetos existenciais. O que antes era fechamento, pouco a pouco se vai abrindo; a consciência passa a escutar os apelos que a convocam sempre mais além de seus limites: faz- se crítica.” (1997, p.6)
Entender o que é relevante e significativo na aprendizagem, constrói a formação do ser na perspectiva transformadora e libertadora e é a base de estudo e reflexão na bibliografia Freiriana. O Autor combate a perspectiva de que o educador é o sujeito do processo educativo e os educandos meramente objetos do aprender e os conteúdos abordados de maneira mecânica como recipientes a serem enchidos pelo educador numa aprendizagem bancária, em que os alunos são depósitos de conteudismo sem relevância, sem sentido no que estão aprendendo. Paulo Freire aponta que a aprendizagem não pode ser meramente bancária, que os alunos não são “tábuas vazias” sem conhecimento prévio. Para a questão do conhecimento, o autor afirma que a aprendizagem mecanizada, por meio de memorização não há sentido, não forma a criticidade do homem, não é libertadora. Nesse interim, que importante planejar aulas dinâmicas e acolhedoras em que possa incluir todas as possibilidades de trocas de ideias e conhecimentos diversos. Desta forma, propor uma metodologia de acolhimento, no caso Storytelling, que é por meio de uma situação problema dentro de uma disciplina, de um tema específico, criar ou mesmo adaptar histórias utilizando elementos específicos entre personagem, ambiente, conflito e uma mensagem e em eventos com começo, meio e fim, para transmitir uma mensagem de forma a interagir com os integrantes da ação pedagógica de maneira marcante. Para isso, usa elementos narrativos visando engajar, informar ou persuadir o público. Ao construir uma narrativa envolvente, o Storytelling ajuda a transmitir mensagens de maneira mais eficaz e memorável. Nessa condição, os alunos podem participar do contexto histórico a tal ponto de ajudar na construção e troca de ideias pelo conhecimento de mundo, o ato educativo fica dinâmico e envolvente.
Considerações finais
O processo metodológico por meio da dinâmica educativa com uso de Storytelling em grupo de estudos formado pelos próprios discentes e que aluno com transtorno de espectro autista ao ser inserido no contexto apresentou marcas satisfatórias após o acolhimento nos primeiros dias de aula, por meio de debates, dinâmicas, entre elas a criação de Storytelling, de tal forma a formularem condições de compreensão e discussões sobre os temas abordados.
Para Vygotsky, a fala desenvolve o sujeito. Ele apresenta a concepção de que para estabelecer um paralelo na aprendizagem do ser humano, o ambiente externo cria relações importantes e significativas para estabelecer novas relações entre o sujeito e o objeto. Para tal, a fala tem papel importante na criação de ações de aprendizagens. O autor diz que a criança ao sair da fase da fala egocêntrica, perpassa para a fase adiante do desenvolvimento no estágio mais avançado. Para tanto, a linguagem é fundamental para criar situações mais complexas e funciona como ferramenta para planejar novas ações. A interação com o outro estabelece mecanismos em espiral numa tomada de troca de saberes em que o sujeito no processo de aprendizagem interpessoal transita da Zona de Desenvolvimento Real para a Zona de Desenvolvimento Potencial, na mediação entre os dois estágios ocorrem a interação humana necessária para a aprendizagem e desta forma ocorrerá a Zona de Desenvolvimento Proximal.
Referência Bibliográfica
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 42. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005.
______________. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
KOCK, Ingedore Grunfeld Villaça. O texto e a construção dos sentidos / Ingedore Koch 7. ed. São Paulo : Contexto, 2003.
______________. A atividade da produção textual. Cad. Est. Ling, Campinas, (24: 65-73, Jan./Jun. 1993. file:///C:/Users/Vice%20Dire%C3%A7%C3%A3o%20Iara%20B/Downloads/baygon,+06+-+Ingedore+G.+V.+Kock%20(5).pdf
MEDEIROS, Ilana Souto de. Frames: da teoria à prática. https://periodicos2.uesb.br/index.php/estudosdalinguagem/article/download/5931/4447/10898
PARENTE, Lopes Umehara; Reis, Victor Márcio Laus. Storytelling – como contar histórias sobre marcas que não têm uma boa história para contar. ESPM-Rio, Diálogo com a Economia Criativa, Rio de Janeiro, v. 5, n. 15, p. 95-112, set./dez. 2020.
Rocha, Ruth. O dono da Bola: Editora Paulinas, 3ª edição, 2004.
VYGOTSKY, Lev Semenovich, A construção do pensamento e da linguagem / L. S. Vygotsky; tradução Paulo Bezerra. – São Paulo: Martins Fontes, 2000.
XAVIER, Adilson. Storytelling: Histórias que Deixam Marcas. Best Business, RJ, 2015, p.286
Denise Santos da Silva*
*Graduada em Administração Pública pela Universidade Estadual de Alagoas-UNEAL. Graduanda em Pedagogia pela Universidade Federal de Alagoas-UFAL. Pós-Graduada em Educação Profissional e Tecnológica -IFES e Pós-Graduação em Gestão Pública na Educação Profissional e Tecnológica-IFSC. Pós-graduanda Especialização em Docência com ênfase na Educação Inclusiva pelo IFMG-Campus Arcos.
E-mail: denisesantossilva2020@gmail.com

Iara de Oliveira Borges*
* Professora licenciada em Letras – Português e Inglês da Rede Estadual de Ensino do Estado de São Paulo. Vice-Diretora de Escola na Rede Estadual de Ensino do Estado de São Paulo. Graduada em Língua Portuguesa, Inglês e Literatura pela Universidade Guarulhos. Graduada em Pedagogia pela Universidade Guarulhos. Pós-graduada Especialização em Docência com ênfase na Educação Básica pelo IFMG-Campus Arcos. Pós-graduada em Língua Portuguesa e Literatura pela Faculdade UNIP. Pós-graduada em Língua Portuguesa pela Unicamp-REDEFOR. Especialização em Metodologias pela Unicamp. Pós-graduanda Especialização em Docência com ênfase na Educação Inclusiva pelo IFMG-Campus Arcos.
E-mail: iaralimf@gmail.com







