Palavras azuis, versos claros

Palavras azuis, versos claros Por Gilberto da Silva publicado em 08/03/2006 Recebi da Ana Marina Godoy, sempre zelosa, caprichosa e dedicada, um livro de poesias e prosas com o suave

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Nossas mas (caras) de Carnaval

Por Rodrigo da Costa Araujo publicado em 13/02/2006 www.partes.com.br/cultura/carnaval.asp O carnaval é uma festa do disfarce, das muitas caras, do jogo e do avesso de nós mesmos. Tudo é simulação,

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Mãe – Cora Coralina

Mãe Renovadora e reveladora do mundo A humanidade se renova no teu ventre. Cria teus filhos, não os entregues à creche. Creche é fria, impessoal. Nunca será um lar para

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Alguns fragmentos e pequenas epifanias de Caio Fernando Abreu

Rodrigo da Costa Araujo Alguns fragmentos e pequenas epifanias de Caio Fernando Abreu Publicado em 01/02/2006 www.partes.com.br/cultura/algunsfragmentos.asp Eu vou magnetizando coisas no inconsciente, coisas do dia-a-dia, coisas que magicamente as pessoas

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O Minimalismo dos festivais, por Iris Geiger

Há 40 anos de “Porta-Estandarte” O minimalismo está de roupa nova, volta em tons neutros e quentes, silhuetas mais soltas e descomplicadas. Não chega a ser um Helmut Lang, mas

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O Maldito Fraga

Por Gustavo Dumas O Maldito Fraga publicado em 26/01/2006 Bem sabemos que obra literária nenhuma existe sem uma autoria. No caso específico da prosa, cabe ao autor, inicialmente, construir um

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Assédio moral nas famílias

Mais situado nas relações de trabalho, o assédio moral é também presente nas relações familiares, embora existe muitos críticos sobre esta questão. Bom para lermos um trecho do livro abaixo:

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Sonhei, confuso e o sono foi disperso

Segue abaixo um poema do Grande Fernando Pessoa Sonhei, confuso, e o sono foi disperso, Mas, quando dispertei da confusão, Vi que esta vida aqui e este universo Não são

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Uma poeta aos 9

Letícia, aos nove anos já dá seus primeiros passos na arte de poetar. Esta sobrinha vai longe. Vejam: As horas passam rápido Mas o tempo devagar, E esse que chamamos

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Só viagem

      Só viagem Viajei, não te avisei mas mudei. só levei meu corpo e as malas…   Viajei, você ficou refez seus contos seus gráficos lucrou.   Viajar

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Dibs, em busca de si mesmo

AXILINE,Virginia Mae – DIBS EM BUSCA DE SI MESMO; tradução de Célia Soares Linhares. Rio de Janeiro, Agir,1974.290 p.   O livro em questão retrata a estória de uma criança

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Uma taça soteropolitana

Naquela noite, em Salvador, você de branco eu de preto, seu corpo refletindo luz e calor, Ensaiávamos um beijo, ardente, quase chamas em suas mãos uma taça preenchida de vinho.

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Dois livros, duas histórias fantásticas

Aproveitei a ressaca do fim de ano para ler Memórias de Minhas Putas Tristes, de Gabriel Garcia Marques. A história fantástica de um jornalista solteirão que se relacionou a vida

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Versos para um novo ano

Versos para um novo ano Por Ana Marina Godoy (escrita em 13 de novembro de 2005) Versos para um ano novo Escrevendo Eu oro pelo Amor. Entrelinhas Clamo pela Vida.

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Nossos Anos Loucos e A Leitura dos Clássicos – Um Breve Debate Por Fernando Arosa

Nossos Anos Loucos e A Leitura dos Clássicos – Um Breve DebatePor Fernando Arosa Publicado em 04/11/2005   Estamos vivendo um período muito difícil, divisor de momentos, raptor de ideologias,

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Pedra filosofal, filosofa?

Pedra filosofal, filosofa? Gilberto da Silva www.partes.com.br/colunistas/gilbertosilva/pedrafilosofal.asp   Aproveitando a rara beleza de uma imagem natural, sentei-me ali frente ao mar. Um pensamento recorrente invadiu-me a alma, violento feito uma

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Sede se mata a goles pequenos

Gustavo Dumas   A expressão “surgir do nada” parece ser a tônica dos fenômenos musicais fabricados pela indústria do entretenimento, que muitas das vezes não se deixa nortear por qualquer

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Por José Pedreira da Cruz   “Já não vale mais a pena Já não posso esconder Já lutei tanto na vida Já é hora de lhes dizer Já cantei em

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Despedida

Por Fábio Camacho   despedida chega sem pressa igual ladrão na noite quando vejo envolvido até o pescoço em estado de animação suspensa sem discernimento do certo ou errado locupletado

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Cunhataí, a menina sagrada contra o suicídio!

Por Eliane Potiguara Revista Partes – Ano V – fevereiro de 2005 – nº 54 Quando Cunhataí era criança, ouvia os espíritos da mata, ela via a mãe das águas.

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