O horóscopo chinês

O horóscopo chinês Tigre O nascido sob Tigre (em chinês, Hu) faz questão de priorizar a conquista, o novo e a realização dita impossível, rebelde, altivo, aventureiro e indisciplinado, tem o

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Índios Xikrin-Kaiapó colhem os resultados do manejo florestal sustentável

Nas últimas duas décadas, o setor madeireiro tem se mostrado especialmente predatório na região amazônica, principalmente no sul do Pará, habitada pelos índios Kaiapó. As terras dessas comunidades vêm sendo sistematicamente invadidas e degradadas, em alguns casos com a anuência dos próprios líderes indígenas. Esse modelo predatório nem sempre garante retorno financeiro justo para as comunidades e a falta de preocupação com a proteção ambiental põe em risco a sobrevivência futura destes povos.

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Educação infantil: direito do cidadão e dever do município

Tema pouco explorado desde a publicação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação é o da natureza obrigatória da educação infantil. Quando se fala no princípio da obrigatoriedade da educação, fala-se em responsabilidade de mão dupla: do Estado e da família. Ocorre que, por outro lado, o art. 4º da LDB estabelece como dever do Estado, e portanto, como sua obrigação, o atendimento gratuito em creches e pré-escolas às crianças de zero a seis anos de idade.

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Vlado – Herzog, 25 anos de um assassinato

O Sindicato recebeu e encaminhou à Auditoria Militar um documento, datado de 6 de janeiro, em que os jornalistas apontam uma série de fatos ainda não esclarecidos em relação às circunstâncias da morte de Vladimir Herzog, ocorrida no dia 25 de outubro de 1975, nas dependências do DOI, em São Paulo.

O abaixo assinado foi entregue à Justiça com 467 assinaturas e, desde então, recebeu novas adesões em outras capitais e já continha até o fechamento deste número de Unidade, 1004 nomes de jornalistas.

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O idoso e a família: os dois lados da mesma moeda

As mudanças que estão ocorrendo nas representações de família nas novas gerações estão exigindo formas alternativas de convívio familiar e conseqüentemente a reformulação de valores e de conceitos.

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Vlado

Vlado Falamos de flores e amores, mas falamos também de trevas e escuridão. O jornal Unidade, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, de outubro/2000, traz um

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Amarás o próximo?

Amarás o próximo? Gilberto da Silva É ainda poderosa a máxima bíblica “amarás ao próximo como a ti mesmo” posto que vivemos numa sociedade em que o egoísmo é muito

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Restaurando a dignidade no envelhecimento

Fátima Teixeira Leliane Melro   Em trabalho publicado em setembro de 1997, em conclusão ao estudo que realizamos na Prefeitura de São Paulo apontamos alguns aspectos que merecem ser destacados devido

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Oito ou oitenta, o plebiscito e Itamar Franco

Oito ou oitenta, o plebiscito e Itamar Franco Ano I – Nº7 – Outubro de 2000 como www.partes.com.br/imprensa07.html Por Luiz Antonio Magalhães Título de reportagem do jornal “Folha de S.

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A beleza mágica de Ouro Preto

José Afonso de Oliveira Viajar para Ouro Preto é sempre maravilhoso e a cada nova visita mais encantamento. A cidade é o berço das primeiras revoltas contra a exploração colonial

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Vivo para eu mesmo ou para o outro?

Vivo para eu mesmo ou para o outro? Paulo de Abreu Lima Há cerca de um mês atrás se realizou o McDia Feliz, uma iniciativa do McDonald´s que apóia instituições

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Restaurando a dignidade no envelhecimento

A partir de inúmeras constatações podemos confirmar que é necessário tanto à sociedade quanto à família lançarem um novo olhar para o idoso. A sociedade, porque precisa assegurar-lhe os direitos sociais que garantam a satisfação de suas necessidades fundamentais como saúde, alimentação, segurança, transporte e lazer, bem como conceder uma aposentadoria digna para que ele não tenha a impressão de viver da benevolência dos outros. A família para tratá-lo com respeito, compreensão, carinho e sentir-se acolhido, amado e exercer seu papel sóciocultural.

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SEXUALIDADE: A Arte de Saber Vivê-la

Fátima Teixeira Leliane Melro   Após o último artigo sobre Terceira Idade (A velhice é indigna?), no qual abordamos a forma como foi construída a imagem da velhice em nossa

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A magia de Vila Velha

Ano I – Nº6 – Setembro de 2000 www.partes.com.br/turismo06.html A magia de Vila Velha   José Afonso de Oliveira A caminho de Foz do Iguaçu, uma paisagem pré-histórica. Espetáculo úni

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pasquim

Publicado originalemente como http://www.partes.com.br/imprensa06.html Ano I – Nº6 – Setembro de 2000   O jornal O Pasquim marcou época, em plena ditadura foi um instrumento de combate à censura utilizando

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Gilberto Freyre: uma rápida biografia  

Publicado originalmente como: http://www.partes.com.br/freirebiografia06.html Ano I – Nº6 – Setembro de 2000 Gilberto Freyre (1900-1987) escreveu 67 livros, sendo Casa Grande & Senzala a sua maior obra, publicada em 1933,

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O Brasil Privatizado II

O Brasil Privatizado II O assalto das privatizações continua Autor: Aloysio Biondi R$ 7,00 – 64 páginas Prefácio A publicação de O Brasil Privatizado II: O assalto das privatizações continua poderia

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Como andam as relações entre homens e mulheres?

Ninguém duvida que estão acontecendo mudanças de comportamento nas relações entre os sexos na sociedade brasileira contemporânea. Mas o que mudou? Como homens e mulheres estão lidando com isso? Nos seis artigos que compõem este volume, estas transformações são analisadas a partir do discurso de homens e mulheres em situações atuais como o mercado de trabalho feminino, academias de ginástica e agências de encontro.

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FHC não entende nada de futebol
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FHC não entende nada de futebol

Pelé disse com todas as letras que o responsável pelo caos no futebol brasileiro é o presidente Fernando Henrique Cardoso. Para o maior jogador do mundo, FHC desfigurou a lei que o cidadão Edson, enquanto ministro, tinha elaborado, dando-lhe o nome de Lei Pelé.

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Em defesa da nossa língua portuguesa

Nossa língua tem mais de 400 mil vocábulos e é a sétima língua mais falada do mundo. Somos mais de 200 milhões de falantes do português em todos os continentes. Expressões corriqueiras como coffe-break nos eventos, “self-service” nos restaurantes, “happy hour” nos bares, “on sale”, “50% of” e “delivery” nas lojas, não têm razão de ser, sendo a única explicação cabível para a desnacionalização linguística fatores psicossociais reforçados por imposições econômicas e culturais.

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