Por uma educação que potencialize a verdadeira educação inclusiva

 

Por uma educação que potencialize a verdadeira educação inclusiva

 

Rosa Maria Rigo*

ROSA MARIA RIGO

Resumo

As crianças de hoje já não são mais as mesmas das gerações anteriores e poderão seguir mudando de modo acelerado…Estamos diante de uma geração de natureza precoce, sensível, empática, espiritual e pragmática. Elas possuem capacidades cognitivas superiores, alto poder de percepção em todos os âmbitos, e surpreendente abertura psíquica e espiritual desde a mais tenra idade. Estamos preparados para educar este “ser” considerado muito vezes como rebelde, irreverente, questionador, audacioso e destemido? 

Palavras chave: educação, diversidade, espiritualidade, inclusão.

 

Abstract

Kids today are no longer the same as previous generations and will keep changing so fast … We are facing a generation of precocious nature, sensitive, empathetic, spiritual and pragmatic. They have higher cognitive capacities, high-powered perception at all levels, and amazing psychic opening and spiritual from an early age. We are prepared to educate this “being” considered very often as rebellious, irreverent, inquisitive, bold and fearless?

Keywords: education, diversity, spirituality, inclusion.

         Visando aproximar-me mais a esta nova realidade educacional que ora se apresenta, e, tendo em vista a relevância que de fato tem para todos nós, do ponto de vista evolutivo, convido o leitor a vestir neste momento, as vestes do cientista e a encarnar o espírito que se abre permanentemente ao desconhecido e tornar-se um cientista que busca respostas mais satisfatórias e mais próximas de fenômenos do mundo físico e metafísico.  Assim atrevo-me a convidar o leitor a um exercício de digressão e na medida do possível identificar e aceitar pontos convergentes no campo do saber. Refiro-me aqui, a teoria das altas habilidades/superdotação e o controverso fenômeno Indigo/Cristal.

         Se por um lado temos o que é definido e comprovado pela ciência, do outro temos à incompletude empírica de nosso saber, ou seja, o ainda desconhecido mundo Indigo, termo criticado por pessoas e setores de nossa sociedade, que demonstram grande resistência em relação ao assunto, mas que a meu ver assemelham-se em diversos pontos, e como tal podem e devem ser aceitos e respeitados no seu sentir e pensar.

         Bem, pelas leituras até aqui proferidas, acredito que a teoria das altas habilidades/superdotação do “ser humano”, tenha sido definida a partir de minucioso estudo e pesquisa científica. Segundo Edgar Morin, “a ciência é, elucidativa (resolve enigmas, dissipa mistérios), enriquecedora (permite satisfazer necessidades sociais e, assim, desabrochar a civilização); é, de fato, e justamente, conquistadora, triunfante”. (2005, p. 15 e 16). Já o fenômeno Indigo/Cristal traz a luz da discussão algo com menor rigor científico, porém não menos importante, onde acreditam os autores, tratar-se do próximo passo a nossa evolução como espécie humana por entender que são seres com mais habilidades e dons espirituais inatos.

         Ao mesmo tempo em que as teorias científicas dão forma, ordem e organização aos dados verificados nos quais se baseiam, novos meios de observação ou de experimentação ou um novo olhar, fazem surgir dados desconhecidos, invisíveis. A partir daí as teorias deixam de ser adequadas e se não for possível alargá-las, é necessário inventar outras novas. Aqui, segundo Morin,

damo-nos conta de que nos falta uma ciência capital, a ciência das coisas do espírito  ou noologia capaz de conceber como e em que condições culturais as idéias se agrupam, se encadeiam, se ajustam umas às outras, constituem sistemas que se auto-regulam, se autodefendem, se automultiplicam, se autoprogramam. (MORIN,2005, p.25 e 26).

         Para a autora deste artigo, aqui reside a dualidade dos temas que ao meu ver se autocompletam. Assim trago à tona uma teorização acerca dos temas acima citados no sentido de refletir e aceitar o “diferente” para que se consiga potencializar nas escolas, um pensar sobre o processo educativo sob o ponto de vista biopsicossocialespiritual. Neste sentido, abre-se um diálogo entre aquilo que temos vivido e o que pode ser modificado a partir de uma realidade escolar em crise. Acredito ser possível abrir espaço a novos olhares que apontem outras possibilidades e/ou resultados enriquecedores e que nos seja permitido dialogar acerca do que já é conhecido por todos e o que ainda pouco sabemos (mundo espiritual). Neste sentido há evidências de que a ciência e a espiritualidade se encontrarão antes do término do século 21.

         A partir dessa aceitação poderemos quem sabe apontar outros pontos de partida, e contribuir com um processo educacional contínuo e desafiador, com mecanismos onde as diferentes formas do ser sejam aceitas em sua integralidade. Essa dimensão reflexiva ou investigativa poderá potencializar o processo educacional futuramente. Confesso que minha escrita está motivada pela esperança de ser lida, criticada, apreciada ou extraída como possibilidade de falar sobre as “infinitas possibilidades de aceitação do ser” principalmente no campo educacional.

Contextualizando Altas Habilidades/Superdotação

         Em 2008, o Ministério da Educação aprovou um documento que trata da “Nova Política para Educação Especial, na Perspectiva da Educação Inclusiva” (BRASIL, MEC/SEESP). Esse documento, aprovado pelo Decreto 6.571/08, do Governo Federal, em 17 de setembro de 2008, enfatiza a promoção do atendimento às necessidades educacionais especiais de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Sendo que:

Por Altas habilidades referem-se aos comportamentos observados e/ou relatados que confirmam a expressão de traços consistentemente superiores’ em relação a uma média (por exemplo: idade, produção ou série escolar) em qualquer campo do saber ou do fazer. Deve-se entender por ‘traços’ as formas consistentes, ou seja, aquelas que permanecem com freqüência e duração no repertório dos comportamentos da pessoa, de forma a poderem ser registradas em épocas diferentes e situações semelhantes (BRASIL, 1995, p. 13).

         Para identificar estes sujeitos diagnosticados com altas habilidades/Superdotação o governo criou centros específicos para dar um atendimento diferenciado, e o Ministério da Educação montou um formulário com 24 frases que ajudam a identificar estudantes assim:

  1. Aprende fácil e rapidamente; 2. É original, imaginativo, criativo, não convencional; 3. Está sempre bem informado, inclusive em áreas não comuns; 4. Pensa de forma incomum para resolver problemas; 5. É persistente, independente, autodirecionado (faz coisas sem que seja mandado); 6. Persuasivo, é capaz de influenciar os outros; 7. Mostra senso comum e pode não tolerar tolices; 8. Inquisitivo e cético, está sempre curioso sobre o como e o porquê das coisas; 9. Adapta-se com bastante rapidez a novas situações e a novos ambientes; 10. É esperto ao fazer coisas com materiais comuns; 11. Tem muitas habilidades nas artes (música, dança, desenho etc); 12. Entende a importância da natureza (tempo, Lua, Sol, estrelas, solo etc); 13. Tem vocabulário excepcional, é verbalmente fluente; 14. Aprende facilmente novas línguas; 15. Trabalhador independente; 16. Tem bom julgamento, é lógico; 17. É flexível e aberto; 18. Versátil, tem múltiplos interesses, alguns deles acima da idade cronológica; 19. Mostra sacadas e percepções incomuns; 20. Demonstra alto nível de sensibilidade e empatia com os outros; 21. Apresenta excelente senso de humor; 22. Resiste à rotina e à repetição; 23. Expressa idéias e reações, freqüentemente de forma argumentativa; 24. É sensível à verdade e à honra.

Contextualizando Indigos/Cristais

         Segundo os autores Lee Carroll e Jan Tober trata-se de uma criança que demonstra uma série de atributos psicológicos novos e pouco usuais com um padrão de comportamento nunca documentado até agora. Nancy Ann Tappe identificou, pela primeira vez, o padrão de comportamento das Crianças Índigo no seu livro publicado em 1982 “Compreendendo a sua vida através da cor” (Understanding Your Life Through Color).  Nancy classificou determinados tipos e comportamento humano em grupos de cor e, intuitivamente, criou um surpreendentemente e revelador sistema de natureza metafísica. (2003, p.6).

Conforme Doreen Virtue, Ph.D, conselheira científica nos EUA, você pode identificar uma Criança Índigo através das seguintes características principais:

  • Possuem alta sensibilidade.
  • Têm uma quantidade excessiva de energia.
  • Aborrecem-se facilmente podendo aparentar que só mantém a atenção por curtos períodos de tempo.
  • Precisam de adultos seguros e emocionalmente estáveis.
  • Resistem a autoridade se ela não for democraticamente orientada.
  • Preferem aprender por métodos e caminhos não tradicionais e com prioridade a leitura e a matemática.
  • Podem frustrar-se facilmente pois têm grandes idéias mas lhes faltam recursos e pessoas que ajudem a concretizá-las.
  • Aprendem através da exploração, mas resistem a memorização pura e simples.
  • Não se mantém sentados por muito tempo a não ser que estejam absortos em algo do seu interesse.
  • São muito compassivos; têm muitos medos relativos a morte, especialmente a perda daqueles que ama.
  • Se experimentam o fracasso muito cedo, desistem ou desenvolvem bloqueios na aprendizagem.

         Além das características acima citadas Ingrid Cañete após anos de estudos acrescenta:

  • Não aceita o “não porque não”, como resposta. Exige argumentação sincera, plausível e não aceita “enrolação”.
  • Seu olhar é muito profundo.
  • Maturidade de um adulto.
  • Calma, paz interior.
  • Alto grau de energia que precisa ser investida.
  • Inteligência emocional e espiritual.
  • Não sentem medo.
  • Sabem quem são e o que vieram fazer aqui, conhecem sua vocação e missão de vida.
  • Liderança natural, reconhecida e não forçada.
  • Demonstram uma super sensibilidade.
  • São especialmente criativos.
  • Grande interesse ou mesmo atração por temas ligados a magia, percepção extrassensorial, misticismo, sentidos especiais e “super poderes”.
  • Possuem amigos invisíveis com quem conversam e de quem recebem mensagens.
  • Conversam com animais e segundo informam, os animais conversam com eles.

         A partir dos estudos realizados por Tappe (1982), muitos outros autores abordam o assunto fazendo referência ao termo Indigo. Para Egidio Del Vecchio há uma correlação entre a Relação entre Indigos e as Inteligências Múltiplas propostas por Howard Gardner.

No caso do índigo, a mente vai além das considerações ( reais e objetivas do mundo dual) de Gardner, posto que está  preparada para transcender, para a multidimensionalidade cognitiva que chamamos de terceira linguagem (VECCHIO, 2006, p.51). O índigo usa os três lados do cérebro (esquerdo, direito e o hipotalâmico), enquanto superdotado, de modo geral, esta focado no uso do lado esquerdo do cérebro, responsável pelo raciocínio(VECCHIO, 2006, p.25).

Estes seres, ao terem os três hemisférios cerebrais mais dotados e inter conectados podem ter, sobretudo na escola, verdadeiros curtos-circuitos com as estruturas educativas tradicionais que se baseiam no trabalho exclusivo com um dos dois hemisférios. A partir de um DNA modificado e mais ativado apresentam, anatomicamente, os hemisférios cerebrais já integrados o que faz com que tenham a capacidade inata de ver “o todo” ao invés de ver de forma fragmentada a realidade. Eles trazem com eles a chamada visão holística ou sistêmica como uma habilidade natural.

 

         Neste sentido para a psicóloga e escritora Ingrid Cañete, estes alunos precisam de uma educação integradora, inclusiva e amorosa, precisam de ajuda para aprenderem a viver sem perderem seus dons e talentos, sem que estes sejam anestesiados e bloqueados por nosso estresse generalizado, pelos desequilíbrios energéticos e emocionais,  pelas drogas que damos a eles como a ritalina e outras que só fazem um adestramento e impedem que sua maravilhosa energia e suas altas capacidades e talentos se manifestem. Nas escolas não há ainda preparação nem entendimento ainda para aceitar e acolher estas crianças e jovens como eles necessitam, causando muitas vezes situações de constrangimento a alunos, pais e professores que, muitas vezes por não saberem como lidar com a situação e temerosos de irem contra “ o que é ditado como normal ” acabam sugerindo aos pais a darem medicamentos a seus filhos, principalmente a ritalina.

Por uma teoria que potencialize e priorize a formação integral do ser

A partir das contextualizações dos temas acima citados, certamente constatamos que somos todos seres em constante evolução. Em minha visão existem fortes evidências quanto as mudanças que se fazer necessárias no processo educativo para acolher este novo ser.  Trago a seguir algumas proposições que dão a ideia de continuidade e ampliação de saberes e práticas pedagógicas, para justamente pensar sobre a educação na contemporaneidade sejam nossos alunos diagnosticados como superdotados ou Indigos.

         Sabemos que a criança de hoje mudou e seu modo de aprender mudou com ela. Precisamos modelar velhos tabus e conceitos culturais, tradições que não valem mais e encontrar ferramentas pedagógicas adequadas que propiciem um ambiente harmonioso integral e afetivo para que estes sujeitos tenham condições de desenvolver suas habilidades e talentos.  Precisamos rever antigos conceitos pedagógicos e encontrar alternativas que permitam a eles utilizar os hemisférios cerebrais em sua potência máxima deixando fluir a criatividade propiciando a interculturalidade. Promover a interculturalidade significa prestar atenção à nossa prática diária e combatermos todas as atitudes discriminatórias no contato com a “diferença” oportunizando o enriquecimento da sociedade humana no seu todo e em múltiplas dimensões.

         Para planificar ações educativas que possam contribuir com o desenvolvimento destes novos sujeitos é importante observá-lo em interação com seus pares e em espaços sociais habituais, principalmente em sala de aula. A partir destas observações iniciais será possível analisar o perfil sócio motor e cognitivo e, assim, identificar a metodologia mais adequada e necessária para suprir ou compensar as necessidades destes alunos. Segundo alguns especialistas o quociente Intelectual (QI) da humanidade está efetivamente aumentando e uma das explicações para este fenômeno seria a melhoria na qualidade de vida da população, o aspecto sociocultural, aumento da oferta de informação e de oportunidades de desenvolvimento. Porém ter um alto (QI) deixou de ser a única medida de inteligência, e atualmente chega a ser questionado sob sua real capacidade de medir a capacidade dos saberes.

Neste sentido, sempre é bom lembrar o que especialistas enfatizam sobre mentes consideradas extraordinárias como Albert Einstein, Isaac Newton e Mahatma Ghandi a despeito de suas potencialidades: foram consideradas pessoas comuns, não nasceram prontas, mas se destacaram em virtude de suas realizações criativas. Por isso, é vital que a criança receba já nos primeiros anos escolares a aceitação do professor e o incentivo necessário para desenvolver tais habilidades. Da mesma forma, se a criança desde cedo descobre que é diferente dos colegas e que a comunicação é difícil devido à diferença de vocabulário e modo de se expressar, pode vir a não ser aceita pelos amigos. Assim é que os primeiros anos escolares, que deveriam fomentar o ímpeto para o entusiasmo e aprendizagem  pode ser um sinal, para o aluno brilhante, de fracasso e insucesso. Muito frequentemente a criança aprende a esconder ou negar suas habilidades, passando a desenvolver problemas comportamentais ou psicológicos, a fim de melhor se adaptar a escola e aos amigos.

         Portanto acredito que, enquanto educadores, nossa tarefa é conhecer este aluno e identificar suas reais necessidades, cognitivas, sociais e afetivas, a fim de oportunizar-lhe condições efetivas na construção de seu próprio conhecimento, ou seja, avaliar as situações e apresentar abordagens que propiciem discutir/rever toda e qualquer barreira à produção criativa e trabalhar no sentido de propiciar em sala de aula uma atmosfera que favoreça a expressão integral destes potenciais.  Como afirma Esteban (2001) é preciso indagar as vozes silenciadas e as vozes amplificadas nos discursos da escola e sobre a escola; interrogar os discursos legitimados sobre a infância, sobre a adolescência, sobre os jovens, sobre o adulto, sobre a aprendizagem, sobre o ensino, sobre os usos escolares da linguagem escrita, sobre os parâmetros de sucesso ou fracasso escolar. Precisamos estar em constante estado de reflexão-ação-reflexão, indagando, investigando, buscando, de forma efetiva e permanentemente.

         É preciso pensar em alternativas que valorizem a pluralidade cultural e as diferentes possibilidades dos nossos iguais, que muitas vezes têm necessidades educativas especiais, mas que vem sendo entendidas como desigualdades. Por isso é importante proporcionar uma formação a partir de múltiplos olhares, onde não se reproduza estereótipos, exclusões. Tais caminhos passam pela abertura, aceitação e valorização do “outro” em várias dimensões. Para tal, emerge a necessidade de ampliarmos as discussões que envolvam a educação e a elaboração de alternativas políticas e pedagógicas que primem pela qualidade de uma educação verdadeiramente inclusiva. Em outras palavras, conhecer é negociar, trabalhar, discutir, debater-se com o desconhecido que se reconstitui incessantemente, porque toda solução produz nova questão.

Para finalizar trago a reflexão do leitor novamente Morin quando nos diz:

A ciência não é um privilégio de uma teoria ou de uma mente, a ciência é a aceitação pelos cientistas de uma regra do jogo absolutamente imperativa. No entanto, para obedecer a regra do jogo da verificação e da experimentação, é preciso que haja uma grande atividade de crítica mútua para que haja uma grande atividade de crítica mútua, é preciso que as teorias se confrontem, que existam pontos de vista diferentes, até mesmo idéias “bizarras”, ideias metafísicas.  (MORIN, 2005, p. 40 e 41).

Diante da afirmação de Edgar Morin acredito ser perfeitamente possível ampliar nosso olhar integrando ao processo educativo o ponto de vista biopsicossocialespiritual. Refletir e aceitar o “diferente” abrindo espaços para esta nova criança, aceitando-a, incentivando-a a compartilhar e expor seus talentos de forma positiva e construtiva. Aceitando, estudando as peculiaridades desta “nova criança” estaremos oportunizando a nós educadores evolui também.

Bibliografia 

BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial. Diretrizes gerais para o atendimento educacional dos alunos portadores de altas habilidades/superdotação e talentos. Brasília: MEC/SEESP, 1995.

CAÑETE, Ingrid, Crianças Indigo: A evolução do ser humano, novo século, São Paulo, 2008.

CAÑETE, Ingrid, Crianças Cristal: A Transformação do ser humano, novo século, São Paulo 2011.

ESTEBAN, T. O que sabe quem erra? : reflexões sobre avaliação e fracasso escolar. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.

FLEITH, Denise D. S (Org) A Construção de Práticas Educacionais para Alunos com Altas Habilidades / Superdotação Volume 2: Atividades de Estimulação de Alunos MEC, Brasília, DF, 2007.

MEC, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2007 , DF , 2007.

MORIN, Edgar. Ciência com Consciência, Editora Bertrand Brasil, 8ª ed. RJ, 2005.

VECCHIO, Egídio Del, Vecchio. Educando Crianças Indigo, Uma nova pedagogia para as crianças da nova era. Ed. Butterfly, São Paulo 2006.

VIRGOLIN, Angela M. R. Altas Habilidades / Superdotação, Encorajando Potenciais. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial, Brasília, DF. 2007.

 

 

 

ADOS DA AUTORA 

ROSA MARIA RIGO

Graduação Comunicação Social – Habilitação Relações Públicas – Unisinos/RS – 1992.

Pós-graduação Administração de Recursos Humanos – PUCRS – 1998. Especialização de Profissionais para Organizações do Terceiro Setor – FIJO/PUCRS – 2003. Graduação: Pedagogia Multimeios e Informática Educativa – PUCRS – 2008.

Mestrado Cursando disciplinas do Mestrado em Educação na PUCRS como aluna especial.

Área de Atuação

Tutora do curso de Formação Continuada de Professores em Tecnologias de Informação e Comunicações Acessíveis/UFRGS

Mediadora do grupo de EX ALUNOS da UAB/UFRGS. (trabalho voluntário). PORTO ALEGRE/RS

E-mail: rosa.rigo01@gmail.com

 

 

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