Contribuições Pedagógicas dos Agentes Jovens Ambientais e da Horta Escolar na Construção de uma Cultura Ecologicamente Sustentável

Pedagogical Contributions of Young Environmental Agents and the School Garden in Building an Ecologically Sustainable Culture

João Bernardes da Silva Filho*

Rosiane Araújo do Nascimento Bernardes**

Cláudio Alves Pereira***

RESUMO

Por meio de uma pesquisa-ação, objetiva-se discutir o processo de desenvolvimento de conceitos da Educação Ambiental nos estudantes por meio de atividades práticas na horta e nos canteiros escolares de uma instituição pública no interior do Ceará. Para a fundamentação teórica do projeto, convocamos autores que discorrem sobre a importância do uso de novas metodologias para o estudo da Educação Ambiental em sala de aula. Espera-se contribuir com o desenvolvimento de um pensamento crítico que sensibilize o ser humano para a retomada e manutenção do equilíbrio ambiental dos fatores bióticos e abióticos do nosso planeta.

PALAVRAS-CHAVE: Alimentação; Ciências; Matemática; Metodologias Ativas.

ABSTRACT

Through action research, this study aims to discuss the process of developing environmental education concepts in students through practical activities in the school garden and flowerbeds of a public institution in the interior of Ceará. For the theoretical foundation of the project, we consulted authors who discuss the importance of using new methodologies for the study of environmental education in the classroom. It is hoped that this will contribute to the development of critical thinking that sensitizes human beings to the need to restore and maintain the environmental balance of biotic and abiotic factors on our planet.

KEYWORDS: Nutrition; Sciences; Mathematics; Active Methodologies.

1. Introdução

O governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria do Meio Ambiente (SEMA), editou a Lei Estadual n. 17.383/2021, criando o Programa Agente Jovem Ambiental (Programa AJA). O AJA atinge, atualmente, os 184 municípios cearenses desenvolvendo projetos socioambientais em espaços públicos e nos ambientes escolares, em parceria com as unidades de ensino locais.

Ao ser selecionado para atuar como um agente ambiental, o jovem (entre 15 e 29 anos) recebe uma bolsa mensal de R$200,00 (duzentos reais)1, devendo estar matriculado ou ter concluído o ensino médio em uma escola pública cearense. Além da bolsa de incentivo, o agente selecionado recebe um curso de formação na área ambiental, fardamento, seguro-acidente e certificado de formação.

Em Viçosa do Ceará-CE, lócus deste estudo, percebeu-se que os planos de ações dos agentes se vincularam quase que exclusivamente a instituições escolares. Observando aqueles jovens produzirem hortas e preparando mudas de plantas medicinais em um espaço tão próximo às salas de aula, tomou-se como possibilidade o uso pedagógico das hortas para o ensino de Ciências e Matemática no Ensino Fundamental.

Desta forma, esse artigo registra parte dos resultados de um projeto que organiza as ações dos agentes jovens ambientais no espaço escolar da Escola Municipal de Ensino Fundamental de Oiticicas, em Viçosa do Ceará, nordeste brasileiro, no período de setembro a dezembro de 2025, e promove uma discussão mais ampla sobre hábitos alimentares saudáveis e sustentabilidade junto a esta comunidade escolar, além de perceber a horta escolar como recurso pedagógico para promoção do ensino de Ciências e Matemática. A instituição de ensino oferta a etapa do ensino fundamental (4º ao 9º ano), sendo que as turmas do 7º, 8º e 9º anos são do tipo tempo integral.

Os resultados preliminares apontam que, dentro do contexto da construção da horta escolar, os alunos têm a possibilidade perceber o equilíbrio que existe no meio ambiente e, assim, eles desenvolvem uma consciência crítica para opinar diante das catástrofes ambientais cada vez mais frequentes em nosso país e em outras partes do planeta.

2. Procedimentos Metodológicos

Na organização deste artigo, adotamos a abordagem qualitativa aos dados coletados. Como técnica, adotamos a observação feita pelos pesquisadores (que também são professores na escola tomada como lócus da pesquisa) com foco nas interações dos estudantes durante as atividades coordenadas pelos AJAs e pelos professores.

Para o registro das observações, utilizou-se um caderno de campo, procedimento que auxiliou na posterior análise do plano de ação do Programa AJA na EMEF Oiticicas. Os pesquisadores definiram que a análise desta fase preliminar do projeto seria focada nas ações desenvolvidas pelos estudantes do 5º ano A, turno matutino.

Adota-se os princípios da pesquisa-ação para a organização da pesquisa, pois no decorrer atividades, os estudantes vão apresentando mudanças de hábitos, entendendo a importância da alimentação saudável e, com isso, tornando-se agentes sociais transformadores ao influenciarem na preservação do meio ambiente e na divulgação da importância dos hábitos alimentares saudáveis em suas famílias.

3. Expandindo os horizontes: do local para o global

Tanto em nível global quanto local, observa-se que os jovens estão sendo continuamente instigados a substituírem alimentos saudáveis, muitas vezes cultivados em hortas comunitárias e em suas casas, por produtos industrializados cada vez mais processados e pobres em nutrientes.

O apelo comercial por comidas de produção rápida (fastfood) e pelo uso indiscriminado de remédios produzidos em laboratórios farmacêuticos tem sido uma preocupação de equipes médicas e escolares. Atentos a isto, a equipe da EMEF Oiticicas organizou uma estratégia para fazer com que os educandos encontrassem nas hortas escolares uma forma saudável para a produção de alimentos orgânicos e para o cultivo de ervas medicinais, exercitando cotidianamente os fundamentos da Educação Ambiental e os pensamentos ecológico, matemático e científico.

Seguindo essa linha de raciocínio, Pires, Costa e Moreira (2022) afirmam que o Ensino de Ciências nos anos iniciais deve estar articulado com as questões reais vivenciadas pelas crianças no seu cotidiano, de maneira que o estudo proporcione vivências educativas que as ajudem a explicar melhor o mundo que as rodeia. Amplicando a percepção dos autores, entendemos que isso não se aplica somente às séries iniciais, mas dentro de todo percurso da educação básica. Participar do próprio processo de formação constitui chave importante na percepção de mundo, diferentemente da educação nos moldes bancária, como nos ensina Paulo Freire. Propor a construção de hortas e canteiros é uma estratégia que possibilita vivências educativas baseadas em conhecimentos prévios dos educandos. De acordo com Morales (2012, p.74):

[…] os educadores e educadoras têm o desafio de formular pressupostos teóricos e metodológicos, no sentido do todo, para alcançar uma práxis que vivencie uma sociedade sustentável. Desafios esses que se encontram no desenvolvimento de novos valores e comportamentos, no estímulo à visão global e crítica das questões socioambientais, na promoção de um enfoque interdisciplinar que construa saberes e no fortalecimento da cidadania, entre outros aspectos (Morales, 2012, p. 74).

Almeida, Fernandes e Messeder (2019) enfatizam que aproveitar a curiosidade intrínseca da criança favorece o aprendizado, pois adiciona sentido aos conceitos apreendidos. Implica dar noções científicas para que o aluno possa utilizar e mais tarde aprofundar estes conhecimentos e, assim, participará mais ativamente, ciente de suas decisões na sociedade.

Como afirma Maia (2019, p. 12), “Educação Ambiental é, antes de tudo, educação”. A aplicação de ações no campo da Educação Ambiental nas instituições colabora para a formação de sujeitos críticos e conscientes que compreendam a interligação do planeta Terra e a necessidade de controle sobre as ações antrópicas, visando evitar desastres e alterações nas condições atmosféricas, na saúde humana e, também, na dos demais seres.

A criação de hortas medicinais possibilita aos estudantes a experiência do manejo com a terra, o reconhecimento dos seus ciclos e a consciência de pertencimento do homem à Natureza. Assim, por meio do manejo e preparo da horta escolar, eles passam a compreender que somos partes do planeta e que, por isso, devemos cuidar do espaço em derredor para que nós, a humanidade, estejamos em equilíbrio com os demais seres vivos. De acordo com Barbosa (2008):

Vale também ressaltar que a horta pronta não pode ser nosso objetivo maior. Parece contraditório, mas nosso produto com a horta escolar é o próprio processo de discussão, atividades e resultados que ela proporciona. Se assim não fosse, contrataríamos pessoas para construírem nossa horta na escola, não é mesmo? Seria um processo mais rápido e, provavelmente, mais econômico (Barbosa, 2008, p. 51).

Para além da criação de canteiros com verduras e legumes e de hortas medicinais, a comunidade escolar organizou o trabalho dos AJAs de maneira que este guardasse estreita relação com o fazer pedagógico, ou seja, que as ações dos agentes estivessem em consonância com as atividades docentes, principalmente em assuntos relacionados à Educação Ambiental. Conforme documento emitido pela UNESCO (2005, p. 44), “Educação Ambiental é uma disciplina bem estabelecida que enfatiza a relação dos homens com o ambiente natural, as formas de conservá-lo, preservá-lo e de administrar seus recursos adequadamente”.

Contribuindo com a discussão, Dias (1992) nos ensina que:

Um dos principais objetivos da educação ambiental consiste em permitir que o ser humano compreenda a natureza complexa do meio ambiente, resultante das inter-relações dos seus aspectos biológicos, físicos, sociais e culturais. Ela deveria facilitar os meios de interpretação da interdependência desses diversos elementos, no espaço e no tempo, a fim de promover uma utilização mais reflexiva e prudente dos recursos naturais para satisfazer as necessidades da humanidade (Dias, 1992, p. 121).

Dessa forma, a horta escolar passou a ser entendida como um laboratório vivo onde os educandos puderam acompanhar o ciclo de vida das plantas, a discussão da importância dos insetos para o equilíbrio ambiental naquele espaço, a identificação das cadeias ecológicas ali presentes, perceberem as condições necessárias para o desenvolvimento das plantas (e outras que as prejudicam) e os fatores bióticos e abióticos que atuam em consonância para a manutenção do equilíbrio ambiental.

4. As contribuições do trabalho com a terra para a construção de uma consciência de respeito à Terra

Trabalhando o micro espaço da horta escolar, a questão da saúde alimentar e da sustentabilidade podem ser trabalhados, também, do nível municipal ao global. De acordo com Morgado (2006), a horta escolar é um valioso instrumento que une os temas da Educação Ambiental e alimentação, promovendo a integração de conceitos teóricos e práticas em uma abordagem interdisciplinar.

Assim organizados, os planos de ação dos AJAs, em alinhamento com o planejamento dos professores, priorizam não somente o saber teórico envolvido na construção das hortas, mas, sobretudo, o conhecimento de mundo, sensibilizando os educandos a compreenderem a relação do homem com os ciclos da Natureza durante as atividades da preparação do solo, os plantios, dos cuidados com as mudas e a identificação daquilo que desequilibra este ambiente.

A implementação da horta escolar na Escola de Ensino Fundamental Oiticicas foi um projeto desenvolvido em parceria com os Agentes Jovens Ambientais (AJAS) e os educandos. O projeto foi baseado no Plano de Ação Comunitário (PAC), que buscou criar uma horta escolar orgânica para promover a alimentação saudável e a educação ambiental.

A primeira etapa do projeto consistiu na escolha do local, que foi realizada em conjunto com os membros do Núcleo Gestor da instituição. A equipe responsável pela escolha do local observou que a área mais adequada para a implantação da horta seria a lateral da escola, por ser uma região com pouco trânsito de alunos, o que garantiria maior privacidade e segurança para o desenvolvimento das atividades.

Os Agentes Jovens Ambientais apresentaram o plano para criação de uma horta escolar com a participação dos alunos, gestores, servidores e, principalmente, com auxílio dos alunos. Foi solicitado que os educandos trouxessem garrafas PET para confecção de potes para mudas e para construção dos canteiros, e que trouxessem sementes de tomate, pimenta, pimentão, cebolinha, maxixe, abóbora, melancia e de algumas ervas medicinais, como boldo e capim-santo.

Após a coleta dos materiais, foi realizado o processo de fermentação do esterco, que é a decomposição do material orgânico por microrganismos, incluindo bactérias e fungos. A fermentação reduz odores, favorece a absorção de nutrientes e reduz riscos de doenças nas plantas. As crianças participaram dinamicamente do processo de fermentação, umedecendo e mexendo o húmus para que a fermentação tivesse êxito.

Ao final de duas semanas, foram encontradas minhocas, indicando que os canteiros estavam aptos para a semeadura. As crianças realizaram o plantio das cebolinhas, sementes de coentro, tomate e melancia. Após 2 meses, em dezembro de 2025, já foram colhidos coentro e cebolinhas que foram usados para temperar a merenda escolar e para dores de barriga as folhas do boldo foram usadas para preparo de chás.

As figuras 1 e 2 a seguir registram a participação dos estudantes no plantio das mudas nos canteiros.

Conforme Loureiro (2004),

A educação ambiental não atua somente no plano das ideias e na transmissão de informações, mas no da existência em que o processo de conscientização se caracteriza pela ação com o conhecimento, pela capacidade de fazermos opções, por se ter compromisso com outro e com a vida (Loureiro, 2004, p. 26).

Assim, por meio do desenvolvimento dos planos de ações dos AJAs em conjunto com o planejamento pedagógico dos professores, os educandos da EEF Oiticicas puderam enxergar na produção e cultivos de hortas escolares uma maneira sustentável e ecológica para a produção de frutas, legumes e ervas medicinais, ações que vão ao encontro dos ensinamentos de Fonseca e Caldeira (2008):

Uma forma de realizar a apresentação de fenômenos naturais é utilizando, como recurso didático, aulas de campo em ambientes naturais principalmente aqueles que encontrados espacialmente próximos aos alunos por sua facilidade e pela possibilidade de os alunos possuírem experiência prévia com o ambiente objeto de estudo (Fonseca; Caldeira, 2008, p. 71).

A criação das hortas possibilitou aos educandos a experiência e a reaproximação deles com o mundo. Assim, passaram a compreender que somos dependentes do planeta e que por isso deve-se cuidar do espaço em derredor. Mesmo a horta escolar seja um espaço micro, permite observar relações ambientais que podem ser usadas para exemplificar as relações de equilíbrio e de desequilíbrio ambiental em estruturas de grandes proporções.

Para Morgado (2006),

A horta inserida no ambiente escolar pode contribuir de forma significativa para a formação integral do aluno, haja vista que o tema engloba diferentes áreas de conhecimento e pode ser desenvolvido durante todo o processo de ensino aprendizagem, através de vastas aplicações pedagógicas com situações reais, envolvendo EA e alimentar (Morgado, 2006, p. 21).

Certo que, além de aprender ciências e matemática de forma teórica, os educandos puseram-se à ação para a construção das hortas. Assim, eles deixam de ser somente observadores e, sob orientação dos AJAS e demais profissionais da instituição escolar, fizeram das informações recebidas em sala subsídios para a construção de conhecimentos práticos.

Em linha gerais, o cultivo e a produção estimularam a criação de hábitos saudáveis e funciona com atividade terapêutica para redução do estresse diário. Espera-se que a horta escolar venha a estimular que cada aluno possa criar canteiros orgânicos para cultivo de legumes, verduras e hortaliças em suas residências.

5. Considerações finais

A aplicações de ações no campo da Educação Ambiental nas instituições colabora para formação de sujeitos críticos e conscientes que possam compreender que o planeta Terra é um sistema interligado e que deve haver controle sobre as ações antrópicas, pois elas podem desencadear desastres e alterações nas condições atmosféricas, na saúde humana e dos demais seres. Pois, pensar em Educação Ambiental é pensar em todos os seres humanos e não-humanos.

Com ajuda dos AJAS, educandos, gestores e pais da comunidade escolar a horta e os canteiros são instrumentos que servem para o desenvolvimento das “inteligências” dos educandos. Fazer parte do processo educacional com a construção dos recursos pedagógicos denominados hortas e canteiros torna a escola em um ambiente com ensino contínuo, democrático, participativo e em constante interação com a comunidade.

O trabalho dos agentes pelo fato de acontecer em um espaço escolar tem que estar articulado com as atividades do saber teórico desenvolvido em sala e com o saber prático desenvolvidos pelos agentes ambientais. Assim cada agente ambiental deve ter planos de ações que priorizem o conhecimento de mundo, não somente o teórico, pois educandos na medida em que são provocados a participarem dos plantios, cuidados com a terra, seleção de resíduos irão compreender a relação do homem e natureza.

Portanto, fazer da escola um espaço de aprendizagem e dos estudantes agentes críticos de transformação social, em detrimento do pensamento bancário onde eles são vistos como meros receptores de estímulos, colabora-se para construção de uma sociedade cada vez mais justa, livre e igualitária.

A produção da horta escolar tem grande importância, pois liga as crianças ao espaço natural e faz com que elas percebam a ação antrópica e da natureza para o equilíbrio do ambiente. Com isso, os educandos vislumbraram os impactos que os seres humanos têm provocado na natureza. A horta escolar pode ser observada como um laboratório para desenvolvimento das aprendizagens voltadas para Ciências e Matemática, além de trabalhar de forma interdisciplinar outros campos do conhecimento.

Ao final, pôde-se observar que a implementação de hortas e canteiros escolares promoveu não apenas o conhecimento da área ambiental, mas também a criação de hábitos saudáveis e o desenvolvimento do sentimento de coletividade. Além disso, os educandos compreenderam seu papel como cidadãos responsáveis pela preservação do meio ambiente. Durante a construção dos espaços de cultivo, os Agentes Jovens Ambientais (AJAS) transmitiram informações técnicas aos estudantes, ao mesmo tempo em que foram realizadas mensurações lógico-matemáticas. Paralelamente aos conhecimentos relacionados aos bons hábitos alimentares e medicinais proporcionados pelo uso das ervas, os educandos tiveram a oportunidade de aplicar conceitos matemáticos práticos, tais como a utilização do metrô, quilograma, litro e profundidade, consolidando assim a interdisciplinaridade entre as ciências naturais e a matemática.

Nota de rodapé:

  1. Valor em dezembro/2025.

Referências

BARBOSA, N. V. S. Caderno 1: horta escolar dinamizando o currículo da escola. Brasília: FAO, FNDE, MEC, 2ª ed., 2008.

DIAS, F. G. Educação Ambiental: Princípios e Práticas. 3. ed. São Paulo: Gaia, 1992.

FONSECA, G.; CALDEIRA, A. M. A. Uma reflexão sobre o ensino aprendizagem de Ecologia em aulas práticas e a construção de sociedades sustentáveis. Revista Brasileira de Ensino de Ciência e Tecnologia, v. 1, n. 3, p.70-92, 2008.

LOUREIRO, C. F. B. Trajetória e fundamentos da Educação Ambiental. São Paulo: Cortez, 2004.

MAIA, J. S. de S. Formação permanente de professores e a educação ambiental crítica no contexto da escola pública. PRACS: Revista Eletrônica de Humanidades do Curso de Ciências Sociais da UNIFAP, v. 11, n. 2, p. 07-19, 2019.

MORALES, A.G. A formação do profissional educador ambiental: reflexões, possibilidades e constatações. 2 ed. Ponta Grossa: Editora UEPG, 2012.

MORGADO, F. S. A horta escolar na educação ambiental e alimentar:experiência do Projeto Horta Viva nas escolas municipais de Florianópolis.2006. 45p. Centro de Ciências Agrárias. Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2006.

PIRES, E. A. C.; COSTA, E. P. S.; MOREIRA, A. L. O. R. Abordagem CTS no Ensino de Ciências: o que dizem as publicações acadêmicas sobre a formação inicial docente para os anos iniciais do ensino fundamental. Investigações em Ensino de Ciências, v. 27, n. 2, p. 176-196, 2022.

UNESCO. Década da Educação das Nações Unidas para um Desenvolvimento Sustentável, 2005-2014: documento final do esquema internacional de implementação, Brasília, Brasil, 2005. 120 p.

VILELA, J. L. L.; SILVA, R. A. F.; ARAÚJO, M. S. T. Montagem de uma horta como proposta de ensino de Ciências na perspectiva de Educação CTS envolvendo estudantes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Revista de Ensino de Ciências e Matemática, São Paulo, v. 15, n. 1, p. 1-19, 2024.

* Mestrando em Avaliação de Políticas Públicas (UFC -CE). Aluno do curso de Pós-Graduação em Educação Básica do IFMG Campus Piumhi. Contato: arasrjoaobernardes@gmail.com

** Pós-graduando do curso Aperfeiçoamento Para Gestores Escolares na Perspectiva da Educação Integral: Adolescências em diálogo (UFFS- SC). Aluna do curso de Pós-Graduação em Educação Básica do IFMG Campus Piumhi. Contato: arasjfrose@gmail.com

*** Doutor em Educação (UFES). Professor orientador no curso de Pós-Graduação em Educação Básica do IFMG Campus Piumhi. Contato: claudioapessoal@gmail.com.

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