No metrô, o corpo segue sem alma

Mara Rovida* A têmpora brilhosa denuncia a umidade que brota aqui e acolá. Entre a nuca e o coque improvisado, os cabelos se fazem como recém-lavados e evidenciam a caloria

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Estupidez mata

Mara Rovida* Vai mais uma? Olha lá quem chegou. Agora sim a festa vai começar. Encontro de camaradas, churrasco, festa na rua, casa de amigo e a aglomeração vai se

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Foi num tempo de farol

Mara Rovida*   Não há dúvidas que São Paulo é uma cidade superlotada, mas algumas imagens parecem traduzir esse excesso de tudo, inclusive de gente, de forma quase sinestésica. Ao

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Um tributo à frustração

Um tributo à frustração Mara Rovida*   Dia desses, alguém me perguntou o que o fracasso representava para mim? [Pelo jeitão da pergunta, dá para imaginar que foi um discípulo

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Os gritos do Natal!

Por Ivone Boechat   Há um rumor por toda parte: Jesus nasceu! Os sinos estão ressoando no interior das capelas da vida! É preciso afinar as cordas do instrumento auditivo

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Sonhos de Natal

Por Gilberto da Silva Caminhava alegremente pelas ruas da cidadezinha pacata onde morei, localizada no norte do Paraná. Era lá pelos idos de 1968. Como um infante, liricamente sonhava com

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Cartões de Natal

Gilda E. Kluppel Eles ocupavam a nossa caixa do correio no final do ano, ao abrir encontrávamos a esperada frase “feliz Natal e um próspero Ano-Novo”. Alguns até arriscavam escrever

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Novos tempos, novos vícios

NOVOS TEMPOS, NOVOS VÍCIOS Margarete Hülsendeger Só depois que a tecnologia inventou o telefone, o telégrafo, a televisão, a internet, foi que se descobriu que o problema de comunicação mais

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Narciso atualizado

Narciso atualizado Mara Rovida* Logo cedo, firmou pacto com a vaidade e descobriu nas redes sociais um espaço para alimenta-la. Eram poses e mais poses elegantes, em meio ao charme

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Universo feito de papel

uNIVERSO FEITO DE PAPEL Margarete Hülsendeger Uma história, um romance, um conto – essas coisas assemelham-se a seres vivos, e talvez o sejam de fato. Elas têm sua cabeça, suas

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O susto

O susto Gilda E. Kluppel   Em um anoitecer tipicamente curitibano, nebuloso e úmido, no qual as sombras e os vultos predominam, ao voltar para casa, resolvi abastecer o automóvel.

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Quanto vale ou é por quilo? Onde está sua indignação?

Quanto vale ou é por quilo? Onde está sua indignação? Mara Rovida* O nome pomposo do evento – Seminário Internacional sobre Violência contra Jornalistas – não parecia condizente com o

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Porta de escola

Mara Rovida* Uniformes, mochilas, lancheiras e o burburinho vai se instalando. Portas de carro batem; crianças falam e riem ao mesmo tempo; o porteiro pede calma aos apressados que desatam

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Violência sem fim

VIOLÊNCIA SEM FIM Margarete Hülsendeger Por sutil que seja uma agressão vinda do homem, por indireta, camuflada, por premeditada que seja, revela suas origens inexpiadas. Um pequeno filamento animal vive

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Quando a gentileza assume a direção

Mara Rovida*   Não estava com pressa e nem poderia estar num dia como esse. Choveu forte durante a madrugada e a garoa caprichada mantinha as pistas molhadas e os

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No subsolo do trânsito paulistano

Mara Rovida*  O sinal de abertura das portas soa. As pessoas descem, sempre apressadas, e seguem para as escadas que dão acesso a saída da estação. Os que vão embarcar

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Reflexão do Dia

Quando a gentileza assume o volante, um dia chuvoso como hoje pode ser perfeito para circular pela cidade em segurança e sem estresse. Duas “passagens” concedidas gentilmente em menos de

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Quando a beleza é forjada

QUANDO A BELEZA É FORJADA Margarete Hülsendeger   Dizes que a beleza não é nada? Imagina um hipopótamo com alma de anjo… Sim, ele poderá convencer os outros de sua

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Encruzilhadas

ENCRUZILHADAS Margarete Hülsendeger   Nas decisões importantes da vida pessoal, devemos ser governados, penso eu, pelas profundas necessidades íntimas da nossa natureza. Sigmund Freud   Ninguém pode dizer que nunca

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A eterna maldição

A ETERNA MALDIÇÃO Margarete Hülsendeger Jamais deves buscar a coisa em si, a qual depende tão somente dos espelhos. A coisa em si, nunca: a coisa em ti. Mario Quintana

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